Principais Conclusões:
A procura institucional por infraestrutura de ativos digitais está a aumentar e a Ripple está a expandir-se no Brasil. A empresa está a estabelecer-se como uma plataforma única para bancos e fintechs que entram na economia através da blockchain.

A Ripple está a lançar um conjunto de serviços para instituições. A oferta combina pagamentos transfronteiriços com uma plataforma de custódia, liquidez e gestão de tesouraria. Isto posiciona a Ripple como uma das poucas no setor a oferecer toda a cadeia financeira.
Outra iniciativa aprovada pela empresa foi a intenção de solicitar uma licença de Provedor de Serviços de Ativos Virtuais junto do Banco Central do Brasil. A mudança está alinhada com a regulamentação dinâmica de criptomoedas no país e com a filosofia da Ripple de priorizar a conformidade. O Brasil é também um mercado central na América Latina, com forte uso de fintechs e um sistema de pagamentos digitais em crescimento.
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A rede de pagamentos é o núcleo das estratégias da Ripple. Ela já facilitou transações superiores a 100 mil milhões de dólares em todo o mundo e permite transferências em mais de 60 mercados. O sistema já é utilizado por várias instituições financeiras no Brasil para aumentar a velocidade e transparência.
Estas integrações focam aplicações reais, como gestão de liquidez e liquidações mais rápidas.
A Ripple também está a lançar uma solução de custódia brasileira. A plataforma oferece a segurança de bancos, medidas de conformidade e integração com soluções de análise blockchain. Facilita o armazenamento seguro e suporta negociações, pagamentos e processos de tokenização.
A infraestrutura já é utilizada por parceiros como CRX e Justoken para emitir ativos tokenizados, incluindo ativos do mundo real. Isto indica uma crescente necessidade de regulamentação em soluções de custódia à medida que as instituições entram em mais ativos digitais.

A Ripple tem uma stablecoin baseada em USD, a RLUSD, que está a crescer rapidamente na região. Com uma capitalização de mercado superior a 1,5 mil milhões de dólares, a RLUSD é voltada para o setor institucional e regulável pelas duas autoridades.
Já está presente em plataformas regionais importantes e fintechs, contribuindo para a adoção. A stablecoin faz parte do ecossistema mais amplo da Ripple e pode ser usada sem limitações em pagamentos, negociações e liquidações.
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As plataformas de corretagem primária e tesouraria também são serviços financeiros altamente sofisticados oferecidos pela Ripple. Essas ferramentas permitem às instituições:
A integração desses serviços permitirá à Ripple ajudar os bancos a modernizar suas operações, sem recorrer a sistemas fragmentados. Este crescimento reflete uma tendência mais ampla de uso de infraestrutura blockchain por instituições financeiras tradicionais, numa tentativa de manter relevância nos mercados internacionais.