Recentemente, o panorama financeiro global tem vindo a sofrer mudanças evidentes. Após os grandes bancos na América do Norte reconhecerem o Bitcoin como garantia e fundos de pensões na Ásia aumentarem as suas participações na MicroStrategy, também na América Latina chegam notícias de peso.
O maior banco privado do Brasil, o Itaú, aconselhou recentemente todos os investidores a alocar até 3% dos seus ativos em Bitcoin. Isto não é uma experiência isolada de um banco, mas uma tendência que está a varrer o mundo.
Do ponto de vista geográfico, esta rota de realocação de ativos já está bastante clara:
A região da América do Norte é liderada por gigantes como o JPMorgan, o Citigroup, entre outros, que estão a abrir gradualmente canais de empréstimo garantido por Bitcoin, proporcionando liquidez às transações. Os fundos de pensões na Ásia, que valem trilhões, estão a agir diretamente, adquirindo ativos relacionados com criptomoedas com dinheiro de verdade. As instituições financeiras na América do Sul seguem-na de perto, integrando oficialmente o Bitcoin no modelo padrão de alocação de ativos.
Dados na cadeia também confirmam esta tendência. Recentemente, mais de centenas de milhões de dólares foram transferidos de exchanges para plataformas de staking especializadas, com investidores a começarem a participar em estratégias de rendimento nativas de criptomoedas.
Estas mudanças apontam para uma verdade central: o Bitcoin e os ativos criptográficos estão a passar de "instrumentos de especulação marginal" para se integrarem gradualmente no sistema de crédito e na estrutura de ativos fundamentais das finanças tradicionais. Bancos, fundos de pensões, bancos privados e outros centros de poder financeiro já entraram totalmente nesta tendência. Quando estes gigantes evoluírem de uma auto-recommendação para uma fase de recomendação aos clientes, o ponto de viragem do mercado costuma estar já próximo.
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AirdropHunterXM
· 2025-12-15 08:39
Meu Deus, finalmente cheguei, esta é a última confirmação da tendência principal.
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SilentObserver
· 2025-12-14 20:31
Espera aí, o Brasil realmente começou a configurar 3%? Agora as instituições realmente não vão mais fingir
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TokenDustCollector
· 2025-12-13 04:51
Espera aí, o Banco do Brasil recomenda alocar 3% em Bitcoin? Essa proporção soa bem, mas a verdadeira grande fatia ainda depende de quando as instituições vão fazer all-in.
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GasSavingMaster
· 2025-12-13 04:51
Porra, agora é sério, os gigantes estão a comprar na baixa
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BearMarketSurvivor
· 2025-12-13 04:38
Parece que os gigantes finalmente estão alinhados, mas não se precipite a celebrar. Este ritmo já vi antes, primeiro configurando por si próprios, depois recomendando aos clientes, e por fim, muitas vezes, acaba sendo a festa dos que ficam com o prejuízo.
A gestão de posições é a chave para sobreviver, o percentual de 3% o que indica? Indica que mesmo os bancos não se atrevem a ir ALL IN, a ideia de hedge de risco está claramente explicada.
A linha de abastecimento foi alongada, não se deixe levar pelo excesso de ganância.
Recentemente, o panorama financeiro global tem vindo a sofrer mudanças evidentes. Após os grandes bancos na América do Norte reconhecerem o Bitcoin como garantia e fundos de pensões na Ásia aumentarem as suas participações na MicroStrategy, também na América Latina chegam notícias de peso.
O maior banco privado do Brasil, o Itaú, aconselhou recentemente todos os investidores a alocar até 3% dos seus ativos em Bitcoin. Isto não é uma experiência isolada de um banco, mas uma tendência que está a varrer o mundo.
Do ponto de vista geográfico, esta rota de realocação de ativos já está bastante clara:
A região da América do Norte é liderada por gigantes como o JPMorgan, o Citigroup, entre outros, que estão a abrir gradualmente canais de empréstimo garantido por Bitcoin, proporcionando liquidez às transações. Os fundos de pensões na Ásia, que valem trilhões, estão a agir diretamente, adquirindo ativos relacionados com criptomoedas com dinheiro de verdade. As instituições financeiras na América do Sul seguem-na de perto, integrando oficialmente o Bitcoin no modelo padrão de alocação de ativos.
Dados na cadeia também confirmam esta tendência. Recentemente, mais de centenas de milhões de dólares foram transferidos de exchanges para plataformas de staking especializadas, com investidores a começarem a participar em estratégias de rendimento nativas de criptomoedas.
Estas mudanças apontam para uma verdade central: o Bitcoin e os ativos criptográficos estão a passar de "instrumentos de especulação marginal" para se integrarem gradualmente no sistema de crédito e na estrutura de ativos fundamentais das finanças tradicionais. Bancos, fundos de pensões, bancos privados e outros centros de poder financeiro já entraram totalmente nesta tendência. Quando estes gigantes evoluírem de uma auto-recommendação para uma fase de recomendação aos clientes, o ponto de viragem do mercado costuma estar já próximo.