#美联储降息 O investidor lendário Rogers de repente esvaziou todas as ações nos EUA, nem mesmo deixou gigantes tecnológicos. Este veterano investidor, cofundador do Quantum Fund com Soros, que já passou dos oitenta anos, continua a apostar forte — o que será que ele está pensando por trás disso?
A lógica dele é bastante direta. A dívida global já atingiu 338 trilhões de dólares, e os EUA continuam a acrescentar 44 bilhões de dólares em dívidas todos os dias. Ainda mais impressionante, os juros anuais da dívida pública dos EUA já ultrapassaram o orçamento de defesa. Do lado do Banco do Japão, a situação é ainda mais preocupante, com montanhas de títulos do governo acumulados. Rogers faz a previsão: "Até 2026, uma crise financeira sem precedentes está a caminho."
Não é só uma questão de dívida. Ele também aponta que o mercado de ações atual é idêntico ao da bolha da internet de 1999 — a febre de IA está inflando avaliações astronômicas por toda parte. Zuckerberg está a liquidar suas ações, Bezos também, e até os empreendedores que promovem a revolução da IA, na verdade, estão a colher lucros silenciosamente. Um projeto de IA que valia bilhões, depois revelou-se que era apenas código manual, não uma geração automática de IA de verdade.
Diante dessa crise, a resposta de Rogers é simples e direta — manter dinheiro em caixa e investir em prata. Mas o mais interessante é que, em meio a um clima global de pessimismo, ele foi o único a não se retirar do mercado de ações da China. Desde sua primeira visita à China em 1984 até hoje, ele acompanhou o país por quarenta anos. O que ele vê não são apenas números superficiais, mas a cultura de poupança enraizada, a dedicação à educação, a resiliência do trabalhador. Com a recente atualização industrial e os investimentos em infraestrutura, ele acredita que a estabilidade da economia chinesa pode ser, em 2026, o refúgio mais seguro diante da tempestade financeira.
Isso nos faz pensar: em um cenário de redução de ativos globais, com mercados de criptomoedas e ativos tradicionais em forte disputa, o investidor comum deve o quê fazer? Seguir a tendência de esvaziar as ações nos EUA ou antecipar-se e investir em mercados com potencial de crescimento? Cada um tem sua tolerância ao risco, mas uma coisa é certa — esperar passivamente nunca é melhor do que agir proativamente. E você, o que escolheria?
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
11 gostos
Recompensa
11
7
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
ILCollector
· 01-03 21:36
O Roger é realmente perspicaz... Mas ainda é cedo para 2026, o mais importante é como fazer a venda nesta onda.
#美联储降息 O investidor lendário Rogers de repente esvaziou todas as ações nos EUA, nem mesmo deixou gigantes tecnológicos. Este veterano investidor, cofundador do Quantum Fund com Soros, que já passou dos oitenta anos, continua a apostar forte — o que será que ele está pensando por trás disso?
A lógica dele é bastante direta. A dívida global já atingiu 338 trilhões de dólares, e os EUA continuam a acrescentar 44 bilhões de dólares em dívidas todos os dias. Ainda mais impressionante, os juros anuais da dívida pública dos EUA já ultrapassaram o orçamento de defesa. Do lado do Banco do Japão, a situação é ainda mais preocupante, com montanhas de títulos do governo acumulados. Rogers faz a previsão: "Até 2026, uma crise financeira sem precedentes está a caminho."
Não é só uma questão de dívida. Ele também aponta que o mercado de ações atual é idêntico ao da bolha da internet de 1999 — a febre de IA está inflando avaliações astronômicas por toda parte. Zuckerberg está a liquidar suas ações, Bezos também, e até os empreendedores que promovem a revolução da IA, na verdade, estão a colher lucros silenciosamente. Um projeto de IA que valia bilhões, depois revelou-se que era apenas código manual, não uma geração automática de IA de verdade.
Diante dessa crise, a resposta de Rogers é simples e direta — manter dinheiro em caixa e investir em prata. Mas o mais interessante é que, em meio a um clima global de pessimismo, ele foi o único a não se retirar do mercado de ações da China. Desde sua primeira visita à China em 1984 até hoje, ele acompanhou o país por quarenta anos. O que ele vê não são apenas números superficiais, mas a cultura de poupança enraizada, a dedicação à educação, a resiliência do trabalhador. Com a recente atualização industrial e os investimentos em infraestrutura, ele acredita que a estabilidade da economia chinesa pode ser, em 2026, o refúgio mais seguro diante da tempestade financeira.
Isso nos faz pensar: em um cenário de redução de ativos globais, com mercados de criptomoedas e ativos tradicionais em forte disputa, o investidor comum deve o quê fazer? Seguir a tendência de esvaziar as ações nos EUA ou antecipar-se e investir em mercados com potencial de crescimento? Cada um tem sua tolerância ao risco, mas uma coisa é certa — esperar passivamente nunca é melhor do que agir proativamente. E você, o que escolheria?