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Exame mensal virou mensalmente assado, o sorriso há muito tempo desaparecido no rosto das crianças. Como aliviar a ansiedade de exames de forma eficaz?
Nessa situação, comparada com a cena habitual de estarem numa sala de aula, curvados sobre as folhas a resolver exercícios, é praticamente como se tivessem mudado para outro mundo. Antes, as provas mensais eram como um fio esticado e tenso, puxado uma vez por mês. Antes dos exames, muitos alunos ficam a estudar até tarde, com os olhos fixos nas folhas, sem conseguir dormir. Depois da prova, voltam a olhar para o ranking das notas e o coração fica aos saltos, sete mais oito. As crianças que ficam numa posição mais baixa no ranking tendem a sentir que “não são boas em nada”, e, pouco a pouco, perdem a motivação para estudar. Os dados de um inquérito indicam que mais de metade dos alunos do ensino básico sente claramente desconforto em relação aos exames, e alguns níveis de ansiedade são bastante elevados. As raparigas, muitas vezes, demonstram isso de forma mais evidente do que os rapazes; e quanto mais alto o ano de escolaridade, mais severa é a acumulação de pressão.
Os pais também ficam com o coração apertado. As crianças saem cedo e regressam tarde todos os dias, com o rosto marcado por cansaço, mas com medo de, se abrandarem um pouco, ficarem para trás em relação aos outros. Os professores ficam no meio do caminho: é preciso agarrar os resultados, mas também vêem o estado dos alunos, o que inevitavelmente lhes traz um sentimento de dificuldade. Nesta actividade, muitos pais, por iniciativa própria, levaram mais comida; até houve pais e professores que, por conta própria, compraram quatro borregos inteiros assados, sendo que o preço de cada um não era baixo, apenas para que as crianças comessem com alegria. Há quem diga que os pais têm, normalmente, o maior medo de que os filhos fiquem para trás; mas desta vez apoiaram, em conjunto, a escola a mudar a forma de fazer as coisas. Isso mostra que todos entendem que, só empilhando folhas de questões, não se consegue um crescimento verdadeiramente real.
No local do churrasco, as crianças já não eram pequenos robôs de cabeça baixa a corrigir respostas. Elas colaboraram em grupos: havia quem acendesse o fogo, quem cortasse os legumes, quem virasse as peças a assar, e as gargalhadas não paravam. As espetadas estalavam na grelha, a gordura pingava e formava fumo branco, e o aroma espalhava-se por todo o lado. Os pais sentaram-se ao lado, observando nos rostos dos filhos uma expressão de alívio que há muito não viam, e acabaram também por relaxar. Num grupo, depois de assarem a primeira fornada de espetadas, já não conseguiram esperar para as repartir por todos, provando enquanto comiam e conversavam sobre coisas divertidas da escola. Naquele momento, aquelas fórmulas rígidas em sala de aula pareciam ter-se afastado, dando lugar, de forma concreta, ao sabor de rua e à ligação entre pessoas.
Essa mudança, na verdade, tocou o sentimento comum de muitas famílias. No actual ambiente educativo, há uma frequência alta de exames e uma pressão competitiva grande, e os dados sobre a saúde mental dos adolescentes fazem-nos pensar com seriedade. O mais recente livro azul indica que a taxa de detecção de depressão entre alunos do ensino básico ronda os 30%, e nos do ensino secundário é ainda mais alta. A competição pelo ingresso no próximo nível é como uma pista invisível: toda a gente corre para a frente, com medo de um atraso significar ser ultrapassado. Mas, a longo prazo, os interesses das crianças são desgastados e o corpo também pode começar a dar problemas com mais facilidade. Miopia, obesidade e desconfortos na coluna — esses “pequenos” problemas — estão cada vez mais presentes. Quando a escola decidiu, desta vez, suspender os exames e substituí-los por actividades colectivas, é como afrouxar, com leveza, uma corda que estava demasiado esticada.
