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Perspectiva da Reuters: Se as forças americanas iniciarem uma ofensiva terrestre, o Irão poderá causar danos generalizados à infraestrutura energética na região do Golfo
Mars Finance informa que, em 30 de março, o colunista de commodities e energia da Reuters, Clyde Russell, afirmou que, um mês após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, os mercados globais de petróleo bruto, derivados e gás natural liquefeito encontram-se numa “segunda pior situação”.
Ao mesmo tempo, o artigo prevê o cenário mais sombrio desta rodada de conflito:
Seria uma situação de escalada rápida do conflito—onde o Irã, através de mísseis e drones, causaria danos generalizados à infraestrutura energética na região do Golfo, incluindo oleodutos, refinarias, instalações de processamento e terminais de exportação.
O gatilho mais provável para tais ações seria a tentativa das forças terrestres dos EUA de tomar e controlar territórios controlados pelo Irã, como a terminal de petróleo de Khark e algumas ilhas no Estreito de Hormuz.
A implantação de forças terrestres é, segundo relatos, uma opção considerada pelo presidente Trump, enquanto as forças militares americanas na região continuam a se reunir.
No entanto, mesmo que uma invasão militar seja bem-sucedida taticamente, se provocar uma destruição em grande escala da infraestrutura energética, isso se tornará inútil, pois agravará a crise de mercado já severa, levando a uma catástrofe energética global sem precedentes.
Do ponto de vista dos futuros do petróleo Brent, o mercado ainda aposta em grande medida que a situação se acalmará e que o transporte normal pelo Estreito de Hormuz será restabelecido.
Na sessão matinal de segunda-feira na Ásia, os futuros de Brent subiram 2,7%, atingindo aproximadamente 115,55 dólares por barril, acima dos 112,57 dólares no fechamento de 27 de março.
Desde o fechamento de 72,48 dólares por barril em 27 de fevereiro (um dia antes dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã), o preço do Brent aumentou acumuladamente 59%.