Trump cancela ameaça de tarifas à Europa, na essência é uma encenação política de “chantagem tarifária em troca de concessões estratégicas”, com tantos pontos negativos que daria para fazer uma grande sessão de memes👇
Um, o “jogo de pressão extrema → parar no momento certo”
• Em 17 de janeiro, ameaçou: aplicar uma tarifa de 10% em produtos de oito países (Dinamarca, Noruega, França, Alemanha, Reino Unido, etc.) a partir de 1 de fevereiro, aumentando para 25% em junho, alegando que eles não estavam cooperando na “compra de Groenlândia”.
• Em 21 de janeiro, mudou de postura em um instante: após conversar com o secretário-geral da OTAN e do Fórum Econômico Mundial, anunciou imediatamente o cancelamento das tarifas, dizendo que “conseguiu tudo o que queria”.
• Pontos de crítica: de “comprar a ilha à força” para “acordos de defesa + minerais”, uma reversão de 180° em apenas 4 dias, parecendo uma peça de teatro de “chorar por doces → conseguir o doce e fugir”, onde está a promessa de “falar e fazer”?
Dois, o “cancelamento por pressão ou por cálculo”
1. A reação da Europa foi forte demais: a UE preparou uma lista de retaliação de 93 bilhões de euros, incluindo 21 bilhões contra produtos agrícolas (para atingir os votos do Partido Republicano), e 72 bilhões em Boeing, automóveis, etc. A guerra comercial é inevitavelmente “ambos perdem”, com empresas americanas e o mercado de ações sofrendo primeiro.
2. A política interna americana não aceita: apenas 17% da população apoia a “compra da ilha”, e o Congresso, de ambos os partidos, critica, dizendo que prejudica as relações com aliados; forçar a situação só traz prejuízo.
3. A OTAN deu uma saída: o acordo não toca na soberania, mas troca a implantação de tropas americanas pelo sistema de defesa antimísseis “Cúpula de Ouro”, além de atualizar a base aérea de Tulle, e ainda obter prioridade na exploração de minerais como terras raras, garantindo controle estratégico, com aparência e conteúdo.
4. Pontos de crítica: não é uma “ameaça de cancelamento”, mas uma troca de “tarifas por privilégios”, usando aliados como “ferramentas de negociação”, com uma postura pouco elegante.
Três, os “cálculos” e a realidade constrangedora
• EUA: usam ameaças para controlar o Ártico, recursos e forças militares, tentando manter a estabilidade eleitoral e do mercado, alegando que “ganharam tudo”.
• Europa: defendem sua soberania e evitam tarifas, mas na prática se vinculam ainda mais aos EUA, com promessas de “traçar linhas vermelhas” para China e Rússia, que parecem promessas vazias.
• Groenlândia: 85% dos moradores são contra a intervenção americana, e a implementação do acordo enfrenta resistência, fazendo com que o “controle real” dos EUA pareça uma ilusão.
• Pontos de crítica: os EUA querem “poder, não território”, a Europa “protege o território, perde o poder”, e a Groenlândia “é representada”, numa disputa de interesses entre aliados, onde a democracia e a soberania parecem secundárias.
Quatro, a velha tática do “negócio de hegemonia”
A estratégia de Trump é um clássico: “pressão extrema → criar pânico → forçar concessões → usar o poder de barganha”, usando tarifas como “ferramenta de hegemonia”, trocando alianças por interesses estratégicos, expondo seu pensamento unilateral de “America First”.
Cinco, resumo das críticas
Essa “comédia tarifária” é mais uma demonstração do show político de Trump. Na superfície, parece uma “ameaça de cancelamento”, mas na verdade é uma “troca de interesses”, que não resolve o desequilíbrio comercial entre EUA e Europa, e ainda aumenta a crise de confiança entre aliados. No final, só dá para dizer que, enquanto a Silicon Valley queima dinheiro com “novos brinquedos”, a Casa Branca queima alianças com “velhas táticas”, e ninguém sai ganhando.
