A área de imunoterapia apresenta uma nova oportunidade de avanço. Um estudo recente propõe uma solução para a baixa taxa de resposta às terapias imunológicas tradicionais — através de uma estratégia combinada que resolve simultaneamente duas questões centrais.
Atualmente, a eficácia dos inibidores de pontos de verificação imunológicos mantém-se entre 20%-40%, sendo o principal problema o microambiente imunossupressor dos tumores sólidos. A nova abordagem utiliza tecnologia de pequenas moléculas (de aproximadamente 18kDa) para penetrar tecidos tumorais densos, atuando em dois níveis ao mesmo tempo: por um lado, eliminando sinais de imunossupressão PD-L1 através de um mecanismo de alvo de proteína de membrana; por outro, forçando as células cancerígenas a expressar marcadores de antígenos virais, transformando tumores frios, inicialmente invisíveis ao sistema imunológico, em alvos ativos para células T.
A pesquisa foi validada em modelos celulares, animais e de tecidos biomiméticos, além de estimular uma resposta de células T de memória de longa duração após o tratamento, reduzindo o risco de recidiva. Atualmente, essa tecnologia já entrou na fase de translação clínica, com potencial para revolucionar a eficácia do tratamento imunológico de tumores.
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BlockchainNewbie
· 01-09 22:57
Tumores frios tornam-se tumores quentes, essa ideia é realmente inovadora, mas com uma taxa de sucesso de 20%-40%... ainda assim, é preciso que os dados clínicos falem por si.
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BottomMisser
· 01-08 22:47
Tumor frio a tumor quente? Este conjunto de estratégias parece promissor, finalmente alguém pensou em abordar a questão de dois ângulos ao mesmo tempo
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BlockchainFries
· 01-08 22:47
Tumor frio a se tornar um ponto quente? Essa ideia é realmente genial, mas ainda vai levar muito tempo até que, de uma taxa de eficácia de 20-40%, ela chegue à clínica. Espero que desta vez não seja mais uma vez o "próximo grande avanço que vai mudar o mundo".
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SquidTeacher
· 01-08 22:41
Caramba, isso não é exatamente como "ativar" um tumor frio? Finalmente alguém pensou em uma abordagem dupla.
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SerNgmi
· 01-08 22:37
Tumor frio a tumor quente? Esta ideia é genial, uma taxa de eficácia de 20%-40% finalmente sendo levada a sério por alguém
A área de imunoterapia apresenta uma nova oportunidade de avanço. Um estudo recente propõe uma solução para a baixa taxa de resposta às terapias imunológicas tradicionais — através de uma estratégia combinada que resolve simultaneamente duas questões centrais.
Atualmente, a eficácia dos inibidores de pontos de verificação imunológicos mantém-se entre 20%-40%, sendo o principal problema o microambiente imunossupressor dos tumores sólidos. A nova abordagem utiliza tecnologia de pequenas moléculas (de aproximadamente 18kDa) para penetrar tecidos tumorais densos, atuando em dois níveis ao mesmo tempo: por um lado, eliminando sinais de imunossupressão PD-L1 através de um mecanismo de alvo de proteína de membrana; por outro, forçando as células cancerígenas a expressar marcadores de antígenos virais, transformando tumores frios, inicialmente invisíveis ao sistema imunológico, em alvos ativos para células T.
A pesquisa foi validada em modelos celulares, animais e de tecidos biomiméticos, além de estimular uma resposta de células T de memória de longa duração após o tratamento, reduzindo o risco de recidiva. Atualmente, essa tecnologia já entrou na fase de translação clínica, com potencial para revolucionar a eficácia do tratamento imunológico de tumores.