David Schwartz, Diretor de Tecnologia na Ripple, recentemente entrou no debate clássico sobre navegadores da internet ao fazer uma brincadeira humorística com o Microsoft Edge. O seu comentário acrescenta combustível a uma piada recorrente que tem entretido comunidades tecnológicas há mais de duas décadas.
O Meme da Internet que Não Quer Morrrer
As raízes deste meme da internet são profundas. O Internet Explorer dominou o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, mas ganhou uma reputação notória por ser inchado, propenso a falhas e repleto de vulnerabilidades de segurança. Os utilizadores começaram a brincar que a principal função do IE era servir como uma ferramenta de download para o Chrome—uma piada que permaneceu mesmo após o declínio do IE.
O IE 6 tornou-se o exemplo máximo de advertência: renderização lenta, suporte terrível a CSS e vulnerabilidades constantes. Quando o Firefox surgiu como uma alternativa mais rápida, seguido pelo ascenso meteórico do Chrome, o domínio de mercado do IE desmoronou-se. Ainda assim, o meme evoluiu em vez de morrer.
A Microsoft tentou um novo começo com o Edge no Windows 10, posicionando-o como o sucessor moderno do IE. O novo navegador mostrou melhorias em velocidade e design, mas os céticos rapidamente reciclaram a velha piada: “O único verdadeiro propósito do Edge é fazer o download do Chrome.” O meme da internet ganhou nova vida num novo navegador.
Realidade de Mercado vs. Percepção do Utilizador
Os números atuais contam uma história interessante. O Chrome domina com uma fatia de mercado global de 62-68%, enquanto o Edge detém apenas cerca de 5% mundialmente. Nos sistemas de desktop, o Edge captura 11-12% de quota de mercado—respeitável para um navegador pré-instalado no Windows 10 e 11, mas ainda assim um segundo distante.
A razão pela qual o Edge mantém alguma presença deve-se principalmente ao seu status de navegador incluído no Windows. Remover essa vantagem faria parecer que o meme tem uma base na realidade.
Queixa do Navegador na Indústria Cripto
Schwartz não está apenas a fazer piadas sobre navegadores—ele levantou preocupações técnicas legítimas. Em 2024, destacou o notório consumo de memória do Chrome ao partilhar uma captura de ecrã mostrando o navegador a consumir 10GB de RAM. A sua crítica de janeiro de 2025 foi mais longe, apontando as “alterações hostis ao utilizador” feitas pelo Google no Chrome e no Android, que eliminam funcionalidades úteis.
Apesar destas queixas válidas, Schwartz deixou claro que o Microsoft Edge não é a sua resposta ao problema do Chrome. O meme da internet, parece, convenceu até tecnólogos sérios de que o Edge continua a ser a punchline em vez da solução.
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Por que o meme do Edge Browser se recusa a morrer: a perspetiva de um CTO da Ripple
David Schwartz, Diretor de Tecnologia na Ripple, recentemente entrou no debate clássico sobre navegadores da internet ao fazer uma brincadeira humorística com o Microsoft Edge. O seu comentário acrescenta combustível a uma piada recorrente que tem entretido comunidades tecnológicas há mais de duas décadas.
O Meme da Internet que Não Quer Morrrer
As raízes deste meme da internet são profundas. O Internet Explorer dominou o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, mas ganhou uma reputação notória por ser inchado, propenso a falhas e repleto de vulnerabilidades de segurança. Os utilizadores começaram a brincar que a principal função do IE era servir como uma ferramenta de download para o Chrome—uma piada que permaneceu mesmo após o declínio do IE.
O IE 6 tornou-se o exemplo máximo de advertência: renderização lenta, suporte terrível a CSS e vulnerabilidades constantes. Quando o Firefox surgiu como uma alternativa mais rápida, seguido pelo ascenso meteórico do Chrome, o domínio de mercado do IE desmoronou-se. Ainda assim, o meme evoluiu em vez de morrer.
A Microsoft tentou um novo começo com o Edge no Windows 10, posicionando-o como o sucessor moderno do IE. O novo navegador mostrou melhorias em velocidade e design, mas os céticos rapidamente reciclaram a velha piada: “O único verdadeiro propósito do Edge é fazer o download do Chrome.” O meme da internet ganhou nova vida num novo navegador.
Realidade de Mercado vs. Percepção do Utilizador
Os números atuais contam uma história interessante. O Chrome domina com uma fatia de mercado global de 62-68%, enquanto o Edge detém apenas cerca de 5% mundialmente. Nos sistemas de desktop, o Edge captura 11-12% de quota de mercado—respeitável para um navegador pré-instalado no Windows 10 e 11, mas ainda assim um segundo distante.
A razão pela qual o Edge mantém alguma presença deve-se principalmente ao seu status de navegador incluído no Windows. Remover essa vantagem faria parecer que o meme tem uma base na realidade.
Queixa do Navegador na Indústria Cripto
Schwartz não está apenas a fazer piadas sobre navegadores—ele levantou preocupações técnicas legítimas. Em 2024, destacou o notório consumo de memória do Chrome ao partilhar uma captura de ecrã mostrando o navegador a consumir 10GB de RAM. A sua crítica de janeiro de 2025 foi mais longe, apontando as “alterações hostis ao utilizador” feitas pelo Google no Chrome e no Android, que eliminam funcionalidades úteis.
Apesar destas queixas válidas, Schwartz deixou claro que o Microsoft Edge não é a sua resposta ao problema do Chrome. O meme da internet, parece, convenceu até tecnólogos sérios de que o Edge continua a ser a punchline em vez da solução.