De 2024 a 2025, o mercado de criptomoedas passou por uma celebração de algoritmos e liquidez. No início de 2026, ao olharmos para trás, estamos numa encruzilhada crucial — uma grande migração do virtual na nuvem para a infraestrutura física.
Imagine as blockchains de alto desempenho como os neurônios da civilização humana, e o DePIN como a estrutura física que sustenta toda a operação dessa civilização. E o Walrus, por sua vez, é como o componente central que nunca envelhece e que está em constante expansão dentro dessa estrutura.
Para ser honesto, o mercado de 2025 já enjoou daqueles projetos que só sabem contar histórias nas redes sociais, mas nunca chegam a concretizar nada. O verdadeiro significado do DePIN é que o Web3 está passando de um mundo virtual para uma disputa pelo domínio do território físico real. Nessa luta, o armazenamento deixou de ser apenas uma cópia de backup na nuvem. Ele se tornou o suporte fundamental para modelos de IA descentralizados, NFTs dinâmicos e a governança de dados globais. E é por isso que o Walrus conseguiu se destacar em 2026.
Do ponto de vista técnico, o Walrus fez algo que projetos iniciais não conseguiram — resolveu de uma vez por todas o velho problema do armazenamento distribuído tradicional: "só guardar, sem ser prático". Embora o Filecoin tenha resolvido o armazenamento de dados, ele sempre ficou atrás na eficiência de leitura e aplicação prática. O Walrus usa tecnologia de codificação de exclusão (Erasure Coding) para dividir os dados em pedaços e distribuí-los por nós ao redor do mundo. Entendido de outra forma, é como dividir uma obra de arte valiosa em dez mil fragmentos espalhados pelo globo, mas você só precisa recuperar uma pequena parte para restaurar a obra inteira. Essa abordagem não só aumenta a eficiência do armazenamento, como também torna a disponibilidade dos dados em tempo real uma realidade concreta.
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De 2024 a 2025, o mercado de criptomoedas passou por uma celebração de algoritmos e liquidez. No início de 2026, ao olharmos para trás, estamos numa encruzilhada crucial — uma grande migração do virtual na nuvem para a infraestrutura física.
Imagine as blockchains de alto desempenho como os neurônios da civilização humana, e o DePIN como a estrutura física que sustenta toda a operação dessa civilização. E o Walrus, por sua vez, é como o componente central que nunca envelhece e que está em constante expansão dentro dessa estrutura.
Para ser honesto, o mercado de 2025 já enjoou daqueles projetos que só sabem contar histórias nas redes sociais, mas nunca chegam a concretizar nada. O verdadeiro significado do DePIN é que o Web3 está passando de um mundo virtual para uma disputa pelo domínio do território físico real. Nessa luta, o armazenamento deixou de ser apenas uma cópia de backup na nuvem. Ele se tornou o suporte fundamental para modelos de IA descentralizados, NFTs dinâmicos e a governança de dados globais. E é por isso que o Walrus conseguiu se destacar em 2026.
Do ponto de vista técnico, o Walrus fez algo que projetos iniciais não conseguiram — resolveu de uma vez por todas o velho problema do armazenamento distribuído tradicional: "só guardar, sem ser prático". Embora o Filecoin tenha resolvido o armazenamento de dados, ele sempre ficou atrás na eficiência de leitura e aplicação prática. O Walrus usa tecnologia de codificação de exclusão (Erasure Coding) para dividir os dados em pedaços e distribuí-los por nós ao redor do mundo. Entendido de outra forma, é como dividir uma obra de arte valiosa em dez mil fragmentos espalhados pelo globo, mas você só precisa recuperar uma pequena parte para restaurar a obra inteira. Essa abordagem não só aumenta a eficiência do armazenamento, como também torna a disponibilidade dos dados em tempo real uma realidade concreta.