Nas negociações de criptomoedas (como Bitcoin, Ethereum), o “volume de negócios” (simplificando, quanto se compra e vende numa determinada altura) como é que se usa realmente, pode ajudar-nos a avaliar o mercado, evitar armadilhas.
Primeiro, entender o básico do volume de negócios: não é só um número, consegue mostrar se o mercado está ativo ou não, se as pessoas estão a aceitar o preço (validar a tendência de preço), se é fácil comprar e vender (liquidez), e também reflete o sentimento geral (por exemplo, um aumento repentino de volume pode indicar pânico de venda ou uma compra frenética). Além disso, diferentes criptomoedas têm volumes de negócios muito diferentes; por exemplo, o volume de Bitcoin é maior do que o de outras moedas principais juntas, há moedas com alta capitalização mas volume de negócios muito baixo, pelo que ao comprar há que ter cuidado. O volume também é dividido em spot e derivativos (como futuros), e os dados precisam de ser limpos antes de serem usados.
Depois, a relação “volume e preço”: quando o preço sobe, o volume também aumenta, o que indica que a subida é confiável, com muitos compradores; se o preço sobe mas o volume não acompanha, pode estar a chegar ao topo (divergência de topo). Por outro lado, quando o preço desce e o volume aumenta, indica que há muitos vendedores e a tendência de queda pode continuar; se o preço desce mas o volume diminui, pode estar a aproximar-se do fundo (divergência de fundo). Além disso, quando o preço rompe níveis-chave, o volume deve aumentar para confirmar a verdadeira quebra, caso contrário pode ser um falso.
Seguidamente, as aplicações práticas do volume de negócios: primeiro, análise de tendência, por exemplo, quando o preço sobe e o volume aumenta, a tendência é forte; durante períodos de consolidação, o volume diminui, indicando que todos estão à espera. Segundo, validação de quebras, por exemplo, se uma moeda rompe um nível de preço importante e o volume é muito maior que o habitual, é mais provável que seja uma verdadeira subida/queda; caso contrário, pode voltar rapidamente. Terceiro, identificar topos e fundos, por exemplo, se o preço sobe há muito tempo e de repente há um volume enorme, pode estar a atingir o topo; se o preço desce há muito tempo e o volume aumenta de repente, pode estar a chegar ao fundo.
Depois, ferramentas avançadas, como o indicador OBV, que combina a variação do preço com o volume para mostrar se o dinheiro está a entrar ou a sair; também o VWAP (preço médio ponderado pelo volume), que tanto instituições como investidores individuais podem usar para decidir momentos de compra e venda. Além disso, é possível usar dados da blockchain (como transferências de grandes quantidades, fluxos de fundos entre exchanges) para verificar se o volume é real, evitando enganos com dados falsos.
Por fim, como evitar armadilhas com o volume: alguns plataformas podem fazer “volume falso” (por exemplo, comprar e vender a si próprias para parecer que há mais atividade), podemos comparar dados de diferentes plataformas ou verificar transferências reais na blockchain para identificar; também há interferências entre mercados (por exemplo, diferentes zonas horárias com diferentes níveis de atividade, ou arbitragem que aumenta o volume repentinamente), é importante distinguir entre necessidades reais e sinais falsos. Além disso, em mercados extremos (como quedas ou subidas rápidas de preço), os dados de volume podem não ser precisos, nestes casos, usar outros indicadores para ajudar na análise ou até pausar as negociações para evitar riscos.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
19 gostos
Recompensa
19
9
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
BullAndBearBattle
· 01-13 02:40
66666666 sobe já a bordo!🚗 sobe já a bordo!🚗 sobe já a bordo!🚗 sobe já a bordo!🚗
Ver originalResponder0
FuLuBao
· 01-13 01:04
2026冲冲冲 👊2026冲冲冲 👊
2026冲冲冲 👊2026冲冲冲 👊
Responder0
Ryakpanda
· 01-13 00:50
Rush de 2026 👊
Ver originalResponder0
Crypto_Kingdom
· 01-12 19:58
bem feito
Ver originalResponder0
GateUser-76f60b7f
· 01-12 17:11
Rush de 2026 👊
Ver originalResponder0
GateUser-44d2a3dd
· 01-12 16:19
Rush de 2026 👊
Ver originalResponder0
ClearWaterV
· 01-12 12:28
66666666 sobe já a bordo!🚗 sobe já a bordo!🚗 sobe já a bordo!🚗 sobe já a bordo!🚗
Nas negociações de criptomoedas (como Bitcoin, Ethereum), o “volume de negócios” (simplificando, quanto se compra e vende numa determinada altura) como é que se usa realmente, pode ajudar-nos a avaliar o mercado, evitar armadilhas.
