Conteúdo do gigante de assinaturas OnlyFans, o cérebro por trás, Leonid Radvinsky, faleceu. Este bilionário de origem ucraniana-americana, após uma longa luta contra o câncer, faleceu tragicamente a 20 de março, aos 43 anos. Radvinsky, com uma visão empresarial aguçada, transformou o OnlyFans de um site de nicho numa potência avaliada em dezenas de bilhões de dólares, influenciando profundamente o modelo de receita dos criadores na era digital.
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A maior plataforma de assinaturas de conteúdo adulto, OnlyFans, confirmou hoje (23) que seu principal acionista, o empresário de origem ucraniana-americana Leonid Radvinsky, faleceu em 20 de março devido ao câncer. Este magnata discreto, após uma longa batalha contra a doença, faleceu serenamente, e sua família pediu privacidade neste momento difícil.
Radvinsky nasceu na cidade portuária de Odessa, na Ucrânia, e mudou-se para Chicago, nos EUA, na infância. Em 2018, adquiriu a maior parte das ações da empresa-mãe do OnlyFans, Fenix International Ltd., de seu fundador, Tim Stokely. Na época, o OnlyFans ainda era uma startup, mas sob sua liderança e com o impulso da pandemia de COVID-19, a plataforma cresceu rapidamente, tornando-se um fenômeno cultural e comercial global.
Sob sua direção, o OnlyFans revolucionou a indústria de conteúdo adulto e a economia dos influenciadores, permitindo que criadores cobrem assinaturas e gorjetas diretamente dos fãs, retendo 20% dessa receita. Segundo avaliações recentes, a fortuna de Radvinsky ultrapassou 47 bilhões de dólares em 2026.
Apesar de atuar numa indústria controversa, Radvinsky raramente concedia entrevistas. Segundo comunicado oficial, ele apoiou várias causas beneficentes, incluindo o Centro de Câncer Memorial Sloan-Kettering (MSKCC), iniciativas de software de código aberto e organizações de proteção animal. Após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia em 2022, também doou fundos significativos para ajuda na Ucrânia.
Sobre o futuro da empresa, o mercado já notou, em 2024, que Radvinsky vinha planejando a transferência de seus ativos. Relatórios indicam que, em 2024, ele transferiu a propriedade da sua empresa para um fundo fiduciário (Trust), garantindo a estabilidade operacional mesmo em caso de imprevistos. Além disso, rumores apontam que a empresa estaria considerando vender a maior parte de suas ações para a firma de investimentos Architect Capital, com uma avaliação que pode chegar a 55 bilhões de dólares.