Há apenas duas semanas, a Tailândia enfrentou uma escolha histórica. As eleições parlamentares realizaram-se a 8 de fevereiro, das 8h00 às 17h00, horário local, sendo um evento de grande importância para o futuro do país. A Comissão Eleitoral supervisiona o processo de votação, que determinará a estrutura de poder nos próximos anos.
A Comissão Eleitoral regula o decorrer da votação e da contagem
A Comissão Eleitoral tailandesa confirma que participaram nas eleições 57 partidos políticos, concorrendo a 500 lugares na câmara baixa do parlamento. Ao mesmo tempo, os eleitores irão decidir entre mais de 90 candidatos ao cargo de primeiro-ministro. A Comissão Eleitoral estabeleceu 9 de abril como prazo final para a conclusão da contagem oficial dos votos, garantindo tempo suficiente para a verificação dos resultados.
O processo legislativo deve avançar de acordo com um cronograma rigoroso. O parlamento recém-eleito será obrigado a reunir-se na primeira sessão dentro de 15 dias após a aprovação dos resultados. Nessa sessão, os deputados elegerão o presidente da câmara, e posteriormente iniciarão o procedimento de eleição do primeiro-ministro por votação no parlamento.
O referendo constitucional mudará a face das instituições de poder
Paralelamente às eleições parlamentares, a Tailândia realiza um referendo constitucional. Os cidadãos decidirão se autorizam o parlamento a iniciar o procedimento de alteração da constituição. Essa decisão pode ter um impacto potencialmente enorme, pois a atual constituição data de 2017 e foi implementada pelas forças militares no poder.
O referendo representa uma oportunidade de alterar os quadros jurídicos fundamentais do país. Se os cidadãos derem o seu consentimento, o processo constitucional poderá abrir caminho para reformas institucionais significativas, que têm sido adiadas desde a instalação do atual regime militar. A Comissão Eleitoral será responsável por supervisionar esse processo de referendo e garantir a sua integridade.
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Tailândia: a comissão eleitoral supervisiona eleições parlamentares históricas e referendo
Há apenas duas semanas, a Tailândia enfrentou uma escolha histórica. As eleições parlamentares realizaram-se a 8 de fevereiro, das 8h00 às 17h00, horário local, sendo um evento de grande importância para o futuro do país. A Comissão Eleitoral supervisiona o processo de votação, que determinará a estrutura de poder nos próximos anos.
A Comissão Eleitoral regula o decorrer da votação e da contagem
A Comissão Eleitoral tailandesa confirma que participaram nas eleições 57 partidos políticos, concorrendo a 500 lugares na câmara baixa do parlamento. Ao mesmo tempo, os eleitores irão decidir entre mais de 90 candidatos ao cargo de primeiro-ministro. A Comissão Eleitoral estabeleceu 9 de abril como prazo final para a conclusão da contagem oficial dos votos, garantindo tempo suficiente para a verificação dos resultados.
O processo legislativo deve avançar de acordo com um cronograma rigoroso. O parlamento recém-eleito será obrigado a reunir-se na primeira sessão dentro de 15 dias após a aprovação dos resultados. Nessa sessão, os deputados elegerão o presidente da câmara, e posteriormente iniciarão o procedimento de eleição do primeiro-ministro por votação no parlamento.
O referendo constitucional mudará a face das instituições de poder
Paralelamente às eleições parlamentares, a Tailândia realiza um referendo constitucional. Os cidadãos decidirão se autorizam o parlamento a iniciar o procedimento de alteração da constituição. Essa decisão pode ter um impacto potencialmente enorme, pois a atual constituição data de 2017 e foi implementada pelas forças militares no poder.
O referendo representa uma oportunidade de alterar os quadros jurídicos fundamentais do país. Se os cidadãos derem o seu consentimento, o processo constitucional poderá abrir caminho para reformas institucionais significativas, que têm sido adiadas desde a instalação do atual regime militar. A Comissão Eleitoral será responsável por supervisionar esse processo de referendo e garantir a sua integridade.