Dados recentes mostram que os detentores de criptomoedas a nível global já ultrapassaram os 3,2 mil milhões. Mas o mais interessante é que, embora o número de detentores seja elevado, isso não significa que a taxa de penetração seja alta — as diferenças na adoção entre regiões são enormes.
**Vantagens das regiões desenvolvidas** O Oceano Pacífico, embora tenha apenas 1 milhão de detentores, com uma população de cerca de 44 milhões, apresenta uma taxa de utilização de 2,27%, mantendo-se na liderança mundial. Países desenvolvidos como Austrália e Nova Zelândia concentram-se nesta região, com infraestruturas financeiras avançadas, tornando-se o "campo de testes" para ativos criptográficos.
A América do Norte segue de perto. Com 100 milhões de detentores e uma população de 590 milhões, a taxa de utilização é de 1,69%. Como um dos berços da internet e da tecnologia financeira, os utilizadores nesta região têm a maior aceitação de novas categorias de ativos.
**A "necessidade de proteção" nos mercados emergentes** Na América do Sul, há 27 milhões de detentores, numa população de 430 milhões, com uma taxa de utilização de 0,63%. E qual é o fator-chave? A pressão inflacionária local. Quando a moeda fiduciária continua a desvalorizar-se, as criptomoedas tornam-se uma ferramenta de proteção contra riscos. Esta necessidade prática impulsionou a penetração, ultrapassando a Europa.
Na Europa, há 43 milhões de detentores, numa população de 740 milhões, com uma taxa de utilização de 0,58%. As diferenças nas políticas regulatórias dentro da região são evidentes, com atitudes variadas entre os países, o que afeta a velocidade de adoção global.
**Desalinhamento entre potencial e realidade** Na África, há 53 milhões de detentores, numa população de 1,4 mil milhões, com uma taxa de utilização de apenas 0,38%. Mas não subestime — as necessidades de pagamento e de alocação de ativos nos mercados emergentes estão a ser gradualmente libertadas, com um potencial de crescimento enorme.
A Ásia é particularmente interessante: com 130 milhões de detentores, é a primeira do mundo, mas, com uma base de 4,7 mil milhões de pessoas, a taxa de utilização é de apenas 0,28%. Isto demonstra precisamente o potencial real do mercado asiático — quando a taxa de penetração passar de 0,28% para 1%, 2% ou mais, o número de novos utilizadores que será necessário absorver será astronómico.
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BasementAlchemist
· 01-08 23:19
A Ásia com esses 0,28% é realmente uma bomba-relógio, quando um dia ultrapassar os limites, meu Deus...
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AllInAlice
· 01-08 04:58
A penetração de 0,28% na Ásia é realmente uma mina, imagine o que aconteceria se chegasse a 1%...
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HashBandit
· 01-05 23:52
yo, essa taxa de penetração na Ásia tho... 0,28% para 1-2% é basicamente imprimir dinheiro se fizer as contas. nos meus dias de mineração, mataríamos por esses gráficos de adoção, agora olha para isso
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Frontrunner
· 01-05 23:49
Aquele 0,28% na Ásia é realmente absurdo, parece que só estamos a começar, quando a taxa de penetração aumentar, quem estiver em posições baixas vai ganhar muito mais
Dados recentes mostram que os detentores de criptomoedas a nível global já ultrapassaram os 3,2 mil milhões. Mas o mais interessante é que, embora o número de detentores seja elevado, isso não significa que a taxa de penetração seja alta — as diferenças na adoção entre regiões são enormes.
**Vantagens das regiões desenvolvidas**
O Oceano Pacífico, embora tenha apenas 1 milhão de detentores, com uma população de cerca de 44 milhões, apresenta uma taxa de utilização de 2,27%, mantendo-se na liderança mundial. Países desenvolvidos como Austrália e Nova Zelândia concentram-se nesta região, com infraestruturas financeiras avançadas, tornando-se o "campo de testes" para ativos criptográficos.
A América do Norte segue de perto. Com 100 milhões de detentores e uma população de 590 milhões, a taxa de utilização é de 1,69%. Como um dos berços da internet e da tecnologia financeira, os utilizadores nesta região têm a maior aceitação de novas categorias de ativos.
**A "necessidade de proteção" nos mercados emergentes**
Na América do Sul, há 27 milhões de detentores, numa população de 430 milhões, com uma taxa de utilização de 0,63%. E qual é o fator-chave? A pressão inflacionária local. Quando a moeda fiduciária continua a desvalorizar-se, as criptomoedas tornam-se uma ferramenta de proteção contra riscos. Esta necessidade prática impulsionou a penetração, ultrapassando a Europa.
Na Europa, há 43 milhões de detentores, numa população de 740 milhões, com uma taxa de utilização de 0,58%. As diferenças nas políticas regulatórias dentro da região são evidentes, com atitudes variadas entre os países, o que afeta a velocidade de adoção global.
**Desalinhamento entre potencial e realidade**
Na África, há 53 milhões de detentores, numa população de 1,4 mil milhões, com uma taxa de utilização de apenas 0,38%. Mas não subestime — as necessidades de pagamento e de alocação de ativos nos mercados emergentes estão a ser gradualmente libertadas, com um potencial de crescimento enorme.
A Ásia é particularmente interessante: com 130 milhões de detentores, é a primeira do mundo, mas, com uma base de 4,7 mil milhões de pessoas, a taxa de utilização é de apenas 0,28%. Isto demonstra precisamente o potencial real do mercado asiático — quando a taxa de penetração passar de 0,28% para 1%, 2% ou mais, o número de novos utilizadores que será necessário absorver será astronómico.