#我在Gate广场过新年 Revisão do ciclo de mercado em baixa do Bitcoin: a que preço podemos fazer o fundo?
Na madrugada de 6 de fevereiro, quando o Bitcoin caiu abaixo de 60.000 dólares, toda a comunidade cripto entrou em pânico. A 126.000 dólares, o pico histórico de outubro de 2025, o Bitcoin já caiu 52%. Mas se abrires a história de 15 anos do preço do Bitcoin, vais perceber uma verdade cruel: uma queda de 52% na história só pode ser considerada uma "chuva de verão".
1. A "senha" da queda no mercado em baixa do Bitcoin Vamos começar com um conjunto de dados (a tabela abaixo revela um padrão claro: cada ciclo de baixa tem uma queda máxima que diminui progressivamente. De 94% para 87%, depois para 84%, 77%, o padrão de "mercado em baixa" do Bitcoin está a diminuir em cada ciclo em 5-10 pontos percentuais. Para uma análise mais precisa dessa redução: 2011→2013: redução de 7 pontos percentuais (94%→87%) 2013→2017: redução de 3 pontos percentuais (87%→84%) 2017→2021: redução de 7 pontos percentuais (84%→77%) A média de redução por ciclo é de cerca de 5-7 pontos percentuais. Por quê? O valor de mercado aumenta, a volatilidade naturalmente diminui! Em 2011, o valor de mercado do Bitcoin era de apenas alguns milhões de dólares, uma venda de um "baleia" podia fazer o preço despencar 94%. Em 2026, mesmo que o Bitcoin seja cortado ao meio de seu pico para 60.000 dólares, o valor de mercado ainda ultrapassa 1 trilhão de dólares. Para fazer um ativo de trilhões cair 30-40%, é preciso uma quantidade de venda várias milhares de vezes maior do que em 2011.
Entrada de instituições, oferecendo uma "almofada de liquidez" Antes de 2018, os detentores de Bitcoin eram principalmente investidores individuais e mineiros iniciais. Quando há pânico, todos vendem ao mesmo tempo, sem qualquer "comprador de última hora". Após 2022, instituições como BlackRock, Fidelity, Grayscale, através de ETFs, detêm dezenas de milhares de Bitcoins. Essas instituições não entram em pânico com uma venda repentina; a sua presença funciona como uma "rede de segurança" no mercado. Segundo dados da Bloomberg, até o final de janeiro de 2026, o total de holdings de ETFs de Bitcoin spot nos EUA ultrapassa 900.000 BTC, avaliado em mais de 70 bilhões de dólares. O efeito de "trancamento" dessas posições reduz diretamente a oferta disponível para venda no mercado.
A evolução do Bitcoin de "ativo de especulação" para "classe de ativos" De 2011 a 2013, o Bitcoin era ainda um brinquedo de geeks, com o preço totalmente impulsionado pelo sentimento. De 2017 a 2021, começou a ser considerado "ouro digital", mas ainda faltava uma âncora de avaliação clara. Após 2025, a aprovação de ETFs de Bitcoin, a legislação de stablecoins impulsionada pelo projeto GENIUS, e a proposta de um plano de "reserva estratégica" por Trump, mudaram o cenário. Independentemente de essas políticas serem implementadas ou não, o Bitcoin deixou de ser um "ativo de margem" para se tornar uma parte do "sistema financeiro mainstream". Essa evolução resultou na redução da volatilidade.
O impacto da redução pela metade na oferta está a diminuir No passado, o preço do Bitcoin era influenciado principalmente pelo ciclo de redução pela metade a cada 4 anos, quando a oferta nova diminui 50%. Em 2012, na primeira redução, a produção diária caiu de 7.200 para 3.600 moedas, causando um impacto de oferta enorme. Após a quarta redução em 2024, a produção diária caiu de 900 para 450 moedas, uma redução percentual semelhante, mas em quantidade absoluta já muito menor, com impacto no mercado a diminuir. O efeito deflacionário na oferta está a enfraquecer, assim como a "febre de especulação" na demanda, levando a uma redução na volatilidade.
