Então, tenho explorado essa abordagem de orçamento que realmente faz sentido, e honestamente é muito menos dolorosa do que o orçamento tradicional. Chama-se plano de gastos conscientes, e toda a ideia é que você não se restrinja — apenas seja intencional sobre onde o seu dinheiro vai.



Aqui está o que achei interessante nisso. Em vez de se sentir culpado por gastar, você realmente incorpora gastos sem culpa no seu orçamento. Como, por exemplo, reservar dinheiro especificamente para diversão — sair, cinema, o que for — sem stress. Isso é meio o oposto de como a maioria das pessoas encara o orçamento.

A estrutura divide-se de forma bastante clara. Você olha para cinco categorias principais. Os custos fixos devem consumir cerca de 50-60% do que você leva para casa — isso inclui renda, utilidades, seguros, pagamentos de dívidas. Depois, há os investimentos, com 10%, que cobrem contas de aposentadoria e coisas de longo prazo. Os objetivos de poupança ficam entre 5-10% — fundo de emergência, entrada para casa, esse tipo de coisa. E, aqui está a parte que as pessoas realmente gostam — gastos sem culpa entre 20-35% para puro lazer.

O que torna um plano de gastos conscientes diferente é a flexibilidade. Digamos que você ganhe $75k após impostos. Isso equivale a $7.500 por ano para aposentadoria, $3.750-7.500 para objetivos de poupança, e $15k-26k para gastos sem culpa. Mas, se a sua situação for diferente, você ajusta. Talvez precise de menos dinheiro para gastar sem culpa e alcançar outros objetivos. Não é rígido.

A parte prática: sente-se e analise seus extratos bancários dos últimos meses. Faça uma média para ver o que realmente está gastando. O plano de gastos conscientes funciona porque você é honesto sobre o que realmente gasta, não sobre o que acha que deveria gastar.

Uma coisa que ficou comigo — eles dividem os gastos sem culpa em duas partes. Você recebe uma quantia pequena por mês, como $50-100, que pode gastar sem pensar. Depois, uma categoria separada para compras maiores sem culpa, que precisam de mais planejamento. Juntos, esses gastos não devem ultrapassar 35% do seu valor líquido.

A abordagem do plano de gastos conscientes é atraente porque não se trata de privação. Você não corta tudo. Apenas organiza seu dinheiro em categorias que fazem sentido e é deliberado com cada uma. Se sua situação financeira mudar, você ajusta. É uma estrutura, não uma prisão.
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