O ano de 2025 marca uma viragem histórica na abordagem aos ativos criptográficos a nível global. Em vez de estratégias de proibição ou reação, os países principais passaram a construir quadros legais adequados. A União Europeia continua a implementar o quadro MiCA, criando um padrão unificado desde a licença de plataformas até à proteção do investidor. Muitas outras economias importantes também optaram por modelos de gestão controlada em vez de rejeitar completamente, refletindo a consciência de que os ativos criptográficos se tornaram uma parte inseparável do ecossistema financeiro moderno.
EUA moldam a direção da classificação jurídica
Nos Estados Unidos, 2025 testemunha uma mudança da estratégia de “aplicação prioritária” para a construção de um quadro legal proativo. Uma das principais prioridades é esclarecer os limites de jurisdição entre a (SEC) e a (CFTC).
Os projetos de lei em discussão visam uma classificação clara: Bitcoin e ativos altamente descentralizados podem ser classificados como commodities sob supervisão da CFTC, enquanto tokens que envolvem captação de recursos ou estão sob controle de grandes organizações ficarão sob a jurisdição da SEC.
Outro foco importante é a regulamentação dos stablecoins. O Congresso dos EUA está a promover requisitos para que os stablecoins sejam lastreados 1:1 por ativos seguros, como títulos do tesouro ou depósitos bancários, para manter o papel central do dólar americano e limitar riscos sistêmicos. Ao mesmo tempo, a forte participação de instituições financeiras tradicionais neste setor—desde serviços de custódia até produtos como ETFs de Bitcoin—está a criar pressão para aprimorar o quadro legal, garantindo transparência e segurança dos ativos.
Vietname: passo de “zona cinzenta” para quadro de testes
Neste contexto, o Vietname tem dado passos bastante notáveis. Em 2025, o Parlamento aprovou a Lei de Indústria de Tecnologia Digital 2025, reconhecendo pela primeira vez a criptomoeda como uma forma de ativo digital de propriedade e negociação legal—embora não permita o uso como meio de pagamento. Esta lei entra em vigor a partir de 1/1/2026, estabelecendo uma base legal importante para o ecossistema blockchain nacional.
Além disso, o Governo promulgou a Resolução 05/2025/NQ-CP, permitindo a implementação de um mercado de ativos criptográficos em fase de teste por 5 anos. Esta resolução define claramente a diferença entre ativos digitais e ativos criptográficos, excluindo valores mobiliários, moedas fiduciárias e criptomoedas emitidas pelo banco central.
Quadro de gestão: requisitos de transparência e controle de riscos
O sandbox legal permite que todas as atividades de emissão, negociação e pagamento relacionadas a ativos criptográficos sejam realizadas em đồng Việt Nam e através de entidades licenciadas. O mecanismo de gestão divide responsabilidades entre o Ministério das Finanças, o Banco Central e o Ministério do Interior, visando equilibrar a promoção da inovação tecnológica com o controle de riscos financeiros, cibersegurança e combate ao crime digital.
As regulamentações associadas estabelecem requisitos de KYC/AML, limites para o público-alvo das ofertas e um cronograma para transferir ativos de plataformas internacionais para investidores domésticos em 6 meses. Violações estão sujeitas a sanções administrativas, com penalidades máximas para organizações sem licença.
Por que o Vietname precisa legalizar
Antes de um quadro legal claro, o Vietname já era um dos mercados com maior participação em ativos criptográficos. Milhões de cidadãos possuem Bitcoin, Ethereum e outros tokens, gerando um volume elevado de transações em plataformas internacionais. Como resultado, há fluxo de capital para fora do sistema financeiro nacional, dificultando a gestão.
Legalizar visa trazer essa atividade para dentro da supervisão, minimizando riscos como fraudes, lavagem de dinheiro e fuga de divisas. Medidas de controle de fluxo de capital, requisitos de transparência e ferramentas de monitoramento protegerão os pequenos investidores e estabilizarão o mercado financeiro.
Recomendações para 2025–2026
Aprimorar orientações de implementação: É necessário criar documentos detalhados para órgãos reguladores e empresas, a fim de reduzir lacunas legais durante a transição.
Estabelecer mecanismos de monitoramento de riscos: Reforçar relatórios, provisões de risco e padrões de custódia para proteger os ativos dos investidores.
Aumentar a capacitação de profissionais: Capacitar gestores, especialistas jurídicos e forças de execução para lidar com disputas tecnológicas avançadas.
Cooperação internacional: Participar de fóruns globais para trocar experiências sobre AML/KYC, padrões tecnológicos e políticas de stablecoin.
Apoiar inovação no sandbox: Alocar recursos para que empresas possam testar, desde infraestrutura técnica até modelos de negócio compatíveis com regulamentos.
Conclusão: gestão proativa ou reativa?
O ano de 2025 confirma uma realidade: ativos criptográficos não são mais uma ocorrência marginal, mas parte do cenário financeiro global. O Vietname, ao estabelecer um quadro legal de teste, busca equilibrar incentivo à inovação e controle de riscos. Economias maiores como os EUA concentram-se na classificação jurídica e na estabilidade do ecossistema.
O período 2025–2026 passará de construção de quadros legais para implementação, fiscalização eficaz e ajuste de políticas com base em dados reais. O resultado final determinará se o mercado de ativos criptográficos se desenvolverá de forma sustentável, segura e integrada no sistema financeiro tradicional.
