A contradição entre privacidade e desempenho tem sido discutida há demasiado tempo no mundo da blockchain. A impressão da maioria das pessoas é: ou escolhem privacidade, ou escolhem velocidade, não se podendo ter ambos.
Mas também há equipas que levam a sério esta questão. Protocolos de segunda camada focados na conformidade de privacidade, através de otimizações profundas na tecnologia de provas de conhecimento zero (ZK), tentam oferecer uma resposta diferente.
A ideia central destas soluções é bastante direta: uma vez que as instituições financeiras precisam de processar simultaneamente grandes volumes de transações, proteger a privacidade dos dados e cumprir requisitos regulatórios, é necessário redesenhar desde a máquina virtual subjacente. A arquitetura de VM autónoma que eles desenvolvem, baseada em tecnologia ZK, tem como inovação principal a redução significativa do custo computacional na geração de provas. O que é que isto significa? Significa que hardware comum consegue executar verificações de privacidade de forma fluida, sem precisar de poder de processamento ao nível de minas.
Esta abordagem "pragmática" difere dos protocolos de privacidade universais — não busca uma otimização absoluta em teoria, mas garante que o sistema funcione de forma prática, mantendo a segurança matemática.
Mais interessante ainda é o design ecológico. O token de governança do protocolo desempenha dois papéis: primeiro, como combustível para o consenso da rede; segundo, como incentivo para os serviços de cálculo de privacidade. Esta dupla função torna o modelo económico mais tridimensional.
Por que falar disto agora? Porque uma tendência clara no mercado de criptomoedas até 2026 é a ascensão da conformidade (Compliance) como tema central. Os fundos institucionais precisam de canais de conformidade para entrar, e ativos do mundo real (RWA) que entram na blockchain também requerem quadros regulatórios. Desde a digitalização de private equity até às liquidações de pagamentos transfronteiriços, todas estas operações necessitam de infraestruturas que protejam a privacidade e possam ser auditadas.
Estas soluções de protocolos de baixo nível têm um papel crucial neste processo — tornam-se a ponte entre o mundo financeiro tradicional e o universo blockchain. Os quadros de conformidade de privacidade não são apenas opções tecnológicas, mas também opções de mercado.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
A contradição entre privacidade e desempenho tem sido discutida há demasiado tempo no mundo da blockchain. A impressão da maioria das pessoas é: ou escolhem privacidade, ou escolhem velocidade, não se podendo ter ambos.
Mas também há equipas que levam a sério esta questão. Protocolos de segunda camada focados na conformidade de privacidade, através de otimizações profundas na tecnologia de provas de conhecimento zero (ZK), tentam oferecer uma resposta diferente.
A ideia central destas soluções é bastante direta: uma vez que as instituições financeiras precisam de processar simultaneamente grandes volumes de transações, proteger a privacidade dos dados e cumprir requisitos regulatórios, é necessário redesenhar desde a máquina virtual subjacente. A arquitetura de VM autónoma que eles desenvolvem, baseada em tecnologia ZK, tem como inovação principal a redução significativa do custo computacional na geração de provas. O que é que isto significa? Significa que hardware comum consegue executar verificações de privacidade de forma fluida, sem precisar de poder de processamento ao nível de minas.
Esta abordagem "pragmática" difere dos protocolos de privacidade universais — não busca uma otimização absoluta em teoria, mas garante que o sistema funcione de forma prática, mantendo a segurança matemática.
Mais interessante ainda é o design ecológico. O token de governança do protocolo desempenha dois papéis: primeiro, como combustível para o consenso da rede; segundo, como incentivo para os serviços de cálculo de privacidade. Esta dupla função torna o modelo económico mais tridimensional.
Por que falar disto agora? Porque uma tendência clara no mercado de criptomoedas até 2026 é a ascensão da conformidade (Compliance) como tema central. Os fundos institucionais precisam de canais de conformidade para entrar, e ativos do mundo real (RWA) que entram na blockchain também requerem quadros regulatórios. Desde a digitalização de private equity até às liquidações de pagamentos transfronteiriços, todas estas operações necessitam de infraestruturas que protejam a privacidade e possam ser auditadas.
Estas soluções de protocolos de baixo nível têm um papel crucial neste processo — tornam-se a ponte entre o mundo financeiro tradicional e o universo blockchain. Os quadros de conformidade de privacidade não são apenas opções tecnológicas, mas também opções de mercado.