O panorama da inflação global continua a mostrar uma divergência regional acentuada em 2024-2025. A Argentina lidera com uma taxa impressionante de 31,4%, enquanto a Turquia fica logo atrás, com 30,89% — ambas as economias enfrentando pressões persistentes na moeda. A taxa de 6,6% da Rússia reflete restrições de oferta relacionadas às sanções, enquanto os 4,26% do Brasil sugerem que os esforços de estabilização do mercado emergente estão ganhando tração.
Entretanto, as economias desenvolvidas agrupam-se na faixa inferior. O México mantém-se firme em 3,69%, a África do Sul em 3,5%. Austrália, Reino Unido e Japão oscilam na faixa de 2,9%-3,4%, sinalizando que a inflação central permanece resistente, apesar dos ciclos agressivos de aperto monetário dos bancos centrais nos últimos dois anos.
O que é particularmente marcante? A inflação nos EUA em 2,7% demonstra o quão divergentes se tornaram os ciclos monetários globais. Enquanto algumas regiões enfrentam aumentos de preços de dois dígitos, outras estão se aproximando das bandas-alvo. Essa fragmentação importa para os mercados de criptomoedas — ela remodela os fluxos de capital entre ativos de risco e de refúgio, influencia os rendimentos reais das stablecoins e sinaliza quais bancos centrais podem aliviar a política antes do esperado.
Para traders e gestores de carteiras, esses números reforçam por que a diversificação entre geografias continua a ser crucial nesta era deflacionária de criptoativos.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
O panorama da inflação global continua a mostrar uma divergência regional acentuada em 2024-2025. A Argentina lidera com uma taxa impressionante de 31,4%, enquanto a Turquia fica logo atrás, com 30,89% — ambas as economias enfrentando pressões persistentes na moeda. A taxa de 6,6% da Rússia reflete restrições de oferta relacionadas às sanções, enquanto os 4,26% do Brasil sugerem que os esforços de estabilização do mercado emergente estão ganhando tração.
Entretanto, as economias desenvolvidas agrupam-se na faixa inferior. O México mantém-se firme em 3,69%, a África do Sul em 3,5%. Austrália, Reino Unido e Japão oscilam na faixa de 2,9%-3,4%, sinalizando que a inflação central permanece resistente, apesar dos ciclos agressivos de aperto monetário dos bancos centrais nos últimos dois anos.
O que é particularmente marcante? A inflação nos EUA em 2,7% demonstra o quão divergentes se tornaram os ciclos monetários globais. Enquanto algumas regiões enfrentam aumentos de preços de dois dígitos, outras estão se aproximando das bandas-alvo. Essa fragmentação importa para os mercados de criptomoedas — ela remodela os fluxos de capital entre ativos de risco e de refúgio, influencia os rendimentos reais das stablecoins e sinaliza quais bancos centrais podem aliviar a política antes do esperado.
Para traders e gestores de carteiras, esses números reforçam por que a diversificação entre geografias continua a ser crucial nesta era deflacionária de criptoativos.