O Japão possui 9 milhões de casas vazias e abandonadas.


Até 2038, estima-se que esse número atingirá uma de cada três propriedades.
Grande parte delas é comercializada a preços quase simbólicos.
O governo assume entre 30% e 75% dos custos de reabilitação. Além disso, o Japão não impede a compra por estrangeiros, que têm os mesmos direitos que os próprios cidadãos.
Não é uma opção para todos, mas guarda uma semelhança impressionante com os programas de casas por 1€ na Itália, que na altura foram considerados uma estratégia publicitária e hoje atraem compradores sérios em vilas da Sicília e Sardenha.
O mercado japonês de habitações desocupadas representa uma oportunidade real para quem estiver disposto a olhar onde outros não olham.
Em Kyushu, por exemplo, pode-se encontrar casas prontas para morar por entre 15.000 e 20.000 dólares, em localidades com águas termais, marisco fresco e ligação direta ao Shinkansen.
Tenho pensado em explorá-lo pessoalmente ao longo deste ano, porque a qualidade de vida no Japão parece ser extraordinária.
Estamos perante uma das grandes oportunidades imobiliárias ignoradas na Ásia neste momento?
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