Quando compramos um NFT, todos pensamos: "Agora isto é meu". Mas, na verdade, muitas pessoas podem não entender exatamente o que estão a comprar. Vou explicar de forma bem simples — o que tecnologias como o Walrus estão a resolver, na verdade, é exatamente esse problema.
Você acha que comprou uma obra de arte digital, mas na realidade, provavelmente, só possui uma "chave insegura".
O cenário é o seguinte: você, numa plataforma de troca de NFTs, paga um valor alto por um avatar virtual 3D. A transação é concluída, ela entra na sua carteira, e você pensa: finalmente tenho um ativo digital.
E aqui vem o ponto crucial — aquele NFT na sua carteira, na prática, é uma combinação de duas coisas: um "recibo" e um "endereço de website". Para onde aponta esse website? Geralmente, para o servidor do próprio projeto, ou para serviços de armazenamento centralizado como o Amazon AWS.
Parece não haver problema? Mas há um grande problema. O "pulsar" do seu ativo está totalmente nas mãos de terceiros:
O projeto não tem dinheiro para pagar a renovação do servidor? O website fica fora do ar. A equipe do projeto se desfez, fugiu com o dinheiro? O website fica fora do ar. O provedor de armazenamento falir ou fechar? O website fica fora do ar.
Se o link ficar inacessível, aquele seu NFT vira papel inútil — ele ainda pode provar que você já foi dono de algo, mas o próprio item já deixou de existir. É por isso que soluções de armazenamento descentralizado valem a pena serem consideradas por todos os participantes do Web3.
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LiquidationOracle
· 01-09 10:49
A Nima já tinha dito isso antes, quem compra NFT são todos os otários que pegam o boné
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CompoundPersonality
· 01-09 10:43
Caramba, foi assim que me cortaram antes
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MetaMasked
· 01-09 10:42
Caramba, a verdade veio à tona. Aqueles avatares que comprei antes agora, ao pensar bem, me dá arrepios.
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HodlTheDoor
· 01-09 10:38
Já disse há muito tempo, a maioria dos NFTs é apenas uma casca vazia
Quando compramos um NFT, todos pensamos: "Agora isto é meu". Mas, na verdade, muitas pessoas podem não entender exatamente o que estão a comprar. Vou explicar de forma bem simples — o que tecnologias como o Walrus estão a resolver, na verdade, é exatamente esse problema.
Você acha que comprou uma obra de arte digital, mas na realidade, provavelmente, só possui uma "chave insegura".
O cenário é o seguinte: você, numa plataforma de troca de NFTs, paga um valor alto por um avatar virtual 3D. A transação é concluída, ela entra na sua carteira, e você pensa: finalmente tenho um ativo digital.
E aqui vem o ponto crucial — aquele NFT na sua carteira, na prática, é uma combinação de duas coisas: um "recibo" e um "endereço de website". Para onde aponta esse website? Geralmente, para o servidor do próprio projeto, ou para serviços de armazenamento centralizado como o Amazon AWS.
Parece não haver problema? Mas há um grande problema. O "pulsar" do seu ativo está totalmente nas mãos de terceiros:
O projeto não tem dinheiro para pagar a renovação do servidor? O website fica fora do ar. A equipe do projeto se desfez, fugiu com o dinheiro? O website fica fora do ar. O provedor de armazenamento falir ou fechar? O website fica fora do ar.
Se o link ficar inacessível, aquele seu NFT vira papel inútil — ele ainda pode provar que você já foi dono de algo, mas o próprio item já deixou de existir. É por isso que soluções de armazenamento descentralizado valem a pena serem consideradas por todos os participantes do Web3.