**Amor e Lógica: Por que o Fator X na equação do relacionamento não deve ser ignorado**
Muitos de nós abordamos a procura de parceiro como um quebra-cabeça lógico. Criamos listas de verificação mentais: faixa etária, características físicas, compatibilidade de valores, abordagens para resolução de conflitos. Parece racional, faz sentido – e ainda assim, a história muitas vezes termina de forma diferente do planejado.
Esse é o paradoxo que o renomado banqueiro e terapeuta clínico Jeremy Baer, juntamente com a psicóloga Dra. Margarita Holmes, destacam em sua coluna de aconselhamento: **Uma equação de relacionamento perfeita precisa de mais do que apenas razão.**
**A variável ausente na fórmula**
Sam, um leitor, perguntou-se se, inconscientemente, ele escolhe sempre o mesmo tipo de parceiro – se seu destino está condenado a isso. A resposta foi surpreendente. A Dra. Holmes enfatizou que até a análise mais lógica falha se faltar algo decisivo: aquele fator invisível X, que não pode ser reduzido a uma folha de Excel.
O que é esse fator X? Ele não é apenas sexo, mas também não pode ser entendido sem ele. A socióloga Jessie Bernard descreveu o sexo em casamentos precoces como “cola” – a substância mágica que mantém os casais unidos através de noites sem dormir, preocupações financeiras e turbulências emocionais.
**Quando o sentimento vence o cálculo**
A psiquiatra Ethel Person resumiu assim: “O amor é um ato de imaginação.” Ela também destacou que relacionamentos fracassados não devem ser vistos como fracassos, mas como parte do crescimento – às vezes, as experiências mais valiosas de uma vida.
Aqui reside o ponto mais profundo: enquanto filtros analíticos como background socioeconômico, idade ou altura são importantes, eles não podem substituir a química emocional e física. Essas duas dimensões – a racional e a instintiva – precisam funcionar juntas para criar uma parceria duradoura.
**Encontrando o equilíbrio**
O que isso significa na prática? Se você está disposto a fazer algo por alguém que não faria por mais ninguém, essa pessoa pode ser a certa. Mas – e esse é o ponto crucial – essa disposição também deve se manifestar numa conexão mais profunda, não-racional. Você precisa de ambos: a “verificação 2FA” de compatibilidade racional E o magnetismo que nenhuma lista de verificação consegue explicar.
Baer e Holmes alertam para não matematicizar todo o processo. Um relacionamento romântico não é um quebra-cabeça com peças pré-definidas. É uma interação de lógica, emoção, atração física e ressonância intelectual – uma equação na qual o fator X não é opcional, mas essencial.
**A conclusão? Filtros são importantes, mas a química é rei.** Seu destino não é definido apenas pelos seus critérios – ele também é moldado por momentos em que a lógica silencia e algo mais profundo fala.
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**Amor e Lógica: Por que o Fator X na equação do relacionamento não deve ser ignorado**
Muitos de nós abordamos a procura de parceiro como um quebra-cabeça lógico. Criamos listas de verificação mentais: faixa etária, características físicas, compatibilidade de valores, abordagens para resolução de conflitos. Parece racional, faz sentido – e ainda assim, a história muitas vezes termina de forma diferente do planejado.
Esse é o paradoxo que o renomado banqueiro e terapeuta clínico Jeremy Baer, juntamente com a psicóloga Dra. Margarita Holmes, destacam em sua coluna de aconselhamento: **Uma equação de relacionamento perfeita precisa de mais do que apenas razão.**
**A variável ausente na fórmula**
Sam, um leitor, perguntou-se se, inconscientemente, ele escolhe sempre o mesmo tipo de parceiro – se seu destino está condenado a isso. A resposta foi surpreendente. A Dra. Holmes enfatizou que até a análise mais lógica falha se faltar algo decisivo: aquele fator invisível X, que não pode ser reduzido a uma folha de Excel.
O que é esse fator X? Ele não é apenas sexo, mas também não pode ser entendido sem ele. A socióloga Jessie Bernard descreveu o sexo em casamentos precoces como “cola” – a substância mágica que mantém os casais unidos através de noites sem dormir, preocupações financeiras e turbulências emocionais.
**Quando o sentimento vence o cálculo**
A psiquiatra Ethel Person resumiu assim: “O amor é um ato de imaginação.” Ela também destacou que relacionamentos fracassados não devem ser vistos como fracassos, mas como parte do crescimento – às vezes, as experiências mais valiosas de uma vida.
Aqui reside o ponto mais profundo: enquanto filtros analíticos como background socioeconômico, idade ou altura são importantes, eles não podem substituir a química emocional e física. Essas duas dimensões – a racional e a instintiva – precisam funcionar juntas para criar uma parceria duradoura.
**Encontrando o equilíbrio**
O que isso significa na prática? Se você está disposto a fazer algo por alguém que não faria por mais ninguém, essa pessoa pode ser a certa. Mas – e esse é o ponto crucial – essa disposição também deve se manifestar numa conexão mais profunda, não-racional. Você precisa de ambos: a “verificação 2FA” de compatibilidade racional E o magnetismo que nenhuma lista de verificação consegue explicar.
Baer e Holmes alertam para não matematicizar todo o processo. Um relacionamento romântico não é um quebra-cabeça com peças pré-definidas. É uma interação de lógica, emoção, atração física e ressonância intelectual – uma equação na qual o fator X não é opcional, mas essencial.
**A conclusão? Filtros são importantes, mas a química é rei.** Seu destino não é definido apenas pelos seus critérios – ele também é moldado por momentos em que a lógica silencia e algo mais profundo fala.