Hoje de manhã, olhando o mar, uma onda de maré alta voltou, de repente pensei na “forma de trabalhar” na temporada de airdrops recente... A plataforma de tarefas está ficando cada vez mais rigorosa contra as bruxas, e quando a tabela de pontos é aberta, todo mundo compete como se fosse marcar ponto. Mas, na verdade, no final você ainda recebe uma pilha de “confiança”: se o projeto é realmente confiável ou não.



Eu, esse novato, que não consegue ler o código detalhadamente no GitHub, só fico de olho em três coisas pequenas: se as atualizações são contínuas (não pode ser só uma ou duas vezes e depois parar), se várias pessoas estão relatando issues/ corrigindo bugs (só uma pessoa se divertindo sozinha dá um pouco de desconfiança), se as mudanças importantes estão bem explicadas (aquele “misc fixes” eu já questiono direto). O relatório de auditoria também não deve ser tratado como um amuleto, eu verifico se ele lista problemas de alto risco, se no final está “corrigido” ou “aceitando risco”, e se a instituição de auditoria é pelo menos alguém que já ouviu falar, senão é só pagar por um PDF.

O mais importante é a atualização do multi-assinatura: quem pode alterar o contrato, mudar os parâmetros, movimentar fundos? Eu verifico se os signatários são dispersos, se o limite de assinatura é razoável, se há atraso (para dar tempo de reação), quanto mais parecer “uma pessoa manda”, mais frio fico. A conclusão é: não espere entender a verdade de uma só olhada, apenas revise todos os “vestígios do processo” que possam ser verificados, e o resto… qual vocês acham que é o item mais fácil de negligenciar?
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