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2025: Ano em que países estrangeiros legalizaram ativos criptográficos no novo contexto
Sinal global: de proibição a gestão
O ano de 2025 marca uma viragem histórica na abordagem aos ativos criptográficos a nível global. Em vez de estratégias de proibição ou reação, os países principais passaram a construir quadros legais adequados. A União Europeia continua a implementar o quadro MiCA, criando um padrão unificado desde a licença de plataformas até à proteção do investidor. Muitas outras economias importantes também optaram por modelos de gestão controlada em vez de rejeitar completamente, refletindo a consciência de que os ativos criptográficos se tornaram uma parte inseparável do ecossistema financeiro moderno.
EUA moldam a direção da classificação jurídica
Nos Estados Unidos, 2025 testemunha uma mudança da estratégia de “aplicação prioritária” para a construção de um quadro legal proativo. Uma das principais prioridades é esclarecer os limites de jurisdição entre a (SEC) e a (CFTC).
Os projetos de lei em discussão visam uma classificação clara: Bitcoin e ativos altamente descentralizados podem ser classificados como commodities sob supervisão da CFTC, enquanto tokens que envolvem captação de recursos ou estão sob controle de grandes organizações ficarão sob a jurisdição da SEC.
Outro foco importante é a regulamentação dos stablecoins. O Congresso dos EUA está a promover requisitos para que os stablecoins sejam lastreados 1:1 por ativos seguros, como títulos do tesouro ou depósitos bancários, para manter o papel central do dólar americano e limitar riscos sistêmicos. Ao mesmo tempo, a forte participação de instituições financeiras tradicionais neste setor—desde serviços de custódia até produtos como ETFs de Bitcoin—está a criar pressão para aprimorar o quadro legal, garantindo transparência e segurança dos ativos.
Vietname: passo de “zona cinzenta” para quadro de testes
Neste contexto, o Vietname tem dado passos bastante notáveis. Em 2025, o Parlamento aprovou a Lei de Indústria de Tecnologia Digital 2025, reconhecendo pela primeira vez a criptomoeda como uma forma de ativo digital de propriedade e negociação legal—embora não permita o uso como meio de pagamento. Esta lei entra em vigor a partir de 1/1/2026, estabelecendo uma base legal importante para o ecossistema blockchain nacional.
Além disso, o Governo promulgou a Resolução 05/2025/NQ-CP, permitindo a implementação de um mercado de ativos criptográficos em fase de teste por 5 anos. Esta resolução define claramente a diferença entre ativos digitais e ativos criptográficos, excluindo valores mobiliários, moedas fiduciárias e criptomoedas emitidas pelo banco central.
Quadro de gestão: requisitos de transparência e controle de riscos
O sandbox legal permite que todas as atividades de emissão, negociação e pagamento relacionadas a ativos criptográficos sejam realizadas em đồng Việt Nam e através de entidades licenciadas. O mecanismo de gestão divide responsabilidades entre o Ministério das Finanças, o Banco Central e o Ministério do Interior, visando equilibrar a promoção da inovação tecnológica com o controle de riscos financeiros, cibersegurança e combate ao crime digital.
As regulamentações associadas estabelecem requisitos de KYC/AML, limites para o público-alvo das ofertas e um cronograma para transferir ativos de plataformas internacionais para investidores domésticos em 6 meses. Violações estão sujeitas a sanções administrativas, com penalidades máximas para organizações sem licença.
Por que o Vietname precisa legalizar
Antes de um quadro legal claro, o Vietname já era um dos mercados com maior participação em ativos criptográficos. Milhões de cidadãos possuem Bitcoin, Ethereum e outros tokens, gerando um volume elevado de transações em plataformas internacionais. Como resultado, há fluxo de capital para fora do sistema financeiro nacional, dificultando a gestão.
Legalizar visa trazer essa atividade para dentro da supervisão, minimizando riscos como fraudes, lavagem de dinheiro e fuga de divisas. Medidas de controle de fluxo de capital, requisitos de transparência e ferramentas de monitoramento protegerão os pequenos investidores e estabilizarão o mercado financeiro.
Recomendações para 2025–2026
Aprimorar orientações de implementação: É necessário criar documentos detalhados para órgãos reguladores e empresas, a fim de reduzir lacunas legais durante a transição.
Estabelecer mecanismos de monitoramento de riscos: Reforçar relatórios, provisões de risco e padrões de custódia para proteger os ativos dos investidores.
Aumentar a capacitação de profissionais: Capacitar gestores, especialistas jurídicos e forças de execução para lidar com disputas tecnológicas avançadas.
Cooperação internacional: Participar de fóruns globais para trocar experiências sobre AML/KYC, padrões tecnológicos e políticas de stablecoin.
Apoiar inovação no sandbox: Alocar recursos para que empresas possam testar, desde infraestrutura técnica até modelos de negócio compatíveis com regulamentos.
Conclusão: gestão proativa ou reativa?
O ano de 2025 confirma uma realidade: ativos criptográficos não são mais uma ocorrência marginal, mas parte do cenário financeiro global. O Vietname, ao estabelecer um quadro legal de teste, busca equilibrar incentivo à inovação e controle de riscos. Economias maiores como os EUA concentram-se na classificação jurídica e na estabilidade do ecossistema.
O período 2025–2026 passará de construção de quadros legais para implementação, fiscalização eficaz e ajuste de políticas com base em dados reais. O resultado final determinará se o mercado de ativos criptográficos se desenvolverá de forma sustentável, segura e integrada no sistema financeiro tradicional.