Por trás da perda de 470.000 dólares com a operação de rato: como a controvérsia do token de NYC evoluiu para um estudo de caso de "moeda de celebridade"
O token NYC, lançado pelo ex-prefeito de Nova York Eric Adams em 13 de janeiro de 2026, passou por uma montanha-russa de valorização. O valor de mercado caiu de 600 milhões de dólares para menos de 100 milhões, uma queda superior a 80%. Nesse turbilhão, uma carteira que tentou antecipar a compra se tornou uma “mártir” — ela comprou 10 minutos antes do anúncio, obteve um lucro temporário de 250 mil dólares, mas acabou com uma perda de 477 mil dólares. Isso não é apenas um caso isolado de fracasso, mas um espelho de como o evento evoluiu para um exemplo clássico de risco de “moeda de celebridade” na indústria de criptomoedas.
Linha do tempo do evento: de oportunidade a armadilha em 20 minutos
De acordo com análises de dados on-chain, o período de janela entre a liquidação do token NYC e o anúncio do projeto foi de apenas 20 minutos. Esse intervalo se tornou espaço para operações de “carteira de rato”.
Marco temporal
Evento
Dados-chave
Início do lançamento
NYC token lançado, valor de mercado dispara
Valor de mercado sobe para 600 milhões de dólares
+10 minutos após o lançamento
Uma carteira compra
Lucro não realizado de 250 mil dólares em curto prazo
+10-20 minutos após o lançamento
Anúncio divulgado, reação do mercado
Preço começa a recuar
Depois
Posição mantida por muito tempo, venda de pânico
Perda final de 477 mil dólares
A ironia dessa história é que: essa carteira aproveitou a “oportunidade”, mas não capturou o “timing”. O lucro temporário de 25 mil dólares virou uma perda de 47,7 mil dólares.
Sinais suspeitos na operação de liquidez da equipe
A controvérsia central do evento reside na operação de liquidez por parte da equipe do projeto. Segundo ferramentas de análise on-chain como Bubblemaps, os dados monitorados indicam:
Detalhes-chave sobre a retirada de liquidez
Carteiras relacionadas à equipe removeram cerca de 2,5 milhões de dólares em USDC do pool de liquidez
Essa retirada ocorreu no pico de preço
Depois, o preço despencou 60-70%
Posteriormente, a equipe re-adicionou aproximadamente 1,5 milhão de dólares em USDC
As duas versões do projeto
A equipe publicou uma declaração de esclarecimento na plataforma X, afirmando que se tratou de uma “rebalanço de liquidez”, enfatizando que os fundos foram reutilizados para o avanço do projeto. Mas os dados on-chain mostram que a liquidez foi re-adicionada após a queda de preço, o que gerou desconfiança na comunidade.
Risco sistêmico das moedas de celebridade
A controvérsia do NYC não é um evento isolado. Hayden Adams, fundador do Uniswap, comentou em 13 de janeiro, criticando veementemente o uso de blockchain por celebridades e políticos para fraudes. Ele destacou que celebridades podem lucrar de forma legítima usando blockchain — emitindo tokens, mantendo liquidez, oferecendo valor real aos detentores e mantendo transparência no projeto.
Segundo informações, padrões de risco semelhantes já apareceram em tokens apoiados por políticos, como LIBRA e MELANIA, que atualmente enfrentam processos de fraude e congelamento de ativos.
Problemas de centralização do NYC
As cinco maiores carteiras detêm mais de 92% da oferta total de tokens
Alta centralização da liquidez
Informações do projeto incompletas (sem detalhes sobre parceiros, uso de fundos, mecanismos específicos)
Observações pessoais
A história da perda de 477 mil dólares não é importante pelo valor em si, mas por expor duas questões:
Primeiro, o viés de percepção dos participantes do mercado. Essa carteira comprou 10 minutos antes do anúncio, indicando que tinha uma vantagem de informação. Mas o lucro momentâneo no papel se transformou na perda final, refletindo que, em tokens altamente centralizados, investidores menores não conseguem prever o comportamento de grandes players.
Segundo, a transparência das operações da equipe. “Rebalanceamento de liquidez” soa profissional, mas os dados on-chain — retiradas no pico, reabastecimentos no fundo — dificilmente deixam de remeter a um padrão de realização de lucros. A declaração do projeto, embora enfatize o investimento de longo prazo, não consegue eliminar totalmente as dúvidas do mercado.
Resumo
A controvérsia do NYC é um caso importante no início de 2026 no mercado de criptomoedas. De um valor de mercado de 600 milhões de dólares a uma queda de 80%, do prejuízo de 477 mil dólares de uma carteira ao comentário crítico do fundador do Uniswap, o encadeamento do evento revela claramente os riscos sistêmicos das moedas de celebridade.
