Recentemente, a liderança dos Estados Unidos manifestou-se publicamente sobre o elevado custo de energia dos centros de dados das empresas de tecnologia, exigindo que as grandes empresas tecnológicas assumam os custos do seu consumo energético, para evitar que as contas de eletricidade do público em geral continuem a subir.
**A verdade por trás da crise energética**
De acordo com as estatísticas do Federal Reserve de St. Louis, nos últimos cinco anos, o aumento médio do preço da eletricidade nas cidades americanas foi de até 40% — o preço por kWh continua a subir, e muitas famílias já sentem a pressão nas suas contas. Uma das principais causas desta onda de aumentos é o consumo desenfreado de energia pelos centros de dados.
Dados indicam que, em 2025, os centros de dados nos EUA já consumiram cerca de 5,2% do total de eletricidade do país, e essa proporção continua a crescer. Com a febre de IA e o crescimento explosivo da computação em nuvem, esse número só tende a aumentar.
**Gigantes da tecnologia começam a agir**
Atualmente, algumas grandes empresas de tecnologia (como a Microsoft) já concordaram em fazer ajustes, comprometendo-se a implementar medidas a partir desta semana para garantir que os custos de energia dos centros de dados não sejam repassados aos consumidores comuns.
A lógica por trás disso é simples: IA e centros de dados são motores essenciais para o crescimento económico, sustentando a competitividade e a segurança do país. Mas, como essas empresas se beneficiam mais disso, faz sentido que assumam os custos energéticos correspondentes. Nas próximas semanas, serão divulgadas políticas específicas relacionadas.
Esta mudança marca o início de uma discussão oficial sobre os custos energéticos na indústria tecnológica, que não só testa a capacidade de inovação das empresas, mas também o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.
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Recentemente, a liderança dos Estados Unidos manifestou-se publicamente sobre o elevado custo de energia dos centros de dados das empresas de tecnologia, exigindo que as grandes empresas tecnológicas assumam os custos do seu consumo energético, para evitar que as contas de eletricidade do público em geral continuem a subir.
**A verdade por trás da crise energética**
De acordo com as estatísticas do Federal Reserve de St. Louis, nos últimos cinco anos, o aumento médio do preço da eletricidade nas cidades americanas foi de até 40% — o preço por kWh continua a subir, e muitas famílias já sentem a pressão nas suas contas. Uma das principais causas desta onda de aumentos é o consumo desenfreado de energia pelos centros de dados.
Dados indicam que, em 2025, os centros de dados nos EUA já consumiram cerca de 5,2% do total de eletricidade do país, e essa proporção continua a crescer. Com a febre de IA e o crescimento explosivo da computação em nuvem, esse número só tende a aumentar.
**Gigantes da tecnologia começam a agir**
Atualmente, algumas grandes empresas de tecnologia (como a Microsoft) já concordaram em fazer ajustes, comprometendo-se a implementar medidas a partir desta semana para garantir que os custos de energia dos centros de dados não sejam repassados aos consumidores comuns.
A lógica por trás disso é simples: IA e centros de dados são motores essenciais para o crescimento económico, sustentando a competitividade e a segurança do país. Mas, como essas empresas se beneficiam mais disso, faz sentido que assumam os custos energéticos correspondentes. Nas próximas semanas, serão divulgadas políticas específicas relacionadas.
Esta mudança marca o início de uma discussão oficial sobre os custos energéticos na indústria tecnológica, que não só testa a capacidade de inovação das empresas, mas também o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.