Recentemente, ao ver as discussões sobre se as taxas de financiamento extremas representam uma reversão ou uma continuação da bolha, fiquei mais interessado numa coisa extremamente simples: a sua ordem, afinal, quem a vê primeiro, em que sequência ela é inserida no bloco, e quando é que ela realmente não vai mais retroceder. Quanto mais termos técnicos, mais fácil fica de ficar confuso, na verdade basta seguir uma linha — os dados podem ser acessados por todos em tempo hábil (senão, você acha que está na mesma cadeia, mas na verdade as informações não estão sincronizadas), e depois quem faz a fila (os manipuladores adoram mexer nisso), por último, quão firme é a certeza após a confirmação do bloco (se for fraca, não seja tão confiante). Minha abordagem é bem simples: quanto mais extremas as taxas, menos sigo o preço, primeiro faço testes com ordens pequenas para verificar o roteamento e o slippage, procurando sinais de que alguém está comendo uma mordida a mais sem motivo… É bom desconfiar, de qualquer forma, assim fica mais tranquilo reproduzir o cenário na prática.

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