Primeiro, entender o básico do volume de negócios: não é só um número, consegue mostrar se o mercado está ativo ou não, se as pessoas estão a aceitar o preço (validar a tendência de preço), se é fácil comprar e vender (liquidez), e também reflete o sentimento geral (por exemplo, um aumento repentino de volume pode indicar pânico de venda ou uma compra frenética). Além disso, diferentes criptomoedas têm volumes de negócios muito diferentes; por exemplo, o volume de Bitcoin é maior do que o de outras moedas principais juntas, há moedas com alta capitalização mas volume de negócios muito baixo, pelo que ao comprar há que ter cuidado. O volume também é dividido em spot e derivativos (como futuros), e os dados precisam de ser limpos antes de serem usados.
Depois, a relação “volume e preço”: quando o preço sobe, o volume também aumenta, o que indica que a subida é confiável, com muitos compradores; se o preço sobe mas o volume não acompanha, pode estar a chegar ao topo (divergência de topo). Por outro lado, quando o preço desce e o volume aumenta, indica que há muitos vendedores e a tendência de queda pode continuar; se o preço desce mas o volume diminui, pode estar a aproximar-se do fundo (divergência de fundo). Além disso, quando o preço rompe níveis-chave, o volume deve aumentar para confirmar a verdadeira quebra, caso contrário pode ser um falso.
Seguidamente, as aplicações práticas do volume de negócios: primeiro, análise de tendência, por exemplo, quando o preço sobe e o volume aumenta, a tendência é forte; durante períodos de consolidação, o volume diminui, indicando que todos estão à espera. Segundo, validação de quebras, por exemplo, se uma moeda rompe um nível de preço importante e o volume é muito maior que o habitual, é mais provável que seja uma verdadeira subida/queda; caso contrário, pode voltar rapidamente. Terceiro, identificar topos e fundos, por exemplo, se o preço sobe há muito tempo e de repente há um volume enorme, pode estar a atingir o topo; se o preço desce há muito tempo e o volume aumenta de repente, pode estar a chegar ao fundo.
Depois, ferramentas avançadas, como o indicador OBV, que combina a variação do preço com o volume para mostrar se o dinheiro está a entrar ou a sair; também o VWAP (preço médio ponderado pelo volume), que tanto instituições como investidores individuais podem usar para decidir momentos de compra e venda. Além disso, é possível usar dados da blockchain (como transferências de grandes quantidades, fluxos de fundos entre exchanges) para verificar se o volume é real, evitando enganos com dados falsos.
Por fim, como evitar armadilhas com o volume: alguns plataformas podem fazer “volume falso” (por exemplo, comprar e vender a si próprias para parecer que há mais atividade), podemos comparar dados de diferentes plataformas ou verificar transferências reais na blockchain para identificar; também há interferências entre mercados (por exemplo, diferentes zonas horárias com diferentes níveis de atividade, ou arbitragem que aumenta o volume repentinamente), é importante distinguir entre necessidades reais e sinais falsos. Além disso, em mercados extremos (como quedas ou subidas rápidas de preço), os dados de volume podem não ser precisos, nestes casos, usar outros indicadores para ajudar na análise ou até pausar as negociações para evitar riscos.