Ao falar da Lei de Estrutura do Mercado de Criptomoedas (CLARITY Act) que os EUA pretendem impulsionar no Senado em 2026, na verdade não é tão complicado — resumidamente, trata-se de dar "reconhecimento" e "delimitação" ao setor, transformando a supervisão de "gestão múltipla" para "cada um no seu papel".
Vamos às principais mudanças. Primeiro, a divisão de responsabilidades regulatórias finalmente ficou clara. A SEC ficará responsável pelos tokens de valores mobiliários, enquanto a CFTC comandará as negociações de commodities digitais como Bitcoin e Ethereum, como contratos à vista de commodities digitais. Assim, o cenário de "conflito regulatório" poderá se acalmar, e os custos de conformidade das empresas poderão diminuir significativamente. Além disso, o sistema de licenças também será implementado — bolsas de negociação de commodities digitais e corretores precisarão se registrar, e as stablecoins também passarão a ser reguladas pelo governo federal (como a exigência de reserva de 100% do GENIUS Act), marcando a entrada do setor de "crescimento desordenado" para a era de "operações licenciadas".
Há ainda um ponto especialmente amigável: o projeto de lei deixa claro que os bancos podem oferecer serviços de custódia, garantia e pagamento de criptomoedas. Veja, instituições como Fidelity e Circle já obtiveram licença de banco fiduciário federal, o que significa que estão abrindo caminho para integrar o mundo financeiro tradicional com o universo cripto. Em termos de cronograma, o Senado planeja iniciar a análise na segunda semana de janeiro, enquanto a versão da Câmara dos Deputados foi aprovada em julho de 2025, com uma probabilidade estimada de aprovação total entre 50%-60%.
Por que dizemos que isso é o "tiro de largada" para o capital institucional? A razão é bastante direta. No passado, os grandes investidores não entravam em massa principalmente por causa da "falta de regras claras". Agora, com a lei implementada, tudo estará regulamentado — como fazer custódia, padronizar negociações, controlar riscos, tudo terá regras. Isso significa que bancos, gestoras de ativos e outros "exercícios regulares" poderão finalmente investir com segurança. A ansiedade quanto à conformidade diminui, e o fluxo de capital adicional começará a entrar de forma contínua, podendo se tornar a maior variável de mercado em 2026.
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VibesOverCharts
· 01-06 21:16
Já devia ter sido controlado, assim as instituições é que se atrevem a entrar
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DarkPoolWatcher
· 01-05 17:28
Ai, agora as instituições realmente vão entrar com tudo.
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SleepyArbCat
· 01-05 09:56
Parece que a indústria das criptomoedas finalmente vai ter ordem... Mas dormi demasiado durante o almoço, ainda não acordei completamente
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gm_or_ngmi
· 01-04 01:55
Hmm... então há uma probabilidade de 50% de ser chamado de "fuzil de partida"? Isso ainda é um empate de 50-50, não é?
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DecentralizedElder
· 01-04 01:55
Em resumo, é esperar que esta lei seja aprovada. Se realmente passar, os fundos institucionais poderão ser libertados, mas com uma taxa de aprovação de 50-60%... hmm, ainda mantenho uma visão pessimista.
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CexIsBad
· 01-04 01:54
Caramba, o CLARITY Act realmente vai chegar? Agora a grande força institucional finalmente pode entrar com tranquilidade
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IfIWereOnChain
· 01-04 01:54
Finalmente alguém esclareceu a questão, uma taxa de aprovação de 50-60% é realmente bastante sólida, só esperando a decisão final do Senado em janeiro.
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0xLostKey
· 01-04 01:44
Espera aí, achas que é possível uma taxa de aprovação de 50-60%? Parece ainda um pouco incerto, os políticos americanos têm truques bem elaborados.
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IntrovertMetaverse
· 01-04 01:33
Espera aí, será que realmente passa? Parece que sempre dizem que vão regulamentar, e no final...
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SorryRugPulled
· 01-04 01:26
Dizer que é bom, mas uma taxa de aprovação de 50-60% soa como jogar na sorte, não vá acabar sendo um projeto inacabado.
Ao falar da Lei de Estrutura do Mercado de Criptomoedas (CLARITY Act) que os EUA pretendem impulsionar no Senado em 2026, na verdade não é tão complicado — resumidamente, trata-se de dar "reconhecimento" e "delimitação" ao setor, transformando a supervisão de "gestão múltipla" para "cada um no seu papel".
Vamos às principais mudanças. Primeiro, a divisão de responsabilidades regulatórias finalmente ficou clara. A SEC ficará responsável pelos tokens de valores mobiliários, enquanto a CFTC comandará as negociações de commodities digitais como Bitcoin e Ethereum, como contratos à vista de commodities digitais. Assim, o cenário de "conflito regulatório" poderá se acalmar, e os custos de conformidade das empresas poderão diminuir significativamente. Além disso, o sistema de licenças também será implementado — bolsas de negociação de commodities digitais e corretores precisarão se registrar, e as stablecoins também passarão a ser reguladas pelo governo federal (como a exigência de reserva de 100% do GENIUS Act), marcando a entrada do setor de "crescimento desordenado" para a era de "operações licenciadas".
Há ainda um ponto especialmente amigável: o projeto de lei deixa claro que os bancos podem oferecer serviços de custódia, garantia e pagamento de criptomoedas. Veja, instituições como Fidelity e Circle já obtiveram licença de banco fiduciário federal, o que significa que estão abrindo caminho para integrar o mundo financeiro tradicional com o universo cripto. Em termos de cronograma, o Senado planeja iniciar a análise na segunda semana de janeiro, enquanto a versão da Câmara dos Deputados foi aprovada em julho de 2025, com uma probabilidade estimada de aprovação total entre 50%-60%.
Por que dizemos que isso é o "tiro de largada" para o capital institucional? A razão é bastante direta. No passado, os grandes investidores não entravam em massa principalmente por causa da "falta de regras claras". Agora, com a lei implementada, tudo estará regulamentado — como fazer custódia, padronizar negociações, controlar riscos, tudo terá regras. Isso significa que bancos, gestoras de ativos e outros "exercícios regulares" poderão finalmente investir com segurança. A ansiedade quanto à conformidade diminui, e o fluxo de capital adicional começará a entrar de forma contínua, podendo se tornar a maior variável de mercado em 2026.