O aumento das exportações da China não pode ajudar a economia a escapar da recessão.

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A economia da China está a crescer a um ritmo mais lento no último trimestre do ano, com o PIB previsto a aumentar apenas 4,7% em relação ao ano anterior, uma diminuição em relação aos 5,2% do trimestre anterior. A principal causa deve-se às tensões comerciais entre os E.U.A. e a China, que estão a enfraquecer o investimento, a produção industrial e o investidor de retalho.

A comunidade econômica prevê que a próxima Conferência Central se concentrará em impulsionar o consumo interno para compensar a queda das exportações e o investimento fraco. Especialistas como Michelle Lam e Wei Yao afirmam que aumentar os gastos do consumidor é a chave para reduzir os riscos do comércio e do setor tradicional.

Atualmente, os gastos das famílias representam apenas 40% do PIB, abaixo da média global. Além disso, a China passou por 9 trimestres consecutivos de deflação. Enquanto isso, o G7 comprometeu-se a coordenar a resposta ao controle das exportações de terras raras da China, que representa até 80–90% do fornecimento global.

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