A última pesquisa da Reuters deixou tudo à mostra — a reunião do Banco Central do Japão em dezembro está marcada para subir a taxa em 25 pontos base, levando a taxa de juros para 0,75%. Ainda mais impressionante, eles planejam continuar aumentando até 1% em setembro do próximo ano.
Antes, o mercado ainda estava apostando se o Banco Central iria recuar ou não, agora os dados mostram o contrário. Na pesquisa do mês passado, apenas 53% dos economistas apoiavam o aumento de juros, desta vez subiu para 90%, e de 70 entrevistados, 63 apostaram coletivamente que o movimento virá na próxima semana. Essa mudança de ritmo é tão rápida quanto uma queda de água.
Por que essa postura tão firme de repente? A verdade é que a inflação está fora de controle, e o iene está tão fraco quanto macarrão. Essa é a primeira alta de juros desde janeiro deste ano, e até a primeira-ministra Sanae Sōchi deu um sinal de aprovação — afinal, com o iene tão fraco, os custos de importação dispararam, os bolsos do povo estão cada vez mais apertados, e se não fizerem nada, o fogo pode chegar ao telhado.
Há também um sinal ainda mais forte: mais de dois terços dos entrevistados, ou seja, 37 de 54 pessoas, acreditam que até o final de setembro do próximo ano, as taxas devem atingir pelo menos 1%. Esse ritmo sugere que o antigo método de flexibilização pode estar sendo jogado no lixo por enquanto.
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A última pesquisa da Reuters deixou tudo à mostra — a reunião do Banco Central do Japão em dezembro está marcada para subir a taxa em 25 pontos base, levando a taxa de juros para 0,75%. Ainda mais impressionante, eles planejam continuar aumentando até 1% em setembro do próximo ano.
Antes, o mercado ainda estava apostando se o Banco Central iria recuar ou não, agora os dados mostram o contrário. Na pesquisa do mês passado, apenas 53% dos economistas apoiavam o aumento de juros, desta vez subiu para 90%, e de 70 entrevistados, 63 apostaram coletivamente que o movimento virá na próxima semana. Essa mudança de ritmo é tão rápida quanto uma queda de água.
Por que essa postura tão firme de repente? A verdade é que a inflação está fora de controle, e o iene está tão fraco quanto macarrão. Essa é a primeira alta de juros desde janeiro deste ano, e até a primeira-ministra Sanae Sōchi deu um sinal de aprovação — afinal, com o iene tão fraco, os custos de importação dispararam, os bolsos do povo estão cada vez mais apertados, e se não fizerem nada, o fogo pode chegar ao telhado.
Há também um sinal ainda mais forte: mais de dois terços dos entrevistados, ou seja, 37 de 54 pessoas, acreditam que até o final de setembro do próximo ano, as taxas devem atingir pelo menos 1%. Esse ritmo sugere que o antigo método de flexibilização pode estar sendo jogado no lixo por enquanto.