2. Se a história se repetir, onde estará o "fundo" desta vez? Com base na "redução progressiva" de cada ciclo, podemos imaginar três cenários: Cenário 1: Otimista, a queda reduzida para 65% Se este ciclo tiver uma queda máxima de 65% (uma redução de 12 pontos percentuais em relação aos 77% do ciclo anterior, ligeiramente acima da média histórica de redução): Preço do fundo = 126.000 × (1 - 65%) = 44.100 dólares De 60.000 para 44.100 dólares, há ainda 26% de espaço para queda. Razões de apoio: as posições institucionais atingiram níveis recorde, os ETFs oferecem forte suporte de compra. O Federal Reserve, embora hawkish, já antecipou a redução de juros para junho, em vez de julho, na cúpula de criptomoedas na Casa Branca em março. Stablecoins, embora com crescimento negativo, mantêm um TVL (valor total bloqueado) acima de 230 bilhões de dólares. Riscos: se investidores com posições alavancadas como Strategy forem forçados a vender, podem desencadear uma reação em cadeia. A promessa de reserva estratégica de Trump ainda não foi cumprida, podendo perder a paciência do mercado. Se acreditas neste cenário: começa a comprar por abaixo de 50.000 dólares, com reforço perto de 45.000 dólares.
Cenário 2: Neutro — queda de 70-72% Se a queda máxima for de 70-72% (seguindo a regra de redução de 5-7 pontos percentuais): Preço do fundo (70%) = 126.000 × (1 - 70%) = 37.800 dólares Preço do fundo (72%) = 126.000 × (1 - 72%) = 35.280 dólares De 60.000 para 35.280-37.800 dólares, há ainda 37-41% de espaço para queda. Razões de apoio: segue a regra histórica, nem demasiado otimista nem pessimista. O ambiente macro atual (expectativa de redução de juros + preocupações com redução de balanço) é semelhante a 2018. A linha de 200 semanas do Bitcoin, que historicamente funciona como forte suporte, está nesta faixa de preço. Riscos: uma recessão nos EUA pode levar a uma venda generalizada de ativos de risco. Uma bolha de IA a estourar, ou uma crise no setor tecnológico, pode arrastar o Bitcoin para baixo. Se acreditas neste cenário: reserva os fundos principais para abaixo de 40.000 dólares, com uma zona de "peso pesado" entre 35.000 e 40.000 dólares.
Cenário 3: Pessimista — queda de 75-80% Se a situação for realmente diferente, com uma quebra estrutural do mercado levando a uma queda média de 75-80% (como entre 2017-2022): Preço do fundo (75%) = 126.000 × (1 - 75%) = 31.500 dólares Preço do fundo (80%) = 126.000 × (1 - 80%) = 25.200 dólares De 70.000 dólares atuais para 25.200-31.500 dólares, uma queda adicional de 50%. Riscos: a "tripla morte" de 6 de fevereiro (queda simultânea de ações, ouro e Bitcoin) mostra que o Bitcoin perdeu sua função de refúgio. Os ETFs, embora tenham absorvido muitos ativos, também permitem uma venda rápida por parte de instituições. Políticas tarifárias do governo Trump podem desencadear uma guerra comercial global, levando a uma recessão mundial, perda de talentos na indústria cripto e saída de investidores de risco, destruindo a confiança no setor. Se acreditas neste cenário: vende tudo agora, espera o colapso abaixo de 30.000 dólares, ou mantém apenas 10-20% de posição, com o resto em observação.
