Neste ciclo do mercado de criptomoedas, as narrativas de terror aumentaram bastante em relação ao passado. Olhando com atenção, há principalmente quatro categorias.
**Primeira categoria: a teoria do fim dos investidores de varejo**
Já circula há algum tempo que este é o último mercado em alta, que o superciclo acabou, que as instituições entraram e os investidores de varejo não têm mais chance. A mensagem implícita é clara — os lucros com a volatilidade das criptomoedas estão quase no fim, não há mais oportunidade de ficar rico de uma vez só nesta rodada, e no futuro não haverá mais chances de enriquecer rapidamente. E o que aconteceu? Uma enxurrada de investidores de varejo foi assustado e entrou de cabeça em memecoins e projetos de segunda linha, tentando uma última jogada.
**Segunda categoria: a armadilha da ansiedade por conhecimento**
DeFi, NFT, RWA, DePIN, AI Meme… todos os dias surgem novos conceitos. A opinião pública cria uma atmosfera assim: se você não ficar 24 horas no Twitter, não ler algumas centenas de páginas de whitepapers em inglês, não pegar os hotspots certos, você é um “receptor de prejuízo” e um provedor de liquidez. Os investidores de varejo ficam com os olhos vermelhos todos os dias, perseguindo tendências até ficarem tontos, e acabam presos em quase todas as narrativas.
**Terceira categoria: o pânico da escassez do Bitcoin**
Essa narrativa já virou consenso: sem Bitcoin, você está acabado; os ativos fiduciários estão sendo consumidos pela inflação; você perdeu a última grande oportunidade de transferência de riqueza na história da humanidade; se seus filhos não têm BTC, estarão sempre na base da pirâmide. Essa argumentação é a mais madura e a que tem maior poder de disseminação.
**Quarta categoria: a mentalidade de jogo de soma zero**
A antiga lei da floresta no mundo cripto agora se concentra principalmente em memecoins e projetos de baixo valor. A lógica é: sem valor real, tudo se resume a enganar os outros; você precisa ser mais cruel que os demais, cortar os grandes, cortar os amigos, cortar as pessoas ao seu redor. Todos entram em um estado de batalha, de forma agressiva e de visão curta, e acabam perdendo tudo tanto na realidade quanto no universo cripto.
Essas quatro forças, juntas, deixam a mentalidade dos investidores de varejo completamente confusa.
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Neste ciclo do mercado de criptomoedas, as narrativas de terror aumentaram bastante em relação ao passado. Olhando com atenção, há principalmente quatro categorias.
**Primeira categoria: a teoria do fim dos investidores de varejo**
Já circula há algum tempo que este é o último mercado em alta, que o superciclo acabou, que as instituições entraram e os investidores de varejo não têm mais chance. A mensagem implícita é clara — os lucros com a volatilidade das criptomoedas estão quase no fim, não há mais oportunidade de ficar rico de uma vez só nesta rodada, e no futuro não haverá mais chances de enriquecer rapidamente. E o que aconteceu? Uma enxurrada de investidores de varejo foi assustado e entrou de cabeça em memecoins e projetos de segunda linha, tentando uma última jogada.
**Segunda categoria: a armadilha da ansiedade por conhecimento**
DeFi, NFT, RWA, DePIN, AI Meme… todos os dias surgem novos conceitos. A opinião pública cria uma atmosfera assim: se você não ficar 24 horas no Twitter, não ler algumas centenas de páginas de whitepapers em inglês, não pegar os hotspots certos, você é um “receptor de prejuízo” e um provedor de liquidez. Os investidores de varejo ficam com os olhos vermelhos todos os dias, perseguindo tendências até ficarem tontos, e acabam presos em quase todas as narrativas.
**Terceira categoria: o pânico da escassez do Bitcoin**
Essa narrativa já virou consenso: sem Bitcoin, você está acabado; os ativos fiduciários estão sendo consumidos pela inflação; você perdeu a última grande oportunidade de transferência de riqueza na história da humanidade; se seus filhos não têm BTC, estarão sempre na base da pirâmide. Essa argumentação é a mais madura e a que tem maior poder de disseminação.
**Quarta categoria: a mentalidade de jogo de soma zero**
A antiga lei da floresta no mundo cripto agora se concentra principalmente em memecoins e projetos de baixo valor. A lógica é: sem valor real, tudo se resume a enganar os outros; você precisa ser mais cruel que os demais, cortar os grandes, cortar os amigos, cortar as pessoas ao seu redor. Todos entram em um estado de batalha, de forma agressiva e de visão curta, e acabam perdendo tudo tanto na realidade quanto no universo cripto.
Essas quatro forças, juntas, deixam a mentalidade dos investidores de varejo completamente confusa.