Pensem nas crianças que, no dia-a-dia, só sabem fazer exercícios: se de repente pegassem numa espetada e ainda sorrissessem com carvão no rosto, seria possível que descobrissem, de repente, que a vida não é só feita de notas. No fim da actividade, ao voltarem para a sala de aula com todo o cheiro a fogo e churrasco, o estado costuma ser ainda mais focado. Porque, depois de algum relaxamento, o cérebro “recarrega”, e a eficiência pode até aumentar. A educação devia, em essência, formar pessoas, e não ser apenas uma competição para ver quem tem as notas mais altas. “Trabalhar e descansar em equilíbrio” é uma frase fácil de dizer, mas exige coragem para pô-la em prática. Esta escola deu um exemplo a todos com acções concretas.
Claro que também há quem se preocupe: será que fazer menos um exame não afecta o progresso académico? Mas, na realidade, os alunos ainda estão no início deste semestre, e a pressão já não é pequena. Cancelar este teste mensal não atrasa o ensino normal; pelo contrário, ajuda todos a recuperarem, num ambiente mais leve, o sentido de pertença à escola. Situações semelhantes têm sido tentadas noutros lugares, por exemplo, com o aumento de aulas de educação física, actividades de clubes, ou passeios na Primavera. Estas pequenas mudanças, quando se somam, fazem com que o campus tenha mais calor humano e menos etiquetas frias de “pontuação”.
No percurso do crescimento das crianças, é preciso sempre algum espaço para respirar. Como aquele monte de brasas durante o churrasco: parece simples, mas consegue transformar ingredientes frios em algo delicioso. A educação é igual: precisa de temperatura, para que os conhecimentos realmente entrem no coração. Quando os pais vêem os filhos a sorrirem com brilho durante a actividade, talvez pensem ainda mais: a saúde mental vale mais do que um ranking momentâneo. E quando os professores veem a energia dos alunos depois de relaxarem, também estarão mais dispostos a integrar elementos da vida na sua forma de ensinar.
Este “churrasco mensal”, como uma brisa fresca, entrou em muitas famílias que estavam com a corda esticada. Lembra a todos que a paixão pela aprendizagem não deve ser totalmente esgotada por excesso de exames, e que a luz do jovem não pode ser encoberta por pontuações frias. O que as crianças precisam de aprender não é apenas a responder perguntas; é também como desfrutar da vida e valorizar os momentos em que estão com os colegas. Comendo espetadas quentes, conversando, rindo e trocando brincadeiras, aquele calor fica na mente por muito tempo.
A reforma educativa está continuamente em curso, e a política do exame de acesso ao ensino secundário também está a ser ajustada; as vagas para escolas secundárias de qualidade estão a ser aumentadas, e a distribuição dos indicadores dá ainda mais ênfase à equidade. Mas, independentemente de como as políticas mudem, a escolha diária entre a escola e as famílias é o mais decisivo. Dar às crianças mais memórias colectivas como um churrasco faz com que tenham mais uma parte do amor pela vida e que compreendam melhor como equilibrar estudo e descanso. Esse equilíbrio não é preguiça; é para tornar o crescimento mais saudável e mais duradouro.
Já alguma vez pensou no que aconteceria se a escola do seu próprio filho também fizesse algo assim? Talvez houvesse ainda mais sorrisos. A vida devia ter o seu sabor de fogo e de rua; e a educação devia deixar um pouco de temperatura. Esperamos que mais escolas reconheçam o significado deste tipo de abordagem: ao perseguirem resultados, não se esqueçam também do coração das crianças, que precisa de ser acolhido com calor. Que, além dos livros, as crianças ainda possam cheirar a lenha e o fumo das brasas, e possam ouvir risos — assim, quando crescerem e se lembrarem do tempo no campus, sentirão que foi, ao mesmo tempo, pleno e feliz.