3. Não tenhas medo de perder a oportunidade Algumas pessoas sempre se preocupam: e se perderem a oportunidade de comprar no fundo do mercado em baixa? A resposta é simples: esperar por uma alta ou aguardar o próximo ciclo. Criptomoedas não são a tua única chance de mudar de vida. Se pensas que são, já perdeste. Quem perdeu a 150 dólares em 2015, ainda teve oportunidade em 2018, a 3.200 dólares. Quem perdeu a 3.200 dólares, ainda teve chance em 2022, a 15.000 dólares. Mas o mais importante é: sobreviver ao próximo ciclo. Não abandones o mercado por uma má operação. Além disso, a maioria das pessoas só se preocupa com "quando comprar" e esquece-se de "quando vender". Três exemplos: Exemplo 1: Zé comprou em dezembro de 2018, a 3.200 dólares, com uma posição forte. Em junho de 2019, o Bitcoin subiu para 13.000 dólares, Zé achou que "o mercado ia subir", e não vendeu. Em dezembro de 2019, caiu para 7.000 dólares, e Zé pensou "está tudo perdido", vendendo tudo. Resultado: lucrou menos de 1 vez, e perdeu a oportunidade de 69.000 dólares em 2021. Exemplo 2: Lúcio também comprou a 3.200 dólares, mas estabeleceu uma regra: "não vendo enquanto não chegar a 50.000 dólares". Entre 2019 e 2020, resistiu às oscilações. Em abril de 2021, o Bitcoin atingiu 63.000 dólares, e Lúcio vendeu 50%, garantindo um lucro de 15 vezes. O restante manteve até novembro de 2021, quando atingiu 69.000 dólares, vendendo no topo. Resultado: lucro médio de 18 vezes. Exemplo 3: João começou a investir em dezembro de 2018, com 1.000 euros por mês, independentemente do preço. Persistiu por 3 anos, até dezembro de 2021. Seu custo médio foi cerca de 12.000 dólares, pois comprou barato no início e mais caro depois. Em novembro de 2021, quando o Bitcoin atingiu 69.000 dólares, vendeu tudo, com um lucro de aproximadamente 4,7 vezes. Resultado: embora não tão alto quanto Lúcio, não precisou de "timing", sendo a estratégia mais simples. Esses exemplos mostram que não é importante pegar o fundo, mas sim manter a posição. Se não pensas em guardar para sempre, define um plano de "lucro", fazer compras parceladas é menos glamoroso, mas é a melhor estratégia para a maioria, pois é difícil acertar o fundo e o topo ao mesmo tempo. Comprar aos poucos e vender aos poucos é sempre uma abordagem mais segura.
Resumindo, o mercado em baixa é a oportunidade dos pobres Em 2011, quem comprou Bitcoin a 2 dólares já teve um retorno de 30.000 vezes (mesmo considerando o fundo recente de 60.000 dólares). Em 2015, quem comprou a 150 dólares, teve um retorno de 400 vezes. Em 2018, a 3.200 dólares, um retorno de 18,75 vezes. Em 2022, a 15.000 dólares, um retorno de 4 vezes. Cada ciclo de baixa redistribui riqueza. Quem entrou no topo foi expulso do mercado; quem vendeu no fundo perdeu a oportunidade. Quem lucrou foram aqueles que, na maior desesperança, tiveram coragem de comprar aos poucos. Basta acreditar que o Bitcoin vai subir ainda mais. Em 2018, quando caiu para 3.200 dólares, disseram que "o Bitcoin morreu". Em 2022, ao atingir 15.000 dólares, muitos disseram que o apocalipse cripto tinha chegado. Em fevereiro de 2026, ao quebrar 60.000 dólares, o mundo pergunta: "Será que desta vez é diferente?" Se acreditas que a "história se repete", então os próximos 6-12 meses podem ser os teus momentos de comprar "a um preço relativamente baixo" e "sonhar com o futuro". A tua decisão é tua.
