Recentemente, a história do mercado de petróleo bruto tem sido um pouco complexa. Na quarta-feira, durante a sessão asiática, as medidas de pressão do governo Trump contra a Venezuela deram uma pausa temporária aos preços do petróleo, que se recuperaram de uma baixa desde o ano passado. Mas, para ser honesto, essa recuperação pareceu efêmera — a sombra de excesso de oferta global continua presente, de Oriente Médio a Estados Unidos, e o mercado está impregnado de um sentimento de cansaço.
Os fundamentos parecem não estar muito favoráveis. A Agência Internacional de Energia prevê que este ano enfrentará o maior excesso de oferta desde o início da pandemia, o que não é uma notícia positiva. A OPEP+ está acelerando a liberação de capacidade ociosa, e outros países produtores também estão aumentando a produção, resultando em uma pressão de baixa nos preços do petróleo ao longo do ano. Além disso, os traders ainda estão ponderando sobre a possibilidade de negociações de paz na Ucrânia — se houver progresso, as restrições às exportações de petróleo russo podem ser relaxadas, o que aumentaria a oferta.
Do ponto de vista técnico, o WTI está passando por momentos difíceis. O preço oscila em torno de 56,45 dólares, tendo já rompido vários níveis de suporte. Após uma recuperação do ponto mais baixo de 54,87 dólares, o preço está testando uma zona de resistência, e parece que as vendas estão começando a se intensificar. O mais importante é que o preço está abaixo da linha de tendência de baixa, e a média móvel de 100 dias já cruzou abaixo da média de 200 dias, sinalizando que a pressão de baixa ainda persiste.
A retração de Fibonacci entre o pico de 57,88 dólares e o fundo de 54,87 dólares nos fornece algumas referências. O nível de retração de 38,2% está em 56,10 dólares, e o ponto de retração de 50% fica próximo de 56,44 dólares — esses são os limites que os touros precisam defender agora. Se a correção for maior, o preço pode testar a retração de 61,8%, em 56,78 dólares.
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Recentemente, a história do mercado de petróleo bruto tem sido um pouco complexa. Na quarta-feira, durante a sessão asiática, as medidas de pressão do governo Trump contra a Venezuela deram uma pausa temporária aos preços do petróleo, que se recuperaram de uma baixa desde o ano passado. Mas, para ser honesto, essa recuperação pareceu efêmera — a sombra de excesso de oferta global continua presente, de Oriente Médio a Estados Unidos, e o mercado está impregnado de um sentimento de cansaço.
Os fundamentos parecem não estar muito favoráveis. A Agência Internacional de Energia prevê que este ano enfrentará o maior excesso de oferta desde o início da pandemia, o que não é uma notícia positiva. A OPEP+ está acelerando a liberação de capacidade ociosa, e outros países produtores também estão aumentando a produção, resultando em uma pressão de baixa nos preços do petróleo ao longo do ano. Além disso, os traders ainda estão ponderando sobre a possibilidade de negociações de paz na Ucrânia — se houver progresso, as restrições às exportações de petróleo russo podem ser relaxadas, o que aumentaria a oferta.
Do ponto de vista técnico, o WTI está passando por momentos difíceis. O preço oscila em torno de 56,45 dólares, tendo já rompido vários níveis de suporte. Após uma recuperação do ponto mais baixo de 54,87 dólares, o preço está testando uma zona de resistência, e parece que as vendas estão começando a se intensificar. O mais importante é que o preço está abaixo da linha de tendência de baixa, e a média móvel de 100 dias já cruzou abaixo da média de 200 dias, sinalizando que a pressão de baixa ainda persiste.
A retração de Fibonacci entre o pico de 57,88 dólares e o fundo de 54,87 dólares nos fornece algumas referências. O nível de retração de 38,2% está em 56,10 dólares, e o ponto de retração de 50% fica próximo de 56,44 dólares — esses são os limites que os touros precisam defender agora. Se a correção for maior, o preço pode testar a retração de 61,8%, em 56,78 dólares.