A manhã no mundo das criptomoedas foi abruptamente abalada por uma notícia bombástica — um líder político global anunciou numa plataforma social a imposição de uma tarifa de 25% sobre todas as trocas comerciais com um país específico, afirmando de forma categórica que esta medida é "final e irrevogável". Assim que a notícia se espalhou, os mercados financeiros globais reagiram em segundos, e o mercado de criptomoedas explodiu: será que vamos reviver o massacre de outubro do ano passado, com as altcoins a despencar em massa e uma onda de liquidações a varrer tudo novamente?
Como veterano que já viu colapsos no mercado de criptomoedas durante conflitos geopolíticos, tenho que dizer: esta movimentação vai muito além de um simples "impacto negativo". A curto prazo, é uma verdadeira montanha-russa de pânico, mas a longo prazo, há muitas oportunidades de aproveitar os descontos — o segredo está em conseguir enxergar a verdade por trás da cortina.
Vamos revisitar os velhos registros históricos. Quando uma declaração semelhante de tarifas foi feita em outubro do ano passado, o mercado de criptomoedas foi imediatamente pressionado — o Bitcoin caiu 15% num único dia, as altcoins sofreram ainda mais, com metade delas a cortar metade do valor. Em 24 horas, 300 mil traders foram liquidados, e o valor total de liquidações na rede ultrapassou os 11 bilhões de dólares. Por que as tarifas eram tão severas? A raiz do problema está na alavancagem no mercado de criptomoedas, que se acumulou como um prédio de nove andares, especialmente nos empréstimos circulares de stablecoins de alto rendimento, que já eram frágeis. Quando o risco macroeconômico bate à porta, o som das explosões de alavancagem é mais intenso do que fogos de artifício no Ano Novo, deixando os investidores de varejo sem sequer tempo para cortar perdas.
Mas desta vez, a lógica fundamental começou a se inverter. A situação geopolítica já não é novidade — na escalada do conflito do ano passado, o mercado também passou por uma onda de vendas, com 240 mil liquidações, sendo 90% de posições longas. Só que o modo de jogar mudou: dados históricos mostram que impactos políticos semelhantes costumam gerar pânico a curto prazo, mas, a longo prazo, o mercado consegue encontrar fundos na pessimismo. O verdadeiro risco não está na política, mas na própria alavancagem — quando a maioria dos investidores de varejo entra em pânico, é justamente o momento em que os players mais preparados aproveitam para comprar na baixa.
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OffchainWinner
· 20m atrás
Mais uma vez essa história? Assim que surgem tarifas, dizem que é uma oportunidade de comprar na baixa. Por que em outubro do ano passado não aproveitaram para fazer uma compra inteligente?
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rugpull_ptsd
· 8h atrás
Outra vez essa história? Declarações de tarifas e queda de preços, eu já estou insensível a isso, só quero ver quem consegue segurar até o fundo para aproveitar a oportunidade
Os jogadores de alavancagem precisam acordar nesta onda, a história está bem diante dos olhos
Os momentos de pânico são os que mais testam a resistência mental, é quando os investidores de varejo estão cortando perdas que realmente surgem as oportunidades
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BrokenYield
· 8h atrás
lmao o dinheiro inteligente está literalmente à espera que o pânico se acalme, o retalho sempre cai na mesma estratégia todas as vezes
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GweiTooHigh
· 8h atrás
Outra vez essa história? O teatro das tarifas aduaneiras já está batido, sempre dizem "finalmente não pode ser alterado", e no final...
Espera aí, desta vez é realmente diferente? Eu gosto da parte de liquidação por margem, os investidores de varejo adoram comprar no topo, nunca aprendem.
Falar em pegar o fundo é fácil, a questão é: quanto tempo você consegue aguentar de queda? Eu realmente não tenho esse dinheiro sobrando.
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ShortingEnthusiast
· 9h atrás
Mais uma rodada de esquemas para cortar os verdes, só quero ver até que ponto vão conseguir reduzir os preços desta vez
A manhã no mundo das criptomoedas foi abruptamente abalada por uma notícia bombástica — um líder político global anunciou numa plataforma social a imposição de uma tarifa de 25% sobre todas as trocas comerciais com um país específico, afirmando de forma categórica que esta medida é "final e irrevogável". Assim que a notícia se espalhou, os mercados financeiros globais reagiram em segundos, e o mercado de criptomoedas explodiu: será que vamos reviver o massacre de outubro do ano passado, com as altcoins a despencar em massa e uma onda de liquidações a varrer tudo novamente?
Como veterano que já viu colapsos no mercado de criptomoedas durante conflitos geopolíticos, tenho que dizer: esta movimentação vai muito além de um simples "impacto negativo". A curto prazo, é uma verdadeira montanha-russa de pânico, mas a longo prazo, há muitas oportunidades de aproveitar os descontos — o segredo está em conseguir enxergar a verdade por trás da cortina.
Vamos revisitar os velhos registros históricos. Quando uma declaração semelhante de tarifas foi feita em outubro do ano passado, o mercado de criptomoedas foi imediatamente pressionado — o Bitcoin caiu 15% num único dia, as altcoins sofreram ainda mais, com metade delas a cortar metade do valor. Em 24 horas, 300 mil traders foram liquidados, e o valor total de liquidações na rede ultrapassou os 11 bilhões de dólares. Por que as tarifas eram tão severas? A raiz do problema está na alavancagem no mercado de criptomoedas, que se acumulou como um prédio de nove andares, especialmente nos empréstimos circulares de stablecoins de alto rendimento, que já eram frágeis. Quando o risco macroeconômico bate à porta, o som das explosões de alavancagem é mais intenso do que fogos de artifício no Ano Novo, deixando os investidores de varejo sem sequer tempo para cortar perdas.
Mas desta vez, a lógica fundamental começou a se inverter. A situação geopolítica já não é novidade — na escalada do conflito do ano passado, o mercado também passou por uma onda de vendas, com 240 mil liquidações, sendo 90% de posições longas. Só que o modo de jogar mudou: dados históricos mostram que impactos políticos semelhantes costumam gerar pânico a curto prazo, mas, a longo prazo, o mercado consegue encontrar fundos na pessimismo. O verdadeiro risco não está na política, mas na própria alavancagem — quando a maioria dos investidores de varejo entra em pânico, é justamente o momento em que os players mais preparados aproveitam para comprar na baixa.