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xxx40xxx
· 2h atrás
GOGOGO 2026 👊
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CryptoEye
· 3h atrás
LFG 🔥
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CryptoEye
· 3h atrás
GOGOGO 2026 👊
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CryptoSocietyOfRhinoBrotherIn
· 7h atrás
Feliz Ano Novo 🧨
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ybaser
· 8h atrás
To The Moon 🌕
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Falcon_Official
· 9h atrás
Para a Lua 🌕
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MasterChuTheOldDemonMasterChu
· 10h atrás
Obrigado por partilhar a informação, foi muito inspirador para mim
#我在Gate广场过新年 Revisão do ciclo de mercado em baixa do Bitcoin: a que preço podemos fazer o fundo?
Na madrugada de 6 de fevereiro, quando o Bitcoin caiu abaixo de 60.000 dólares, toda a comunidade cripto entrou em pânico. A 126.000 dólares, o pico histórico de outubro de 2025, o Bitcoin já caiu 52%. Mas se abrires a história de 15 anos do preço do Bitcoin, vais perceber uma verdade cruel: uma queda de 52% na história só pode ser considerada uma "chuva de verão".
1. A "senha" da queda no mercado em baixa do Bitcoin
Vamos começar com um conjunto de dados (a tabela abaixo revela um padrão claro: cada ciclo de baixa tem uma queda máxima que diminui progressivamente. De 94% para 87%, depois para 84%, 77%, o padrão de "mercado em baixa" do Bitcoin está a diminuir em cada ciclo em 5-10 pontos percentuais. Para uma análise mais precisa dessa redução: 2011→2013: redução de 7 pontos percentuais (94%→87%) 2013→2017: redução de 3 pontos percentuais (87%→84%) 2017→2021: redução de 7 pontos percentuais (84%→77%) A média de redução por ciclo é de cerca de 5-7 pontos percentuais. Por quê? O valor de mercado aumenta, a volatilidade naturalmente diminui! Em 2011, o valor de mercado do Bitcoin era de apenas alguns milhões de dólares, uma venda de um "baleia" podia fazer o preço despencar 94%. Em 2026, mesmo que o Bitcoin seja cortado ao meio de seu pico para 60.000 dólares, o valor de mercado ainda ultrapassa 1 trilhão de dólares. Para fazer um ativo de trilhões cair 30-40%, é preciso uma quantidade de venda várias milhares de vezes maior do que em 2011.
Entrada de instituições, oferecendo uma "almofada de liquidez"
Antes de 2018, os detentores de Bitcoin eram principalmente investidores individuais e mineiros iniciais. Quando há pânico, todos vendem ao mesmo tempo, sem qualquer "comprador de última hora". Após 2022, instituições como BlackRock, Fidelity, Grayscale, através de ETFs, detêm dezenas de milhares de Bitcoins. Essas instituições não entram em pânico com uma venda repentina; a sua presença funciona como uma "rede de segurança" no mercado. Segundo dados da Bloomberg, até o final de janeiro de 2026, o total de holdings de ETFs de Bitcoin spot nos EUA ultrapassa 900.000 BTC, avaliado em mais de 70 bilhões de dólares. O efeito de "trancamento" dessas posições reduz diretamente a oferta disponível para venda no mercado.
A evolução do Bitcoin de "ativo de especulação" para "classe de ativos"
De 2011 a 2013, o Bitcoin era ainda um brinquedo de geeks, com o preço totalmente impulsionado pelo sentimento. De 2017 a 2021, começou a ser considerado "ouro digital", mas ainda faltava uma âncora de avaliação clara. Após 2025, a aprovação de ETFs de Bitcoin, a legislação de stablecoins impulsionada pelo projeto GENIUS, e a proposta de um plano de "reserva estratégica" por Trump, mudaram o cenário. Independentemente de essas políticas serem implementadas ou não, o Bitcoin deixou de ser um "ativo de margem" para se tornar uma parte do "sistema financeiro mainstream". Essa evolução resultou na redução da volatilidade.
