Olhar para a jogada da Dusk Network é realmente interessante. Através da parceria com a NPEX na Holanda, aliada à conformidade com as regras do MiCA da UE, eles se marcaram como uma "cadeia financeira compatível com a Europa". Mas é importante entender que o alcance deles vai muito além de uma única região.
Em resumo, a vantagem competitiva da Dusk está na sua infraestrutura de base — que consegue proteger a privacidade dos usuários sem comprometer a auditabilidade e a rastreabilidade do sistema financeiro. Essa tecnologia nasce com o DNA de expansão global. A questão-chave é: essa estratégia de conformidade bem-sucedida na Europa pode ser aplicada em outros mercados?
**Por que a Dusk insiste em fazer um modelo de referência na Europa?**
O sistema de regulamentação financeira da UE é um dos mais completos e rigorosos do mundo. Sobreviver aqui significa que sua tecnologia e processos realmente resistem ao escrutínio. Isso se torna seu "passaporte" — ao entrar em outros mercados, ter essa certificação muda completamente o poder de negociação.
Analisando os detalhes da parceria com a NPEX, processos de KYC/AML, estrutura legal, interfaces técnicas — tudo pode ser refinado, padronizado, transformado em produto, e conectado às instituições financeiras licenciadas locais. Em outras palavras, a Europa é um campo de testes; o modelo que funciona aqui pode ser a futura referência de negócios.
E não se esqueça: "conformidade com a UE" é uma marca. Num cenário de regulamentação cada vez mais rígida globalmente, esses quatro caracteres valem muito na hora de promover a credibilidade.
**Como será a expansão global?**
Certamente não será uma simples cópia do modelo europeu. A estratégia real deve ser "um país, uma política" — focar inicialmente em regiões com uma estrutura regulatória financeira consolidada e uma postura relativamente aberta às criptoativos. Como Singapura, Dubai, Japão. Encontrar parceiros financeiros locais, usar a experiência europeia como referência, mas ajustar de forma flexível às regulamentações locais.
O núcleo da estratégia permanece o mesmo: usar o sucesso na Europa para reforçar a credibilidade internacional, e adaptar de forma flexível para conquistar diferentes mercados. Essa é a jogada de longo prazo.
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Olhar para a jogada da Dusk Network é realmente interessante. Através da parceria com a NPEX na Holanda, aliada à conformidade com as regras do MiCA da UE, eles se marcaram como uma "cadeia financeira compatível com a Europa". Mas é importante entender que o alcance deles vai muito além de uma única região.
Em resumo, a vantagem competitiva da Dusk está na sua infraestrutura de base — que consegue proteger a privacidade dos usuários sem comprometer a auditabilidade e a rastreabilidade do sistema financeiro. Essa tecnologia nasce com o DNA de expansão global. A questão-chave é: essa estratégia de conformidade bem-sucedida na Europa pode ser aplicada em outros mercados?
**Por que a Dusk insiste em fazer um modelo de referência na Europa?**
O sistema de regulamentação financeira da UE é um dos mais completos e rigorosos do mundo. Sobreviver aqui significa que sua tecnologia e processos realmente resistem ao escrutínio. Isso se torna seu "passaporte" — ao entrar em outros mercados, ter essa certificação muda completamente o poder de negociação.
Analisando os detalhes da parceria com a NPEX, processos de KYC/AML, estrutura legal, interfaces técnicas — tudo pode ser refinado, padronizado, transformado em produto, e conectado às instituições financeiras licenciadas locais. Em outras palavras, a Europa é um campo de testes; o modelo que funciona aqui pode ser a futura referência de negócios.
E não se esqueça: "conformidade com a UE" é uma marca. Num cenário de regulamentação cada vez mais rígida globalmente, esses quatro caracteres valem muito na hora de promover a credibilidade.
**Como será a expansão global?**
Certamente não será uma simples cópia do modelo europeu. A estratégia real deve ser "um país, uma política" — focar inicialmente em regiões com uma estrutura regulatória financeira consolidada e uma postura relativamente aberta às criptoativos. Como Singapura, Dubai, Japão. Encontrar parceiros financeiros locais, usar a experiência europeia como referência, mas ajustar de forma flexível às regulamentações locais.
O núcleo da estratégia permanece o mesmo: usar o sucesso na Europa para reforçar a credibilidade internacional, e adaptar de forma flexível para conquistar diferentes mercados. Essa é a jogada de longo prazo.