A resiliência já não é apenas uma palavra da moda— tornou-se uma missão crítica para instituições e formuladores de políticas, especialmente nos mercados emergentes. Quando se analisa o que realmente importa, quatro prioridades-chave continuam a surgir:
Primeiro, há a necessidade de estruturas de gestão de risco mais robustas que não apenas reagem às crises, mas as antecipam. Segundo, os mercados emergentes estão a impulsionar uma melhor coordenação transfronteiriça porque políticas isoladas falham numa economia globalizada. Terceiro, a estabilidade do fluxo de capitais importa mais do que nunca. E quarto, construir uma infraestrutura financeira inclusiva que não deixe comunidades para trás.
O que é interessante é que estas prioridades alinham-se surpreendentemente bem—empresas que focam na resiliência tendem a ter um desempenho superior, e governos que facilitam a coordenação atraem capitais mais estáveis. A questão não é se deve investir em resiliência; é quão rápido pode avançar.
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MainnetDelayedAgain
· 01-07 07:00
Resumindo, é só a expressão "antirrisco" que vai começar a circular novamente. Segundo o banco de dados, esse tipo de estrutura leva ainda N anos para realmente ser implementada, podendo ser adiada várias vezes no meio do caminho.
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LightningLady
· 01-06 11:01
Para ser honesto, a capacidade de resistência ao risco há muito deixou de ser um slogan, agora é uma questão de vida ou morte... especialmente naqueles mercados emergentes, onde a competição é ainda maior. A coordenação transfronteiriça realmente precisa acontecer, um país sozinho simplesmente não consegue aguentar.
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MetaverseVagabond
· 01-05 11:45
Resumindo, é juntar-se para se aquecer, os investidores individuais ainda usam o mesmo método antigo
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MidnightTrader
· 01-05 11:38
Copiou bem, mas será que a abordagem de coordenação transfronteiriça nos mercados emergentes realmente vai se concretizar? Cada país quer proteger seu próprio pedacinho de terra
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BankruptcyArtist
· 01-05 11:35
ngl esta teoria soa bem, mas na prática ainda é uma confusão... Será que o mercado emergente consegue realmente coordenar bem? Acho que estou em dúvida
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NervousFingers
· 01-05 11:25
ngl disse tanto, mas quantos realmente conseguem cumprir? O quadro de riscos no mercado emergente ainda é uma confusão total.
A resiliência já não é apenas uma palavra da moda— tornou-se uma missão crítica para instituições e formuladores de políticas, especialmente nos mercados emergentes. Quando se analisa o que realmente importa, quatro prioridades-chave continuam a surgir:
Primeiro, há a necessidade de estruturas de gestão de risco mais robustas que não apenas reagem às crises, mas as antecipam. Segundo, os mercados emergentes estão a impulsionar uma melhor coordenação transfronteiriça porque políticas isoladas falham numa economia globalizada. Terceiro, a estabilidade do fluxo de capitais importa mais do que nunca. E quarto, construir uma infraestrutura financeira inclusiva que não deixe comunidades para trás.
O que é interessante é que estas prioridades alinham-se surpreendentemente bem—empresas que focam na resiliência tendem a ter um desempenho superior, e governos que facilitam a coordenação atraem capitais mais estáveis. A questão não é se deve investir em resiliência; é quão rápido pode avançar.