Em uma nova investida nos depósitos tokenizados do bny e nas finanças baseadas em blockchain, um importante banco de custódia dos EUA está a lançar novas infraestruturas de dinheiro digital para os clientes.
BNY Mellon revela representação de depósito baseada em blockchain
A Bank of New York Mellon Corp. lançou um novo serviço de depósito tokenizado projetado para permitir que clientes institucionais movam fundos usando infraestruturas de blockchain. A iniciativa torna o banco, com 240 anos de história, a mais recente instituição financeira global a expandir sua presença em ativos digitais.
O banco afirmou na sexta-feira que o produto cria uma forma de dinheiro digital que existe como uma representação on-chain de depósitos já mantidos nas contas dos clientes na BNY. Além disso, esta abordagem mantém os saldos subjacentes dentro do ambiente bancário tradicional, ao mesmo tempo que possibilita transferências on-chain.
Como funciona o modelo de depósito on-chain
De acordo com a BNY, a nova estrutura transforma os saldos dos clientes em depósitos on-chain que podem circular pelas infraestruturas de pagamento em blockchain, permanecendo totalmente garantidos por fundos no banco. No entanto, a representação tokenizada é destinada a ser uma camada técnica, não um ativo separado, e espelha a posição subjacente da conta.
A instituição destacou vários casos de uso pretendidos, incluindo movimentos de colateral e margem dentro de fluxos de trabalho de negociação e liquidação. Dito isto, o modelo também visa pagamentos corporativos e institucionais mais rápidos, onde a liquidez intradiária e o timing de liquidação preciso são críticos.
Casos de uso em colateral, margem e pagamentos em tempo real
A BNY afirmou que esses saldos tokenizados poderiam simplificar a forma como grandes clientes postam colateral a contrapartes ou câmaras de compensação, especialmente em mercados voláteis. Além disso, o uso de ativos programáveis em uma blockchain poderia reduzir as fricções de liquidação que frequentemente surgem com redes de pagamento legadas.
Além da atividade relacionada à negociação, o banco espera que a tecnologia acelere pagamentos de alto valor entre clientes institucionais. O objetivo é apoiar operações que funcionam 24 horas por dia, mesmo quando os sistemas de pagamento convencionais estão fechados, ao possibilitar transferências on-chain que sincronizam de volta com os registros bancários principais.
Movimento estratégico na corrida por ativos digitais
Com o lançamento dos depósitos tokenizados do bny, a instituição está a posicionar-se ao lado de outros grandes bancos que exploram depósitos bancários tokenizados como uma alternativa às stablecoins para liquidação institucional. No entanto, a BNY está a enfatizar o alinhamento regulatório e o respaldo direto por depósitos mantidos em um banco de importância sistémica global.
O anúncio de sexta-feira reforça o esforço mais amplo da BNY Mellon na infraestrutura de ativos digitais do bny, incluindo capacidades de custódia e liquidação. Além disso, ao construir representações nativas de blockchain de saldos tradicionais, o banco pretende criar uma ponte entre os sistemas financeiros existentes e as redes emergentes de livro-razão distribuído.
No geral, a nova iniciativa de depósitos tokenizados do banco ilustra como custodiante estabelecido está a experimentar com dinheiro programável, mantendo os fundos dos clientes dentro de contas bancárias reguladas.
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Depósitos tokenizados da BNY estreiam-se à medida que o banco intensifica a sua estratégia de ativos digitais
Em uma nova investida nos depósitos tokenizados do bny e nas finanças baseadas em blockchain, um importante banco de custódia dos EUA está a lançar novas infraestruturas de dinheiro digital para os clientes.
BNY Mellon revela representação de depósito baseada em blockchain
A Bank of New York Mellon Corp. lançou um novo serviço de depósito tokenizado projetado para permitir que clientes institucionais movam fundos usando infraestruturas de blockchain. A iniciativa torna o banco, com 240 anos de história, a mais recente instituição financeira global a expandir sua presença em ativos digitais.
O banco afirmou na sexta-feira que o produto cria uma forma de dinheiro digital que existe como uma representação on-chain de depósitos já mantidos nas contas dos clientes na BNY. Além disso, esta abordagem mantém os saldos subjacentes dentro do ambiente bancário tradicional, ao mesmo tempo que possibilita transferências on-chain.
Como funciona o modelo de depósito on-chain
De acordo com a BNY, a nova estrutura transforma os saldos dos clientes em depósitos on-chain que podem circular pelas infraestruturas de pagamento em blockchain, permanecendo totalmente garantidos por fundos no banco. No entanto, a representação tokenizada é destinada a ser uma camada técnica, não um ativo separado, e espelha a posição subjacente da conta.
A instituição destacou vários casos de uso pretendidos, incluindo movimentos de colateral e margem dentro de fluxos de trabalho de negociação e liquidação. Dito isto, o modelo também visa pagamentos corporativos e institucionais mais rápidos, onde a liquidez intradiária e o timing de liquidação preciso são críticos.
Casos de uso em colateral, margem e pagamentos em tempo real
A BNY afirmou que esses saldos tokenizados poderiam simplificar a forma como grandes clientes postam colateral a contrapartes ou câmaras de compensação, especialmente em mercados voláteis. Além disso, o uso de ativos programáveis em uma blockchain poderia reduzir as fricções de liquidação que frequentemente surgem com redes de pagamento legadas.
Além da atividade relacionada à negociação, o banco espera que a tecnologia acelere pagamentos de alto valor entre clientes institucionais. O objetivo é apoiar operações que funcionam 24 horas por dia, mesmo quando os sistemas de pagamento convencionais estão fechados, ao possibilitar transferências on-chain que sincronizam de volta com os registros bancários principais.
Movimento estratégico na corrida por ativos digitais
Com o lançamento dos depósitos tokenizados do bny, a instituição está a posicionar-se ao lado de outros grandes bancos que exploram depósitos bancários tokenizados como uma alternativa às stablecoins para liquidação institucional. No entanto, a BNY está a enfatizar o alinhamento regulatório e o respaldo direto por depósitos mantidos em um banco de importância sistémica global.
O anúncio de sexta-feira reforça o esforço mais amplo da BNY Mellon na infraestrutura de ativos digitais do bny, incluindo capacidades de custódia e liquidação. Além disso, ao construir representações nativas de blockchain de saldos tradicionais, o banco pretende criar uma ponte entre os sistemas financeiros existentes e as redes emergentes de livro-razão distribuído.
No geral, a nova iniciativa de depósitos tokenizados do banco ilustra como custodiante estabelecido está a experimentar com dinheiro programável, mantendo os fundos dos clientes dentro de contas bancárias reguladas.