O impacto da redução pela metade na oferta está a diminuir
No passado, o preço do Bitcoin era influenciado principalmente pelo ciclo de redução pela metade a cada 4 anos, quando a oferta nova diminui 50%. Em 2012, na primeira redução, a produção diária caiu de 7.200 para 3.600 moedas, causando um impacto de oferta enorme. Após a quarta redução em 2024, a produção diária caiu de 900 para 450 moedas, uma redução percentual semelhante, mas em quantidade absoluta já muito menor, com impacto no mercado a diminuir. O efeito deflacionário na oferta está a enfraquecer, assim como a "febre de especulação" na demanda, levando a uma redução na volatilidade.
2. Se a história se repetir, onde estará o "fundo" desta vez?
Com base na "redução progressiva" de cada ciclo, podemos imaginar três cenários:
Cenário 1: Otimista, a queda reduzida para 65%
Se este ciclo tiver uma queda máxima de 65% (uma redução de 12 pontos percentuais em relação aos 77% do ciclo anterior, ligeiramente acima da média histórica de redução):
Preço do fundo = 126.000 × (1 - 65%) = 44.100 dólares
De 60.000 para 44.100 dólares, há ainda 26% de espaço para queda.
Razões de apoio: as posições institucionais atingiram níveis recorde, os ETFs oferecem forte suporte de compra. O Federal Reserve, embora hawkish, já antecipou a redução de juros para junho, em vez de julho, na cúpula de criptomoedas na Casa Branca em março. Stablecoins, embora com crescimento negativo, mantêm um TVL (valor total bloqueado) acima de 230 bilhões de dólares. Riscos: se investidores com posições alavancadas como Strategy forem forçados a vender, podem desencadear uma reação em cadeia. A promessa de reserva estratégica de Trump ainda não foi cumprida, podendo perder a paciência do mercado. Se acreditas neste cenário: começa a comprar por abaixo de 50.000 dólares, com reforço perto de 45.000 dólares.
Cenário 2: Neutro — queda de 70-72%
Se a queda máxima for de 70-72% (seguindo a regra de redução de 5-7 pontos percentuais):
Preço do fundo (70%) = 126.000 × (1 - 70%) = 37.800 dólares
Preço do fundo (72%) = 126.000 × (1 - 72%) = 35.280 dólares
De 60.000 para 35.280-37.800 dólares, há ainda 37-41% de espaço para queda.
Razões de apoio: segue a regra histórica, nem demasiado otimista nem pessimista. O ambiente macro atual (expectativa de redução de juros + preocupações com redução de balanço) é semelhante a 2018. A linha de 200 semanas do Bitcoin, que historicamente funciona como forte suporte, está nesta faixa de preço. Riscos: uma recessão nos EUA pode levar a uma venda generalizada de ativos de risco. Uma bolha de IA a estourar, ou uma crise no setor tecnológico, pode arrastar o Bitcoin para baixo. Se acreditas neste cenário: reserva os fundos principais para abaixo de 40.000 dólares, com uma zona de "peso pesado" entre 35.000 e 40.000 dólares.
Cenário 3: Pessimista — queda de 75-80%
Se a situação for realmente diferente, com uma quebra estrutural do mercado levando a uma queda média de 75-80% (como entre 2017-2022):
Preço do fundo (75%) = 126.000 × (1 - 75%) = 31.500 dólares
Preço do fundo (80%) = 126.000 × (1 - 80%) = 25.200 dólares
De 70.000 dólares atuais para 25.200-31.500 dólares, uma queda adicional de 50%. Riscos: a "tripla morte" de 6 de fevereiro (queda simultânea de ações, ouro e Bitcoin) mostra que o Bitcoin perdeu sua função de refúgio. Os ETFs, embora tenham absorvido muitos ativos, também permitem uma venda rápida por parte de instituições. Políticas tarifárias do governo Trump podem desencadear uma guerra comercial global, levando a uma recessão mundial, perda de talentos na indústria cripto e saída de investidores de risco, destruindo a confiança no setor. Se acreditas neste cenário: vende tudo agora, espera o colapso abaixo de 30.000 dólares, ou mantém apenas 10-20% de posição, com o resto em observação.