Três lições centrais: primeiro, tokens altamente centralizados são inerentemente instáveis; segundo, a assimetria de informação continua sendo o maior risco no mercado de criptomoedas; por fim, mesmo janelas de “oportunidade” aparentes podem ser armadilhas cuidadosamente planejadas. Para investidores, não se trata apenas de se um token pode ou não gerar lucro, mas de como se proteger em projetos altamente opacos.
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Por trás da perda de 470.000 dólares com a operação de rato: como a controvérsia do token de NYC evoluiu para um estudo de caso de "moeda de celebridade"
O token NYC, lançado pelo ex-prefeito de Nova York Eric Adams em 13 de janeiro de 2026, passou por uma montanha-russa de valorização. O valor de mercado caiu de 600 milhões de dólares para menos de 100 milhões, uma queda superior a 80%. Nesse turbilhão, uma carteira que tentou antecipar a compra se tornou uma “mártir” — ela comprou 10 minutos antes do anúncio, obteve um lucro temporário de 250 mil dólares, mas acabou com uma perda de 477 mil dólares. Isso não é apenas um caso isolado de fracasso, mas um espelho de como o evento evoluiu para um exemplo clássico de risco de “moeda de celebridade” na indústria de criptomoedas.
Linha do tempo do evento: de oportunidade a armadilha em 20 minutos
De acordo com análises de dados on-chain, o período de janela entre a liquidação do token NYC e o anúncio do projeto foi de apenas 20 minutos. Esse intervalo se tornou espaço para operações de “carteira de rato”.
A ironia dessa história é que: essa carteira aproveitou a “oportunidade”, mas não capturou o “timing”. O lucro temporário de 25 mil dólares virou uma perda de 47,7 mil dólares.
Sinais suspeitos na operação de liquidez da equipe
A controvérsia central do evento reside na operação de liquidez por parte da equipe do projeto. Segundo ferramentas de análise on-chain como Bubblemaps, os dados monitorados indicam:
Detalhes-chave sobre a retirada de liquidez
As duas versões do projeto
A equipe publicou uma declaração de esclarecimento na plataforma X, afirmando que se tratou de uma “rebalanço de liquidez”, enfatizando que os fundos foram reutilizados para o avanço do projeto. Mas os dados on-chain mostram que a liquidez foi re-adicionada após a queda de preço, o que gerou desconfiança na comunidade.
Risco sistêmico das moedas de celebridade
A controvérsia do NYC não é um evento isolado. Hayden Adams, fundador do Uniswap, comentou em 13 de janeiro, criticando veementemente o uso de blockchain por celebridades e políticos para fraudes. Ele destacou que celebridades podem lucrar de forma legítima usando blockchain — emitindo tokens, mantendo liquidez, oferecendo valor real aos detentores e mantendo transparência no projeto.
Segundo informações, padrões de risco semelhantes já apareceram em tokens apoiados por políticos, como LIBRA e MELANIA, que atualmente enfrentam processos de fraude e congelamento de ativos.
Problemas de centralização do NYC
Observações pessoais
A história da perda de 477 mil dólares não é importante pelo valor em si, mas por expor duas questões:
Primeiro, o viés de percepção dos participantes do mercado. Essa carteira comprou 10 minutos antes do anúncio, indicando que tinha uma vantagem de informação. Mas o lucro momentâneo no papel se transformou na perda final, refletindo que, em tokens altamente centralizados, investidores menores não conseguem prever o comportamento de grandes players.
Segundo, a transparência das operações da equipe. “Rebalanceamento de liquidez” soa profissional, mas os dados on-chain — retiradas no pico, reabastecimentos no fundo — dificilmente deixam de remeter a um padrão de realização de lucros. A declaração do projeto, embora enfatize o investimento de longo prazo, não consegue eliminar totalmente as dúvidas do mercado.
Resumo
A controvérsia do NYC é um caso importante no início de 2026 no mercado de criptomoedas. De um valor de mercado de 600 milhões de dólares a uma queda de 80%, do prejuízo de 477 mil dólares de uma carteira ao comentário crítico do fundador do Uniswap, o encadeamento do evento revela claramente os riscos sistêmicos das moedas de celebridade.
Três lições centrais: primeiro, tokens altamente centralizados são inerentemente instáveis; segundo, a assimetria de informação continua sendo o maior risco no mercado de criptomoedas; por fim, mesmo janelas de “oportunidade” aparentes podem ser armadilhas cuidadosamente planejadas. Para investidores, não se trata apenas de se um token pode ou não gerar lucro, mas de como se proteger em projetos altamente opacos.