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Trump cancela ameaça de tarifas à Europa, na essência é uma encenação política de “chantagem tarifária em troca de concessões estratégicas”, com tantos pontos negativos que daria para fazer uma grande sessão de memes👇
Um, o “jogo de pressão extrema → parar no momento certo”
• Em 17 de janeiro, ameaçou: aplicar uma tarifa de 10% em produtos de oito países (Dinamarca, Noruega, França, Alemanha, Reino Unido, etc.) a partir de 1 de fevereiro, aumentando para 25% em junho, alegando que eles não estavam cooperando na “compra de Groenlândia”.
• Em 21 de janeiro, mudou de postura em um instante: após conversar com o secretário-geral da OTAN e do Fórum Econômico Mundial, anunciou imediatamente o cancelamento das tarifas, dizendo que “conseguiu tudo o que queria”.
• Pontos de crítica: de “comprar a ilha à força” para “acordos de defesa + minerais”, uma reversão de 180° em apenas 4 dias, parecendo uma peça de teatro de “chorar por doces → conseguir o doce e fugir”, onde está a promessa de “falar e fazer”?
Dois, o “cancelamento por pressão ou por cálculo”
1. A reação da Europa foi forte demais: a UE preparou uma lista de retaliação de 93 bilhões de euros, incluindo 21 bilhões contra produtos agrícolas (para atingir os votos do Partido Republicano), e 72 bilhões em Boeing, automóveis, etc. A guerra comercial é inevitavelmente “ambos perdem”, com empresas americanas e o mercado de ações sofrendo primeiro.
2. A política interna americana não aceita: apenas 17% da população apoia a “compra da ilha”, e o Congresso, de ambos os partidos, critica, dizendo que prejudica as relações com aliados; forçar a situação só traz prejuízo.
3. A OTAN deu uma saída: o acordo não toca na soberania, mas troca a implantação de tropas americanas pelo sistema de defesa antimísseis “Cúpula de Ouro”, além de atualizar a base aérea de Tulle, e ainda obter prioridade na exploração de minerais como terras raras, garantindo controle estratégico, com aparência e conteúdo.
4. Pontos de crítica: não é uma “ameaça de cancelamento”, mas uma troca de “tarifas por privilégios”, usando aliados como “ferramentas de negociação”, com uma postura pouco elegante.
Três, os “cálculos” e a realidade constrangedora
• EUA: usam ameaças para controlar o Ártico, recursos e forças militares, tentando manter a estabilidade eleitoral e do mercado, alegando que “ganharam tudo”.
• Europa: defendem sua soberania e evitam tarifas, mas na prática se vinculam ainda mais aos EUA, com promessas de “traçar linhas vermelhas” para China e Rússia, que parecem promessas vazias.
• Groenlândia: 85% dos moradores são contra a intervenção americana, e a implementação do acordo enfrenta resistência, fazendo com que o “controle real” dos EUA pareça uma ilusão.
• Pontos de crítica: os EUA querem “poder, não território”, a Europa “protege o território, perde o poder”, e a Groenlândia “é representada”, numa disputa de interesses entre aliados, onde a democracia e a soberania parecem secundárias.
Quatro, a velha tática do “negócio de hegemonia”
A estratégia de Trump é um clássico: “pressão extrema → criar pânico → forçar concessões → usar o poder de barganha”, usando tarifas como “ferramenta de hegemonia”, trocando alianças por interesses estratégicos, expondo seu pensamento unilateral de “America First”.
Cinco, resumo das críticas
Essa “comédia tarifária” é mais uma demonstração do show político de Trump. Na superfície, parece uma “ameaça de cancelamento”, mas na verdade é uma “troca de interesses”, que não resolve o desequilíbrio comercial entre EUA e Europa, e ainda aumenta a crise de confiança entre aliados. No final, só dá para dizer que, enquanto a Silicon Valley queima dinheiro com “novos brinquedos”, a Casa Branca queima alianças com “velhas táticas”, e ninguém sai ganhando.