Há um fenómeno que sempre me deixa bastante frustrado: alguns projetos parecem ser desprezados pelo mundo inteiro, mas eles próprios também não conseguem se destacar.
Ao observar o mercado com atenção, você perceberá que aqueles projetos cujo volume de tokens em circulação já alcança dezenas de bilhões logo na fase inicial, com avaliações infladas, realmente não conseguem se sustentar. A estratégia desses projetos é bastante fixa — desde o primeiro dia, os responsáveis pelo projeto não param de vender seus tokens. Cada notícia positiva, cada atualização técnica, até mesmo cada aumento na popularidade da comunidade, escondem por trás planos de redução de posições por parte do time do projeto. Quando todos os tokens são convertidos em dinheiro, o projeto praticamente já morreu.
O movimento desses projetos costuma seguir um ritmo de queda em escada. O preço de entrada não importa muito, pois a probabilidade é de que você acabe preso numa armadilha. O que dói mais é que cada recuperação significativa na cotação na verdade representa uma nova oportunidade de fazer short. ASTER é um exemplo clássico, cujo design econômico do token desde o início já determinou seu destino.
Isso nos lembra que, ao escolher projetos, não podemos nos basear apenas na popularidade e na narrativa, é preciso analisar indicadores mais concretos como a distribuição de tokens, a proporção de participação do time, e o plano de desbloqueio. Caso contrário, nenhuma narrativa convincente poderá salvar um projeto cujo os fundamentos já apresentam problemas.
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DeFiAlchemist
· 01-07 02:56
a tokenómica é literalmente um espiral de morte envolto em narrativas elaboradas... assim que vês o cronograma de aquisição, não consegues deixar de ver.
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LeekCutter
· 01-06 23:35
Percebi tarde demais, já estou preso em três desses projetos lixo
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OffchainOracle
· 01-04 08:54
Mesmo, projetos com circulação de dezenas de bilhões eu passo direto, dá para perceber logo que é uma jogada para arrecadação de fundos
A questão do ASTER é realmente irônica, todo dia falando em avanços técnicos e no final é só esquema de venda, já devia ter percebido
Analisar tokenomics é mais importante do que ler o whitepaper, se a distribuição de tokens for ruim, todo o resto é inútil
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DegenWhisperer
· 01-04 08:53
Mesmo, dá para perceber à primeira vista quais são os que vêm para cortar os lucros, não olho mais para aqueles com circulação de dezenas de bilhões agora.
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MissedAirdropBro
· 01-04 08:52
Mais uma vez, o velho truque da economia de tokens mal planejada, já vi de tudo.
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GasWastingMaximalist
· 01-04 08:42
Dezenas de bilhões de tokens em circulação devem ser simplesmente ignorados, este tipo de coisa é claramente uma tentativa de manipulação.
Há um fenómeno que sempre me deixa bastante frustrado: alguns projetos parecem ser desprezados pelo mundo inteiro, mas eles próprios também não conseguem se destacar.
Ao observar o mercado com atenção, você perceberá que aqueles projetos cujo volume de tokens em circulação já alcança dezenas de bilhões logo na fase inicial, com avaliações infladas, realmente não conseguem se sustentar. A estratégia desses projetos é bastante fixa — desde o primeiro dia, os responsáveis pelo projeto não param de vender seus tokens. Cada notícia positiva, cada atualização técnica, até mesmo cada aumento na popularidade da comunidade, escondem por trás planos de redução de posições por parte do time do projeto. Quando todos os tokens são convertidos em dinheiro, o projeto praticamente já morreu.
O movimento desses projetos costuma seguir um ritmo de queda em escada. O preço de entrada não importa muito, pois a probabilidade é de que você acabe preso numa armadilha. O que dói mais é que cada recuperação significativa na cotação na verdade representa uma nova oportunidade de fazer short. ASTER é um exemplo clássico, cujo design econômico do token desde o início já determinou seu destino.
Isso nos lembra que, ao escolher projetos, não podemos nos basear apenas na popularidade e na narrativa, é preciso analisar indicadores mais concretos como a distribuição de tokens, a proporção de participação do time, e o plano de desbloqueio. Caso contrário, nenhuma narrativa convincente poderá salvar um projeto cujo os fundamentos já apresentam problemas.