Os sinais de mudança na direção da regulamentação financeira nos Estados Unidos estão a acontecer de forma silenciosa. A liderança da Securities and Exchange Commission (SEC) lançou recentemente a iniciativa "Project Crypto", que não é apenas um ajuste de política simples, mas uma redefinição de todo o quadro regulatório de ativos digitais — com o objetivo de transformar os EUA no centro financeiro global de blockchain.
**"Viragem de 180 graus" na abordagem regulatória**
Nos últimos anos, a questão de saber se os ativos digitais são ou não valores mobiliários tem sido uma preocupação constante para investidores e desenvolvedores. Como a SEC decide isso? Principalmente com base na antiga ferramenta "Teste Howey", resultando em critérios pouco claros e uma aplicação da lei muitas vezes confusa. A administração anterior considerava a maioria dos ativos digitais como valores mobiliários, movendo ações contra bolsas e plataformas NFT, deixando toda a indústria sob forte pressão.
Agora, a abordagem mudou completamente. O novo quadro regulatório afirma claramente que a maioria dos ativos digitais na verdade não são valores mobiliários. Dividindo-os por atributos econômicos — coleções digitais, bens digitais, stablecoins, cada um com suas próprias regras, sem uma abordagem única para todos.
**Como funciona a "Isenção de Inovação"**
A parte mais interessante vem agora. A partir de janeiro de 2026, protocolos DeFi, DAOs e emissores de stablecoins que atendam aos critérios terão a oportunidade de acessar a "Isenção de Inovação". O que isso significa? Em 12 a 24 meses, você não precisará seguir o processo de registro tradicional de valores mobiliários, desde que implemente uma infraestrutura rigorosa de verificação de identidade e conformidade.
Resumindo, é uma abertura para inovação por parte das autoridades reguladoras, mas com o compromisso de manter KYC e controle de riscos. Essa abordagem é muito mais realista do que a estratégia anterior de "repressão total" — reconhece que o setor precisa de espaço para crescer, sem abrir mão do controle de riscos.
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Os sinais de mudança na direção da regulamentação financeira nos Estados Unidos estão a acontecer de forma silenciosa. A liderança da Securities and Exchange Commission (SEC) lançou recentemente a iniciativa "Project Crypto", que não é apenas um ajuste de política simples, mas uma redefinição de todo o quadro regulatório de ativos digitais — com o objetivo de transformar os EUA no centro financeiro global de blockchain.
**"Viragem de 180 graus" na abordagem regulatória**
Nos últimos anos, a questão de saber se os ativos digitais são ou não valores mobiliários tem sido uma preocupação constante para investidores e desenvolvedores. Como a SEC decide isso? Principalmente com base na antiga ferramenta "Teste Howey", resultando em critérios pouco claros e uma aplicação da lei muitas vezes confusa. A administração anterior considerava a maioria dos ativos digitais como valores mobiliários, movendo ações contra bolsas e plataformas NFT, deixando toda a indústria sob forte pressão.
Agora, a abordagem mudou completamente. O novo quadro regulatório afirma claramente que a maioria dos ativos digitais na verdade não são valores mobiliários. Dividindo-os por atributos econômicos — coleções digitais, bens digitais, stablecoins, cada um com suas próprias regras, sem uma abordagem única para todos.
**Como funciona a "Isenção de Inovação"**
A parte mais interessante vem agora. A partir de janeiro de 2026, protocolos DeFi, DAOs e emissores de stablecoins que atendam aos critérios terão a oportunidade de acessar a "Isenção de Inovação". O que isso significa? Em 12 a 24 meses, você não precisará seguir o processo de registro tradicional de valores mobiliários, desde que implemente uma infraestrutura rigorosa de verificação de identidade e conformidade.
Resumindo, é uma abertura para inovação por parte das autoridades reguladoras, mas com o compromisso de manter KYC e controle de riscos. Essa abordagem é muito mais realista do que a estratégia anterior de "repressão total" — reconhece que o setor precisa de espaço para crescer, sem abrir mão do controle de riscos.