De acordo com a Gate News, em 18 de março, o analista da Ebury, Matthew Ryan, afirmou que os conflitos no Médio Oriente tornam mais provável que o Banco Central Europeu (BCE) aumente as taxas de juro na próxima reunião, em vez de as reduzir. Ele destacou que o BCE costuma ignorar o impacto de choques de oferta, mas a recente escalada da inflação na zona euro, após o conflito Rússia-Ucrânia, pode torná-lo mais atento aos efeitos secundários. Mesmo antes do início do conflito, dados incluindo aumentos significativos nos salários negociados já indicavam essa tendência. Matthew Ryan acredita que, na reunião de quinta-feira, a presidente do BCE, Christine Lagarde, provavelmente dirá que o banco não permitirá que uma inflação perigosa atinja níveis insustentáveis. Dados da LSEG mostram que os investidores esperam que as taxas de juro na zona euro subam cerca de 36 pontos base até ao final do ano.