Acabei de ver que Igor Runets, CEO da BitRiver, foi preso por acusações de evasão fiscal no final de janeiro. Timing complicado para uma grande operação de mineração de bitcoin. O cara aparentemente ocultou ativos no valor de milhões—seu patrimônio proveniente das operações de mineração estava em torno de $230M no final do ano passado, então sim, é muita coisa para esconder.



A BitRiver passou por momentos difíceis, para ser honesto. Fundada em 2017, tornou-se uma das maiores empresas de mineração de bitcoin na Rússia, operando grandes data centers na Sibéria. Mas então as sanções dos EUA chegaram em 2022 devido à situação na Ucrânia, e as coisas simplesmente desandaram. Bancos pararam de trabalhar com eles, fornecedores processaram, funcionários não receberam pagamento em dia. Agora, com o CEO em prisão domiciliar enfrentando acusações fiscais, é de se perguntar o que acontece a seguir com toda a operação.

A empresa tem tentado se manter à tona apesar de tudo isso, mas a infraestrutura de mineração de bitcoin na Rússia está basicamente tóxica neste momento. Entre sanções, problemas legais e agora essa prisão, fica difícil imaginar como eles vão se recuperar. Curioso se outras operações de mineração por lá estão preocupadas com suas próprias questões de conformidade.
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