Frequentemente ouço a pergunta: qual é o país mais desenvolvido de África hoje? A maioria imediatamente cita a África do Sul, o Egito, a Nigéria, Marrocos, Quénia. E sim, em termos de PIB, infraestrutura e estabilidade, eles estão realmente à frente.



Mas aqui é que percebo uma armadilha. O tamanho da economia — isso ainda não é tudo. Olho para esses países e entendo que um país realmente desenvolvido em África não é aquele que simplesmente é maior do que os outros. É aquele que constrói.

Olha com mais atenção. Trata-se de quem controla as tecnologias, quem investe em energia, quem cria ecossistemas financeiros, quem impulsiona a inovação para a frente. África, na verdade, não está em declínio, mas numa fase ativa de reestruturação. Isso é completamente diferente.

Por isso, estou convencido de que o líder do continente africano nos próximos 10 anos será definido não tanto pelo PIB atual, mas pela capacidade de se adaptar à transformação digital. Quem dominar primeiro essas ferramentas, será quem marcará o ritmo.

Honestamente, o que mais me interessa é observar qual dessas países irá avançar graças às tecnologias de criptomoedas e blockchain. Na minha opinião, isso pode mudar toda a configuração de forças. Alguns deles certamente entenderão isso antes dos outros.

Em quem você aposta? Qual país, na sua opinião, fará a escolha certa na próxima década?
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