Minha carteira atual está tão cheia que parece abrir uma caixa de surpresas: carteira principal, carteira de coleta de tokens, uma conta secundária para jogar MEME… os ativos estão dispersos em várias blockchains, para ver o total tenho que montar um quebra-cabeça de detetive. Para ser sincero, sem regras, cedo ou tarde acabo transferindo tudo para mim mesmo durante uma transação.



Na verdade, eu uso um método simples: uma “carteira principal” só com os ativos de longo prazo, as outras na blockchain como carteiras de troco, se der para organizar, ótimo; se não, escrevo uma nota + tiro uma captura de tela para salvar na galeria; antes de fazer uma transferência entre blockchains, primeiro escrevo três linhas no lembrete: de qual blockchain, para qual blockchain, os últimos dígitos do endereço de recebimento. Afinal, quanto mais blockchains, mais minha cabeça começa a confundir.

Recentemente, aquela blockchain principal não vai passar por atualização/manutenção de novo, o grupo está especulando se o projeto vai migrar ou não, minha reação é: primeiro não crer em nada, limpe as autorizações, memorize bem o caminho das pontes de cross-chain… senão, na hora, não será uma migração, será meu ativo “desaparecendo”.
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