Há uma coisa bastante fantástica, um determinado meio de comunicação financeira revelou recentemente uma peça de teatro contraditória.
Na Europa, por não utilizarem mais o gás natural russo, os custos das suas fábricas de fertilizantes dispararam de forma absurda. O que fazer? Só lhes restou importar mais fertilizantes da Rússia—e esses fertilizantes, exatamente, são feitos com o gás que eles rejeitaram. Em junho deste ano, a quantidade de importação mensal ultrapassou um milhão de toneladas, atingindo o maior valor em dez anos.
A realidade é tão embaraçosa: a União Europeia atualmente não consegue encontrar substitutos que possam competir com os fertilizantes russos. Produzi-los por conta própria? Os custos são absurdamente altos. Os produtos da Argélia, Marrocos? Ainda mais caros. Fertilizantes são considerados o "alimento vegetal" para a agricultura, sem eles não dá, e as fontes alternativas são escassas.
Mas a história ainda não acabou. A UE decidiu complicar ainda mais as coisas—aumentando as tarifas sobre os fertilizantes russos, na esperança de reduzir sua competitividade. A questão é: essa medida é realmente severa? Os meios de comunicação questionam se essa política vai realmente resolver o problema, afinal, a agricultura depende de fertilizantes, e alternativas praticamente não existem.
Agora, com o aumento das tarifas, os agricultores já estão se preparando para protestar em Bruxelas no dia 18 de dezembro. O efeito dominó das políticas energéticas, no final, acaba sendo pago pelo povo.
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Há uma coisa bastante fantástica, um determinado meio de comunicação financeira revelou recentemente uma peça de teatro contraditória.
Na Europa, por não utilizarem mais o gás natural russo, os custos das suas fábricas de fertilizantes dispararam de forma absurda. O que fazer? Só lhes restou importar mais fertilizantes da Rússia—e esses fertilizantes, exatamente, são feitos com o gás que eles rejeitaram. Em junho deste ano, a quantidade de importação mensal ultrapassou um milhão de toneladas, atingindo o maior valor em dez anos.
A realidade é tão embaraçosa: a União Europeia atualmente não consegue encontrar substitutos que possam competir com os fertilizantes russos. Produzi-los por conta própria? Os custos são absurdamente altos. Os produtos da Argélia, Marrocos? Ainda mais caros. Fertilizantes são considerados o "alimento vegetal" para a agricultura, sem eles não dá, e as fontes alternativas são escassas.
Mas a história ainda não acabou. A UE decidiu complicar ainda mais as coisas—aumentando as tarifas sobre os fertilizantes russos, na esperança de reduzir sua competitividade. A questão é: essa medida é realmente severa? Os meios de comunicação questionam se essa política vai realmente resolver o problema, afinal, a agricultura depende de fertilizantes, e alternativas praticamente não existem.
Agora, com o aumento das tarifas, os agricultores já estão se preparando para protestar em Bruxelas no dia 18 de dezembro. O efeito dominó das políticas energéticas, no final, acaba sendo pago pelo povo.