A principal instituição financeira de Omã, o Sohar International Bank, obteve luz verde regulatória para estabelecer um escritório de representação em Hong Kong, marcando um passo importante na estratégia de crescimento internacional do banco. A aprovação do banco central de Omã foi anunciada em 25 de dezembro, sinalizando o compromisso do banco em ampliar sua presença nos principais centros financeiros da Ásia-Pacífico.
A medida representa a ambição mais ampla do Sohar International de posicionar tanto o banco quanto Omã como atores competitivos no cenário financeiro global. Ao estabelecer operações em Hong Kong, a instituição pretende aproveitar um dos centros de comércio e investimento mais dinâmicos da Ásia, facilitando transações transfronteiriças e fortalecendo as relações com clientes na região.
No entanto, os planos de expansão ocorrem enquanto o banco navega por um desempenho financeiro misto. Para o período de nove meses até setembro, o Sohar International reportou um lucro líquido de OMR71 milhões ($185 milhões), refletindo uma queda de 7 por cento em relação ao ano anterior. Apesar dessa adversidade, a confiança dos investidores permanece relativamente estável, com o preço das ações do banco apreciando 24 por cento nos últimos doze meses desde sua entrada na Bolsa de Valores de Mascate em dezembro de 2024.
A aprovação regulatória traz condições, exigindo que o Sohar International obtenha autorizações e licenças adicionais das autoridades de Hong Kong e garanta total conformidade com os marcos regulatórios de ambas as jurisdições. O banco havia indicado anteriormente, em setembro, que estava avaliando Hong Kong ou a China continental como seu ponto de entrada na Ásia Oriental, optando finalmente por Hong Kong devido ao seu ecossistema financeiro mais consolidado.
Este movimento estratégico destaca o papel emergente de Omã na conexão do capital do Oriente Médio com os mercados asiáticos, à medida que as instituições financeiras domésticas buscam cada vez mais oportunidades de crescimento em mercados internacionais, diante de pressões competitivas internas.
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O Sohar Bank mira expansão global com presença em Hong Kong
A principal instituição financeira de Omã, o Sohar International Bank, obteve luz verde regulatória para estabelecer um escritório de representação em Hong Kong, marcando um passo importante na estratégia de crescimento internacional do banco. A aprovação do banco central de Omã foi anunciada em 25 de dezembro, sinalizando o compromisso do banco em ampliar sua presença nos principais centros financeiros da Ásia-Pacífico.
A medida representa a ambição mais ampla do Sohar International de posicionar tanto o banco quanto Omã como atores competitivos no cenário financeiro global. Ao estabelecer operações em Hong Kong, a instituição pretende aproveitar um dos centros de comércio e investimento mais dinâmicos da Ásia, facilitando transações transfronteiriças e fortalecendo as relações com clientes na região.
No entanto, os planos de expansão ocorrem enquanto o banco navega por um desempenho financeiro misto. Para o período de nove meses até setembro, o Sohar International reportou um lucro líquido de OMR71 milhões ($185 milhões), refletindo uma queda de 7 por cento em relação ao ano anterior. Apesar dessa adversidade, a confiança dos investidores permanece relativamente estável, com o preço das ações do banco apreciando 24 por cento nos últimos doze meses desde sua entrada na Bolsa de Valores de Mascate em dezembro de 2024.
A aprovação regulatória traz condições, exigindo que o Sohar International obtenha autorizações e licenças adicionais das autoridades de Hong Kong e garanta total conformidade com os marcos regulatórios de ambas as jurisdições. O banco havia indicado anteriormente, em setembro, que estava avaliando Hong Kong ou a China continental como seu ponto de entrada na Ásia Oriental, optando finalmente por Hong Kong devido ao seu ecossistema financeiro mais consolidado.
Este movimento estratégico destaca o papel emergente de Omã na conexão do capital do Oriente Médio com os mercados asiáticos, à medida que as instituições financeiras domésticas buscam cada vez mais oportunidades de crescimento em mercados internacionais, diante de pressões competitivas internas.