Artigo 144: Brookfield que abala o mercado de nuvem com infraestrutura de IA... confronto direto com AWS·MS

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Uma das maiores empresas de gestão de investimentos alternativos do mundo, a Brookfield Asset Management(, está a mostrar sinais claros de uma expansão total para o mercado de infraestruturas em nuvem. Esta iniciativa é vista como uma tentativa estratégica, indicando uma competição direta com os dois maiores gigantes, a Amazon Web Services) (AWS) e a Microsoft Azure.

De acordo com a mídia especializada em TI nos EUA, ‘The Information’, a Brookfield planeia lançar um novo negócio de computação em nuvem através da sua subsidiária ‘Radiant’. Este negócio operará alugando chips de inteligência artificial( (AI) diretamente aos clientes, com a proposta de valor principal de reduzir os custos totais de construção e operação de centros de dados de AI. Diferentemente do modelo comum de fornecimento de serviços em nuvem, a empresa pretende obter vantagem competitiva através de uma estratégia híbrida que reforça a acessibilidade ao hardware.

Radiant faz parte do projeto de infraestrutura de AI de 1000 bilhões de dólares (aproximadamente 144 mil biliões de won sul-coreanos) anunciado pela Brookfield em novembro do ano passado. O fundo de infraestrutura de AI que apoia este projeto já investiu 100 bilhões de dólares (cerca de 14,4 mil biliões de won), sendo metade desse valor proveniente de parceiros globais principais como a Nvidia) (NVDA), o Kuwait Investment Authority, entre outros, demonstrando sua influência.

O projeto prevê a construção de novos centros de dados na França, Qatar, Suécia e outros países, com a Radiant tendo prioridade de uso inicial dessas instalações. Caso a Radiant não utilize toda a capacidade disponível, a Brookfield planeia alugá-la a outros provedores de serviços em nuvem através de métodos tradicionais de arrendamento.

Ao mesmo tempo, a Brookfield recentemente estabeleceu uma joint venture de 200 bilhões de dólares (aproximadamente 28,8 mil biliões de won) com a Qatar Investment Authority, com o objetivo de continuar a investir ativamente em infraestruturas de AI no Qatar e no mercado global.

Esta expansão abrangente provavelmente exercerá uma pressão significativa sobre os atuais gigantes de serviços em nuvem. Em particular, a Brookfield possui uma vasta carteira de infraestruturas no setor de energia, e a avaliação do mercado é de que, ao aproveitar esses ativos energéticos, a empresa poderá obter controle sobre toda a cadeia de valor de AI. Esta é a principal diferença em relação aos provedores tradicionais de serviços de TI em nuvem.

Análises indicam que, uma vez que a Brookfield entre de fato no mercado de nuvem, a AWS e a Microsoft enfrentarão não só a pressão para justificarem claramente o retorno sobre os investimentos em AI, mas também terão que lidar com questões relacionadas à eficiência energética dos centros de dados e ao redesenho da infraestrutura. No mercado baseado em AI, o cenário de competição emergente, onde o controle do setor energético é utilizado como arma, já está oficialmente em andamento.

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