Quando o Bitcoin (BTC) atingiu sua máxima histórica perto de US$ 126 mil, parecia que o mercado não teria limites. Mas a realidade foi bem diferente. Em menos de um mês, o mercado de criptomoedas desapareceu com mais de US$ 1 trilhão em valor, deixando investidores em choque e contas zeradas.
A Queda do Bitcoin e Ethereum
O Bitcoin sofreu o golpe mais duro, despencando 27% de seu pico até tocar os US$ 88.500 em 20 de novembro — uma mínima que não era vista há sete meses. A queda não foi isolada: o Ethereum (ETH) também entrou no vermelho com 24% de desvalorização, caindo abaixo de US$ 3.000. Outras criptomoedas líderes acompanharam a tendência de baixa com perdas comparáveis.
Os Culpados por Trás da Cripto em Queda
Antes dessa carnificina, o mercado era alimentado por esperança: os investidores apostavam em cortes nas taxas de juros americanas e na entrada massiva de capital institucional. Eram expectativas que mantinham os preços em alta. Mas quando esses cenários não se concretizaram — ou perderam força — o efeito foi devastador.
O estopim veio dos crashes dos dias 10 e 11 de outubro, que dispararam mais de US$ 19 bilhões em liquidações alavancadas de uma vez. Quem estava com posições alavancadas foi levado ao abate, amplificando a queda e espalhando o pânico pelo mercado.
Onde Estamos Agora?
Com os dados mais recentes, o BTC oscila em torno de US$ 90 mil, mostrando volatilidade característica dessa fase de mercado deprimido. O Ethereum segue igualmente instável. A cripto em queda segue seu curso, e o sentimento do mercado permanece frágil enquanto investidores tentam entender se o pior já passou ou se há mais dor pela frente.
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O Crash de Bilhões: Como a Cripto em Queda Liquidou Fortunes em Poucas Semanas
Quando o Bitcoin (BTC) atingiu sua máxima histórica perto de US$ 126 mil, parecia que o mercado não teria limites. Mas a realidade foi bem diferente. Em menos de um mês, o mercado de criptomoedas desapareceu com mais de US$ 1 trilhão em valor, deixando investidores em choque e contas zeradas.
A Queda do Bitcoin e Ethereum
O Bitcoin sofreu o golpe mais duro, despencando 27% de seu pico até tocar os US$ 88.500 em 20 de novembro — uma mínima que não era vista há sete meses. A queda não foi isolada: o Ethereum (ETH) também entrou no vermelho com 24% de desvalorização, caindo abaixo de US$ 3.000. Outras criptomoedas líderes acompanharam a tendência de baixa com perdas comparáveis.
Os Culpados por Trás da Cripto em Queda
Antes dessa carnificina, o mercado era alimentado por esperança: os investidores apostavam em cortes nas taxas de juros americanas e na entrada massiva de capital institucional. Eram expectativas que mantinham os preços em alta. Mas quando esses cenários não se concretizaram — ou perderam força — o efeito foi devastador.
O estopim veio dos crashes dos dias 10 e 11 de outubro, que dispararam mais de US$ 19 bilhões em liquidações alavancadas de uma vez. Quem estava com posições alavancadas foi levado ao abate, amplificando a queda e espalhando o pânico pelo mercado.
Onde Estamos Agora?
Com os dados mais recentes, o BTC oscila em torno de US$ 90 mil, mostrando volatilidade característica dessa fase de mercado deprimido. O Ethereum segue igualmente instável. A cripto em queda segue seu curso, e o sentimento do mercado permanece frágil enquanto investidores tentam entender se o pior já passou ou se há mais dor pela frente.