14 de janeiro de 2024, notícias indicam que, com o período de transição do Regulamento de Mercados de Criptoativos (MiCA) da UE a chegar ao fim, as autoridades reguladoras francesas aceleraram claramente o ritmo de limpeza. Segundo relatos de meios de comunicação estrangeiros, a Autoridade de Mercados Financeiros da França (AMF) já identificou cerca de 90 empresas de criptomoedas registadas na França, mas ainda sem licença sob o MiCA, exigindo que esclareçam as suas medidas de conformidade até ao prazo de 30 de junho.
O responsável pelo departamento de supervisão de intermediários de mercado e infraestruturas de mercado da AMF, Stephane Pontoizeau, afirmou que a autoridade enviou notificações formais às empresas relevantes já em novembro de 2023, alertando que o período de transição do MiCA na França estava a chegar ao fim. No entanto, até ao momento, cerca de 30% das empresas não licenciadas ainda não responderam se planeiam solicitar uma licença, mantendo-se a incerteza regulatória.
Dos dados divulgados, entre as 90 empresas de criptomoedas sem licença do MiCA, aproximadamente 40% já declararam que não pretendem solicitar uma licença, enquanto cerca de 30% estão a avançar com o processo de candidatura, e o restante mantém uma postura incerta. De acordo com a postura da França, se as empresas não cumprirem as regras durante o período de transição, serão obrigadas a cessar as operações até julho.
Desde que o quadro do MiCA entrou em vigor em finais de 2024, a França concedeu licenças a algumas instituições que cumpriram os requisitos. Por exemplo, a gestora de ativos digitais CoinShares recebeu a sua licença em julho de 2025, e a aplicação de Bitcoin Relai também obteve autorização em outubro do mesmo ano. Isto demonstra que a França adotou uma estratégia de “filtro rigoroso e concessão gradual” na implementação do MiCA.
Ao mesmo tempo, a dificuldade de implementação do MiCA ao nível da UE também se tornou evidente. A Autoridade Europeia de Valores Mobiliários e Mercados (ESMA), como principal órgão de coordenação, já manifestou o desejo de que as empresas não autorizadas adotem um plano de “saída ordenada” após o fim do período de transição. A Comissão Europeia chegou a propor que fosse atribuída à ESMA a autoridade centralizada de supervisão de todas as empresas de criptomoedas na UE, o que gerou controvérsia na indústria sobre a eficiência das aprovações e o ambiente de inovação.
As autoridades francesas apoiam, de modo geral, a supervisão centralizada e alertaram várias vezes que algumas empresas podem tentar obter licenças do MiCA em jurisdições com regulamentação mais permissiva. Esta posição também faz da França um dos países mais firmes na aplicação do padrão do MiCA dentro da UE. Com a aproximação do prazo, a indústria de criptomoedas europeia de 2026 poderá passar por uma limpeza de conformidade bastante evidente.
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Contagem decrescente para o MiCA! França nomeia 90 empresas de criptografia não autorizadas, que podem ser obrigadas a sair do mercado até julho
14 de janeiro de 2024, notícias indicam que, com o período de transição do Regulamento de Mercados de Criptoativos (MiCA) da UE a chegar ao fim, as autoridades reguladoras francesas aceleraram claramente o ritmo de limpeza. Segundo relatos de meios de comunicação estrangeiros, a Autoridade de Mercados Financeiros da França (AMF) já identificou cerca de 90 empresas de criptomoedas registadas na França, mas ainda sem licença sob o MiCA, exigindo que esclareçam as suas medidas de conformidade até ao prazo de 30 de junho.
O responsável pelo departamento de supervisão de intermediários de mercado e infraestruturas de mercado da AMF, Stephane Pontoizeau, afirmou que a autoridade enviou notificações formais às empresas relevantes já em novembro de 2023, alertando que o período de transição do MiCA na França estava a chegar ao fim. No entanto, até ao momento, cerca de 30% das empresas não licenciadas ainda não responderam se planeiam solicitar uma licença, mantendo-se a incerteza regulatória.
Dos dados divulgados, entre as 90 empresas de criptomoedas sem licença do MiCA, aproximadamente 40% já declararam que não pretendem solicitar uma licença, enquanto cerca de 30% estão a avançar com o processo de candidatura, e o restante mantém uma postura incerta. De acordo com a postura da França, se as empresas não cumprirem as regras durante o período de transição, serão obrigadas a cessar as operações até julho.
Desde que o quadro do MiCA entrou em vigor em finais de 2024, a França concedeu licenças a algumas instituições que cumpriram os requisitos. Por exemplo, a gestora de ativos digitais CoinShares recebeu a sua licença em julho de 2025, e a aplicação de Bitcoin Relai também obteve autorização em outubro do mesmo ano. Isto demonstra que a França adotou uma estratégia de “filtro rigoroso e concessão gradual” na implementação do MiCA.
Ao mesmo tempo, a dificuldade de implementação do MiCA ao nível da UE também se tornou evidente. A Autoridade Europeia de Valores Mobiliários e Mercados (ESMA), como principal órgão de coordenação, já manifestou o desejo de que as empresas não autorizadas adotem um plano de “saída ordenada” após o fim do período de transição. A Comissão Europeia chegou a propor que fosse atribuída à ESMA a autoridade centralizada de supervisão de todas as empresas de criptomoedas na UE, o que gerou controvérsia na indústria sobre a eficiência das aprovações e o ambiente de inovação.
As autoridades francesas apoiam, de modo geral, a supervisão centralizada e alertaram várias vezes que algumas empresas podem tentar obter licenças do MiCA em jurisdições com regulamentação mais permissiva. Esta posição também faz da França um dos países mais firmes na aplicação do padrão do MiCA dentro da UE. Com a aproximação do prazo, a indústria de criptomoedas europeia de 2026 poderá passar por uma limpeza de conformidade bastante evidente.