Recentemente percebi que estou muito mais sensível a “perda flutuante” do que a “ganho flutuante”… Quando estou no lucro na tela, ainda consigo navegar no Twitter e comer um lanche noturno, mas quando começo a perder um pouco, fico abrindo repetidamente a carteira para verificar, mesmo sem ter vendido ou perdido um centavo, meu cérebro automaticamente interpreta como se já tivesse “perdido”. Em resumo, é aversão à perda, aquela sensação de que a perda está sempre te lembrando: você vai acabar sendo enganado de novo.



Eu, como um colecionador de poeira, sou ainda mais absurdo, com uma posição cheia de ativos pouco populares e fragmentados, quando sobe, penso “ah, até que vai”, mas quando cai, começo a imaginar “será que esse piso realmente vai zerar?”. Recentemente, todo mundo tem falado sobre expectativa de redução de juros, índice do dólar, e os ativos de risco estão ficando ainda mais imprevisíveis, e eu me deixo levar pelo barulho… Então, agora estou praticando: não tentar “vencer” a situação a todo custo, apenas fazer duas coisas — olhar menos, e preparar antecipadamente as condições para decidir se devo aumentar ou diminuir. Por enquanto, é isso, o sono é mais importante.
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