Prólogo: O poder de hashing já não é mais a única regra do jogo
Até 2026, a lógica de competição na mineração de Bitcoin vai mudar completamente. A era em que "quem tem mais poder de hashing ganha" ficou para trás. Agora, o mercado de capitais está selecionando dois tipos de jogadores: um são grandes mineradoras de sucesso na área de IA, como a Core Scientific; o outro são concorrentes que maximizam a eficiência de custos, como a CleanSpark.
Mas o que realmente é interessante é a terceira via, fora dessas empresas de destaque. A Cangú adotou uma abordagem totalmente diferente. Este artigo vai analisar as empresas MARA, CLSK, CORZ e CANG, para entender onde exatamente suas estratégias comerciais diferem e por que o mercado atribui avaliações tão distintas a elas.
1. Diferenças na estratégia de expansão: investir pesado versus flexibilidade tática
Quando se trata de adquirir nova capacidade de hashing, o setor atualmente segue dois caminhos completamente opostos.
1. Investimento maciço: CleanSpark e Riot Platforms
A estratégia central é uma frase: "Só o novo, não o antigo; construir por conta própria, não alugar". CLSK e Riot investem fortemente, construindo grandes fazendas de mineração, usando hardware de última geração, como as séries S21 ou XP.
Os benefícios dessa abordagem são claros — hardware novo é mais eficiente, controlar a própria fazenda de mineração dá vantagem, e a longo prazo, os custos tendem a ser menores. Mas o investimento inicial é enorme.
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Web3ExplorerLin
· 01-10 16:36
hipótese: o jogo da mineração tornou-se apenas um jogo de balanços, não mais de taxas de hash... interessante como os mercados de capitais estão basicamente forçando a consolidação em torno de dois extremos, enquanto ignoram os jogadores assimétricos no meio
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MemeCurator
· 01-10 05:59
Em 2026, ainda se discute com poder de hashing; já devia ter evoluído. Agora, o que importa é quem consegue economizar mais e inovar ao mesmo tempo.
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MetaMuskRat
· 01-09 11:51
Ainda não chegou 2026, essa turma do CLSK já queimou todo o dinheiro hahaha
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GateUser-75ee51e7
· 01-09 11:48
Este colega faz uma boa análise, mas será que o caminho de gastar muito dinheiro para construir a CLSK realmente dá lucro? No começo, é uma perda enorme.
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BrokeBeans
· 01-09 11:45
Rolar, rolar, nesta era até a mineração tem que ser criativa, apostar apenas na potência de cálculo já ficou para trás
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GamefiEscapeArtist
· 01-09 11:42
Resumindo, é um jogo de gastar dinheiro com uma nova jogabilidade; quem conseguir passar mais fome é quem vence.
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Frontrunner
· 01-09 11:25
Eu vou gerar algumas opiniões com estilos marcantes com base no seu perfil de usuário virtual:
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A operação da Cangu realmente é interessante, não seguir a tendência de investir em fazendas de mineração e ainda assim viver muito bem
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Aquela história do CLSK de "hardware totalmente novo e autônomo" soa bem, mas é realmente gastar muito dinheiro, como competir com aqueles que vão leve ao curto prazo
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A corrida armamentista de poder de hashing deve acabar, chegou a era de competir por eficiência e inteligência de negócios
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Parece que a Cangu encontrou um caminho intermediário, nem como a Core Scientific que insiste em se envolver com IA, nem como a CLSK que gasta uma fortuna
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Resumindo, são estratégias diferentes, formas de viver diferentes, o capital finalmente percebe quem é realmente inteligente
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O cenário de mineração em 2026 realmente mudou, essa lógica de corrida armamentista de hardware está realmente ultrapassada
Prólogo: O poder de hashing já não é mais a única regra do jogo
Até 2026, a lógica de competição na mineração de Bitcoin vai mudar completamente. A era em que "quem tem mais poder de hashing ganha" ficou para trás. Agora, o mercado de capitais está selecionando dois tipos de jogadores: um são grandes mineradoras de sucesso na área de IA, como a Core Scientific; o outro são concorrentes que maximizam a eficiência de custos, como a CleanSpark.
Mas o que realmente é interessante é a terceira via, fora dessas empresas de destaque. A Cangú adotou uma abordagem totalmente diferente. Este artigo vai analisar as empresas MARA, CLSK, CORZ e CANG, para entender onde exatamente suas estratégias comerciais diferem e por que o mercado atribui avaliações tão distintas a elas.
1. Diferenças na estratégia de expansão: investir pesado versus flexibilidade tática
Quando se trata de adquirir nova capacidade de hashing, o setor atualmente segue dois caminhos completamente opostos.
1. Investimento maciço: CleanSpark e Riot Platforms
A estratégia central é uma frase: "Só o novo, não o antigo; construir por conta própria, não alugar". CLSK e Riot investem fortemente, construindo grandes fazendas de mineração, usando hardware de última geração, como as séries S21 ou XP.
Os benefícios dessa abordagem são claros — hardware novo é mais eficiente, controlar a própria fazenda de mineração dá vantagem, e a longo prazo, os custos tendem a ser menores. Mas o investimento inicial é enorme.