Butão une-se à Sei na implementação de validadores e na exploração da tokenização, fundos soberanos apostando em infraestrutura blockchain

21 de janeiro de 2024, notícias confirmam que o Reino do Butão irá implementar e operar oficialmente validadores da rede Sei no primeiro trimestre de 2026, um passo importante na estratégia do país para promover a economia digital e a estratégia nacional de blockchain. Esses validadores serão lançados em parceria entre a Sei Development Foundation e a equipe técnica do fundo soberano do Butão, Druk Holding & Investments (DHI), marcando o início da participação direta do Butão na infraestrutura de blockchain em nível nacional.

Phuntsho Namgay, chefe do departamento de inovação e tecnologia da DHI, afirmou que a colaboração com a Sei não só elevará a posição do Butão na rede global de blockchain, mas também abrirá novos caminhos de crescimento para avaliação de ativos digitais, fintech e pesquisa científica. Essa iniciativa é vista como uma etapa crucial na promoção da digitalização soberana e na integração da economia Web3 pelo Butão.

Na rede Sei, os validadores são os nós centrais do sistema de prova de participação (PoS), responsáveis por empacotar blocos, confirmar transações e participar das votações de governança do protocolo. Para um país, operar validadores significa não apenas contribuir para a segurança da rede, mas também ter voz nas regras e atualizações da cadeia, o que é especialmente importante para futuras aplicações de blockchain em nível nacional.

Eleanor Davis, responsável por ciência e inovação na Sei Development Foundation, revelou que a colaboração do Butão com a Sei não se limitará aos validadores. A próxima fase explorará cenários de pagamento, tokenização de ativos e identidade digital. Isso indica que o Butão poderá gradualmente integrar ativos soberanos, serviços públicos e até o sistema financeiro na cadeia, criando um hub global de blockchain, finanças e dados.

De fato, o Butão já está na vanguarda do setor de criptomoedas e blockchain. Aproximadamente 800 mil residentes usam um sistema de identidade descentralizado baseado em Ethereum para acessar serviços governamentais. Além disso, o país detém a quinta maior reserva de Bitcoin do mundo, com cerca de 11.286 BTC, avaliada em mais de 1 bilhão de dólares, parte dos quais já foi utilizada na construção de sua zona administrativa especial, a “Cidade da Consciência de Glaip”.

O Butão não é o único país ou instituição apostando na economia de validadores. A Deutsche Telekom já opera validadores em redes como Injective, Polygon e Celo, enquanto o Google Cloud atua como nó de validação central na rede Cronos. Essa tendência mostra que os validadores estão se tornando uma porta de entrada fundamental para países e grandes organizações participarem da governança e distribuição de lucros na blockchain.

Com a adesão do Butão à rede de validadores Sei, sua estratégia de tokenização, pagamentos na cadeia e aplicações Web3 de nível soberano tem atraído grande atenção de capitais criptográficos e desenvolvedores globais.

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