Sentença de 12 anos de prisão para Nicholas Truglia: Como a resistência à $20M restituição de criptomoedas correu mal

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O criminoso de criptomoedas Nicholas Truglia teve o seu período inicial de prisão drasticamente prolongado após uma revelação dramática em tribunal que expôs as suas tentativas contínuas de proteger criptomoedas roubadas. O que começou como uma sentença de 18 meses agora aumentou para 12 anos — um aumento impressionante que excede em muito as orientações federais padrão recomendando de 51 a 63 meses para delitos semelhantes.

O Ponto de Ruptura: Uma Confissão Gravada

O momento decisivo ocorreu quando o Juiz Sênior Alvin K. Hellerstein viu imagens prejudiciais de Truglia falando através de uma máscara de voz, discutindo descaradamente como manteria as suas participações ilícitas em criptomoedas mesmo após cumprir uma década na prisão. A resposta do juiz foi inequívoca: “Se dez anos estiverem bem, vou condená-lo a doze anos.” Esta evidência em vídeo transformou o processo, demonstrando a falta de remorso de Truglia e o desrespeito flagrante pelas ordens do tribunal. Ele foi posteriormente transferido para o Centro de Detenção Metropolitana, inicialmente colocado em isolamento, antes de ser transportado para uma instalação correcional em Essex.

O Padrão de Não Conformidade

A queda de Truglia revela um padrão de desafio que se estende por vários anos. Após a sua condenação inicial de 18 meses em dezembro de 2022 por orquestrar um ataque de troca de SIM que comprometeu as contas do investidor em criptomoedas Michael Terpin e roubou mais de $20 milhões em ativos digitais, Truglia foi libertado condicionalmente em 2023. O acordo era simples: recuperar a liberdade em troca de reembolsar a restituição total de $20 milhões à sua vítima.

Ele não cumpriu esse compromisso. Em vez disso, surgiram evidências mostrando que Truglia estava ativamente a mover os fundos roubados, convertendo-os em Bitcoin (BTC), e mantendo aproximadamente $673.000 como lucros pessoais. Quando foi novamente preso em maio de 2023 por violar os termos da sua liberdade supervisionada, continuou com a mesma abordagem. Mesmo após ser libertado novamente em novembro de 2024 sob outro acordo de restituição, Truglia recusou-se a saldar a sua dívida, garantindo o seu caminho para a sentença máxima.

Como Funcionou o Ataque de Troca de SIM

O crime original de Truglia explorou uma vulnerabilidade fundamental na segurança do telefone. Ao obter um cartão SIM sob seu controlo, ele conseguiu sequestrar o número de telefone de Michael Terpin, ganhando acesso não autorizado às suas contas de email e outras propriedades digitais. Este domínio digital permitiu o roubo de mais de $20 milhões em criptomoedas — um esquema que tem se tornado cada vez mais comum entre cibercriminosos sofisticados que visam investidores ricos.

A sentença prolongada serve como um aviso de que os tribunais punirão de forma agressiva não apenas o crime inicial, mas também a contínua desobediência e tentativas de evadir as obrigações de restituição.

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