3. Não tenhas medo de perder a oportunidade
Algumas pessoas sempre se preocupam: e se perderem a oportunidade de comprar no fundo do mercado em baixa? A resposta é simples: esperar por uma alta ou aguardar o próximo ciclo. Criptomoedas não são a tua única chance de mudar de vida. Se pensas que são, já perdeste. Quem perdeu a 150 dólares em 2015, ainda teve oportunidade em 2018, a 3.200 dólares. Quem perdeu a 3.200 dólares, ainda teve chance em 2022, a 15.000 dólares. Mas o mais importante é: sobreviver ao próximo ciclo. Não abandones o mercado por uma má operação. Além disso, a maioria das pessoas só se preocupa com "quando comprar" e esquece-se de "quando vender". Três exemplos:
Exemplo 1: Zé comprou em dezembro de 2018, a 3.200 dólares, com uma posição forte. Em junho de 2019, o Bitcoin subiu para 13.000 dólares, Zé achou que "o mercado ia subir", e não vendeu. Em dezembro de 2019, caiu para 7.000 dólares, e Zé pensou "está tudo perdido", vendendo tudo. Resultado: lucrou menos de 1 vez, e perdeu a oportunidade de 69.000 dólares em 2021.
Exemplo 2: Lúcio também comprou a 3.200 dólares, mas estabeleceu uma regra: "não vendo enquanto não chegar a 50.000 dólares". Entre 2019 e 2020, resistiu às oscilações. Em abril de 2021, o Bitcoin atingiu 63.000 dólares, e Lúcio vendeu 50%, garantindo um lucro de 15 vezes. O restante manteve até novembro de 2021, quando atingiu 69.000 dólares, vendendo no topo. Resultado: lucro médio de 18 vezes.
Exemplo 3: João começou a investir em dezembro de 2018, com 1.000 euros por mês, independentemente do preço. Persistiu por 3 anos, até dezembro de 2021. Seu custo médio foi cerca de 12.000 dólares, pois comprou barato no início e mais caro depois. Em novembro de 2021, quando o Bitcoin atingiu 69.000 dólares, vendeu tudo, com um lucro de aproximadamente 4,7 vezes. Resultado: embora não tão alto quanto Lúcio, não precisou de "timing", sendo a estratégia mais simples. Esses exemplos mostram que não é importante pegar o fundo, mas sim manter a posição. Se não pensas em guardar para sempre, define um plano de "lucro", fazer compras parceladas é menos glamoroso, mas é a melhor estratégia para a maioria, pois é difícil acertar o fundo e o topo ao mesmo tempo. Comprar aos poucos e vender aos poucos é sempre uma abordagem mais segura.
Resumindo, o mercado em baixa é a oportunidade dos pobres
Em 2011, quem comprou Bitcoin a 2 dólares já teve um retorno de 30.000 vezes (mesmo considerando o fundo recente de 60.000 dólares). Em 2015, quem comprou a 150 dólares, teve um retorno de 400 vezes. Em 2018, a 3.200 dólares, um retorno de 18,75 vezes. Em 2022, a 15.000 dólares, um retorno de 4 vezes. Cada ciclo de baixa redistribui riqueza. Quem entrou no topo foi expulso do mercado; quem vendeu no fundo perdeu a oportunidade. Quem lucrou foram aqueles que, na maior desesperança, tiveram coragem de comprar aos poucos. Basta acreditar que o Bitcoin vai subir ainda mais. Em 2018, quando caiu para 3.200 dólares, disseram que "o Bitcoin morreu". Em 2022, ao atingir 15.000 dólares, muitos disseram que o apocalipse cripto tinha chegado. Em fevereiro de 2026, ao quebrar 60.000 dólares, o mundo pergunta: "Será que desta vez é diferente?" Se acreditas que a "história se repete", então os próximos 6-12 meses podem ser os teus momentos de comprar "a um preço relativamente baixo" e "sonhar com o futuro". A tua decisão é tua.